Paulo Pimenta exalta papel de Lula na reconstrução do estado: ‘esteve ao lado dos gaúchos no momento em que mais precisávamos’
O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul registrou crescimento de 4,9% em 2024, superando a média nacional de 3,4%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG).
Apesar dos severos impactos causados pelas enchentes e outros eventos climáticos extremos que atingiram o estado ao longo do ano, a agropecuária apresentou crescimento de 35%, com destaque para a recuperação da produção de soja (+43,8%), milho (+13,9%) e trigo (+41,2%). O desempenho do campo garantiu fôlego à economia gaúcha, mesmo diante da retração de -0,4% na indústria e de um avanço moderado de 3,5% no setor de serviços.
Nas redes sociais, o ex-ministro da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta (PT), destacou o papel do governo Lula (PT) no processo de retomada do estado, especialmente após as tragédias climáticas. “Nas notícias sobre o crescimento do PIB do Rio Grande do Sul, estão tentando minimizar o trabalho e o esforço do governo do presidente Lula, que têm sido fundamentais para a recuperação do nosso estado”, escreveu.
Pimenta lembrou o conjunto de medidas emergenciais adotadas pelo Planalto. “Com o apoio do governo federal, foram destinados R$ 100 bilhões para o RS, além da suspensão da cobrança da dívida do estado — uma medida que garantiu um apoio histórico para a nossa recuperação”, afirmou. E concluiu: “o governo do presidente Lula esteve ao lado do povo gaúcho no momento em que mais precisávamos, ajudando a superar desafios e a garantir um futuro melhor para todos”.
Detalhamento dos dados - Os números divulgados pelo DEE mostram que, no acumulado do ano, o PIB estadual alcançou R$ 706,82 bilhões, representando 6,02% do total nacional. O PIB per capita do estado atingiu R$ 62.941, valor 13,9% superior ao do Brasil (R$ 55.247).
No setor de serviços, todas as sete atividades analisadas apresentaram crescimento, com destaque para comércio (+7,1%), outros serviços (+4,6%), serviços de informação (+3,8%) e transporte, armazenagem e correio (+3,6%). Entre os ramos do comércio, os avanços mais significativos vieram de móveis e eletrodomésticos (+13,4%), hipermercados e supermercados (+11,4%) e comércio de veículos (+10,7%).
A indústria de transformação, por sua vez, recuou -2,5%, impactando negativamente o setor industrial como um todo. No entanto, segmentos como a indústria extrativa (+3%), construção (+3,5%) e fornecimento de eletricidade, água e saneamento (+11,5%) apresentaram crescimento. Dentro da transformação, sete das 14 atividades registraram resultado positivo — casos de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (+16,8%), móveis (+11%) e papel e celulose (+6,3%).
Já o quarto trimestre de 2024 apresentou crescimento de 1% na economia estadual em relação ao trimestre anterior, enquanto o Brasil teve oscilação de apenas 0,2%. Nesse período, a agropecuária recuou -4,9%, mas foi compensada pelo avanço de 1,1% nos serviços e 0,7% na indústria.
Fonte: Brasil 247
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