

Defesa contesta limitações impostas pelo STF e pede retomada das visitas de Flávio ao ex-presidente
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre dois recursos apresentados pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. As petições contestam decisões que restringiram sua atuação política durante o processo eleitoral de 2026 e suspenderam, por 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações foram publicadas pelo jornal O Globo.
Os recursos questionam medidas impostas por Moraes após a divulgação de uma carta manuscrita de Bolsonaro, posteriormente lida em um ato político e difundida nas redes sociais. Para o ministro, a utilização de terceiros para transmitir mensagens de conteúdo político-eleitoral representou descumprimento das cautelares impostas ao ex-presidente.
Mudança adequa resolução do conselho a decisões do STF e estabelece novo fluxo administrativo para punir magistrados por faltas graves
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira (4), uma importante alteração em suas normas disciplinares ao extinguir a aposentadoria compulsória como a sanção administrativa máxima para magistrados que cometerem infrações graves. A medida cria formalmente a penalidade de disponibilidade com proposta de perda do cargo, instituindo um novo fluxo que pode culminar no afastamento definitivo de juízes por meio de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A mudança atualiza e adequa a Resolução CNJ n.º 135/2011 ao entendimento consolidado pelo STF, segundo o qual a perda definitiva do cargo de magistrados vitalícios depende de uma decisão judicial. Com relatoria do conselheiro Ulisses Rabaneda, o texto aprovado altera quatro dispositivos da norma original, mas preserva as demais sanções disciplinares já previstas na legislação: advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade e demissão (esta última restrita a magistrados que ainda não atingiram a vitaliciedade).
O presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Fachin, avaliou o novo ato normativo como o fruto de um denso processo de construção institucional. “É importante reconhecer que estamos diante de uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão, considerando o cenário atual e o nível de desenvolvimento que observamos hoje. Por isso, estamos tratando o tema com atenção, levando em conta os desafios e as complexidades que ele apresenta”, destacou Fachin.
Relatório da Polícia Federal aponta que Willer Tomaz atuava como hub financeiro em investigação sobre fraudes em descontos do INSS
A investigação da Polícia Federal (PF) que culminou na operação deflagrada nesta terça-feira (4) contra familiares do senador Weverton Rocha (PDT-MA) revelou que a residência utilizada pelo parlamentar no Lago Sul, bairro de alto padrão em Brasília (DF), foi adquirida pelo advogado Willer Tomaz pelo valor de R$ 6 milhões, informa Tácio Lorran, do Metrópoles.
De acordo com os investigadores da corporação, o caso expõe uma tentativa de ocultação de patrimônio. “A dissociação entre a titularidade registral e o alegado domínio econômico constitui um dos pontos centrais da apuração”, pontuou a PF. O caso se insere no âmbito das apurações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro decorrente de fraudes em descontos de benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A Polícia Federal aponta que o advogado “funcionaria como verdadeiro hub financeiro, patrimonial e logístico” colocado à disposição dos beneficiários dos recursos ilícitos, grupo no qual estaria inserido o senador maranhense. As informações detalhadas constam em relatório oficial enviado pela PF ao relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça.
Alvo da Operação Rede Interrompida, investigado integrava rede que discutia invasão de prédios públicos e fabricação de explosivos para as eleições de 2026
Um seminarista vinculado a um mosteiro em Pernambuco é um dos oito alvos da Operação Rede Interrompida, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para desarticular um grupo suspeito de planejar ações violentas em Brasília durante o período eleitoral de 2026, informa Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.
Durante a ação policial, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão no alojamento onde o investigado residia, dentro das dependências do mosteiro. Apontado pelas investigações como um participante ativo nas discussões sobre a estruturação nacional do grupo extremista, o seminarista teve seus dispositivos e materiais apreendidos. A PCDF agora analisa o conteúdo para determinar com precisão a conduta e o nível de responsabilidade individual de cada envolvido.
Operação Rede Interrompida levou à busca e apreensão contra os envolvidos, que divulgavam propaganda nazista
O principal alvo dos investigados na Operação Rede Interrompida, deflagrada nesta terça-feira (4) em vários estados, era o Palácio do Planalto, afirmou o coordenador de inteligência da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Maurílio Coelho.
“Eles compartilharam principalmente os prédios da área central de Brasília. A título de exemplo, eles marcaram quais ministérios eram de quais pastas, em busca de uma definição do que eles chamaram de alvos primários”, disse Coelho em coletiva de imprensa na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Operação Sem Desconto atingiu familiares do senador e o advogado Willer Tomaz
A investigação da Polícia Federal (PF) que deu origem a uma nova fase da Operação Sem Desconto aponta que Samya Rocha, esposa do senador Weverton Rocha (PDT-MA), recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz. Nesta terça-feira (4), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e contra o próprio advogado, após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação apura um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informa o jornal O Globo.

Veja o momento da fala de Luisa Ferreira:
Paralisação por tempo indeterminado nas linhas 11, 12 e 13 afeta milhares de passageiros na capital paulista
A cidade de São Paulo registrou mais de 1.000 quilômetros de congestionamento ao longo da manhã desta terça-feira (4), em decorrência da greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). A paralisação dos ferroviários motivou a suspensão do rodízio municipal de veículos na tentativa de amenizar os impactos no trânsito da capital, segundo informações do monitoramento da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) reportadas pela Folha de São Paulo.
De acordo com os dados da CET, às 9h a capital paulista contabilizava 1.143 km de filas de trânsito. Para efeito de comparação, na primeira terça-feira de junho (2), a lentidão havia atingido 501 km no mesmo horário. A zona sul foi a mais afetada do município, somando 348 km de lentidão, seguida pela zona leste, com 323 km. A zona norte registrou 226 km, a zona oeste teve 199 km e o centro contabilizou 47 km de engarrafamento.

Deputado Rogério Correia pede remoção de vídeo, apuração de uso de verba pública e investigação sobre impulsionamento pago
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) protocolou uma notícia de fato junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), acusando o parlamentar de praticar propaganda eleitoral antecipada negativa contra o presidente Lula (PT), segundo o jornal O Globo.
O centro da ação judicial é um vídeo publicado em um perfil apontado como secundário de Nikolas Ferreira na rede social Instagram. Na publicação, descrita pelo próprio parlamentar bolsonarista como o “jingle da campanha”, são proferidas diversas ofensas diretas à honra e à imagem do presidente Lula, pré-candidato à reeleição.
De acordo com a peça formulada por Rogério Correia, o material audiovisual já acumula aproximadamente 2,6 milhões de visualizações na plataforma. A peça jurídica argumenta que o conteúdo associa de forma falsa o presidente da República à criminalidade, à corrupção e ao suposto desvio de patrimônio das famílias brasileiras, valendo-se de uma combinação de música e imagens de alto impacto visual e emocional para fixar e reforçar a mensagem negativa perante o eleitorado.
Aliados são vistos pelo presidente como nomes capazes de reduzir resistências no mercado e no setor produtivo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer envolver o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Fazenda, na formulação das propostas econômicas de um eventual quarto mandato. A avaliação no entorno do presidente é que os dois aliados têm credibilidade junto ao mercado financeiro e poderiam ajudar a diminuir resistências no setor produtivo. As informações foram publicadas pelo blog do jornalista Gustavo Uribe, da CNN Brasil.
Lula pretende incluir no programa uma sinalização de ajuste das contas públicas, a redução de gastos de empresas estatais e a defesa de um arcabouço fiscal mais restritivo.


Redução no volume de pedidos em espera ocorre após avanço nas análises e salto nas recusas de concessões no período
O volume de pedidos em espera no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou uma queda drástica e caiu para menos da metade em julho de 2026, impulsionado pelo aumento no ritmo de análises e por uma alta expressiva nas taxas de indeferimento de benefícios previdenciários, informa o jornal O Globo. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a média mensal de requerimentos rejeitados atingiu 668,6 mil entre janeiro e maio de 2026. O número representa uma elevação de aproximadamente 70% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando eram registrados 395 mil indeferimentos mensais, atingindo o patamar mais elevado registrado desde 2021.
Com esse movimento, o contingente total da fila do INSS, que havia alcançado um pico histórico de 3,1 milhões de processos em fevereiro, recuou para 1,5 milhão em julho. A meta estabelecida pela gestão do governo do presidente Lula (PT) é reduzir esse volume para 1,3 milhão até setembro. O compromisso de zerar a fila do órgão foi uma das promessas de campanha feitas pelo presidente em 2022.
Defesa de Fábio Luís Lula da Silva acionou a pasta após notícias sobre posse de áudios sigilosos pela campanha de Flávio Bolsonaro
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, despachou formalmente o pedido protocolado pela defesa de Fábio Luís Lula da Silva que solicita a apuração do suposto vazamento de informações sigilosas vinculadas ao inquérito sobre descontos indevidos em benefícios do INSS, informa Igor Gadelha, do Metrópoles.
A iniciativa da defesa ocorreu após interlocutores revelarem que a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria acesso a áudios de conversas entre Fábio Luís e a empresária Roberta Luchsinger, que também é investigada no mesmo inquérito. A notícia sobre a posse do material sigiloso motivou uma reação imediata dos advogados do filho mais velho do presidente Lula (PT).
Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, afirmou à Polícia Federal que a operação teve caráter pessoal, foi integralmente quitada e nega qualquer irregularidade
O ex-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, confirmou à Polícia Federal que recebeu um empréstimo da empresária Roberta Luchsinger, amiga da família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a operação teve caráter estritamente pessoal, foi integralmente quitada e não envolveu qualquer irregularidade. “Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função”, disse ele, em nota.
A informação surgiu no âmbito das investigações que apuram transferências financeiras realizadas por Roberta Luchsinger. Em depoimento, Marcola afirmou que os recursos foram recebidos como um empréstimo privado e posteriormente devolvidos, sem revelar o valor da operação. Ele negou qualquer prática ilícita e sustentou que a transação não teve relação com sua atuação no governo.
Procedimentos miram suspeitas sobre tentativa de criar fundação com recursos da Petrobras e decisões tomadas após ordens do STF
O Conselho Nacional de Justiça deve iniciar, nesta terça-feira (4), a análise de processos administrativos disciplinares contra quatro magistrados que atuaram em casos ligados à Operação Lava Jato. Entre os alvos está a juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba em parte da operação.
Um dos procedimentos em pauta apura suspeitas relacionadas à tentativa de destinar cerca de R$ 2,5 bilhões do Estado brasileiro para a criação de uma fundação que, conforme as investigações preliminares, seria voltada ao atendimento de interesses privados.
O caso envolvendo Gabriela Hardt tem como ponto central a homologação do chamado “acordo de assunção de compromissos”, que abriria caminho para a criação da fundação. A estrutura seria financiada com valores provenientes de acordos de leniência e de colaboração premiada relacionados à Petrobras.
Ministro do TSE dá 24 horas para governo apagar conteúdos e proíbe novas publicações institucionais com destaque a Lula
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou em decisão sigilosa que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) retire do ar, no prazo de 24 horas, postagens em canais oficiais do governo federal que exaltam a figura do presidente Lula (PT), candidato à reeleição. O magistrado também estabeleceu que a Secom se abstenha de efetuar novas publicações com esse mesmo perfil até a conclusão do processo eleitoral, informa Malu Gaspar, do jornal O Globo.
A deliberação atende parcialmente a um pedido formalizado pela equipe jurídica do PL. A sigla acionou a Corte eleitoral alegando que o perfil “Canal Gov” estaria sendo utilizado para promover programas da administração federal nas redes sociais. Ao todo, cerca de mil postagens veiculadas na página, tanto no Instagram quanto no X (antigo Twitter), foram listadas pelo partido do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, como evidências de suposto uso da máquina pública para beneficiar a candidatura de Lula.
Ao analisar o caso em caráter liminar, Nunes Marques apontou que os conteúdos indicados pelo PL “conferem especial destaque à atuação pessoal do Presidente da República, mediante imagens, vídeos, pronunciamentos e registros audiovisuais de sua participação em atos, programas e entregas da administração pública”. De acordo com o presidente do TSE, essa configuração “em princípio, desborda da finalidade estritamente jornalística alegada pelos representados e evidencia plausibilidade quanto ao seu enquadramento como publicidade institucional”.
Polícia Federal solicita nova investigação por suspeita de tráfico de influência e corrupção; ministro do STF foi sorteado para analisar o pedido
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado para relatar o pedido da Polícia Federal que solicita a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são da CNN Brasil.
Segundo a reportagem, a PF pretende ampliar as investigações sobre uma suposta atuação de Fábio Luís em favor de empresas que buscavam negócios junto ao governo federal. Caberá agora ao ministro analisar o pedido e decidir se autoriza ou não a abertura da nova investigação.
Senador já se referiu ao advogado como “meu amigo”; Em 2025, os dois viajaram juntos para a Flórida
O advogado Willer Tomaz, apontado como amigo pessoal do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi alvo nesta terça-feira (4) de uma nova fase da Operação Sem Desconto, investigação da Polícia Federal sobre a chamada Farra do INSS. A informação foi publicada pela coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.
Willer está entre os alvos de mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração mira suspeitas relacionadas ao esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários.
O vínculo entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro já havia sido exposto publicamente em 2021, durante as sessões da extinta CPI da Covid no Senado. Na ocasião, o próprio senador se referiu ao advogado como “meu amigo”.
Em 2025, Flávio viajou para a Flórida, nos Estados Unidos, acompanhado de Willer Tomaz, em um jatinho pertencente aos donos do laboratório União Química.
Investigações apontam compartilhamento de manuais de explosivos e plantas de prédios públicos entre suspeitos de cinco estados
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, nesta terça-feira (4/8), a Operação Rede Interrompida com o objetivo de cumprir medidas cautelares contra oito investigados suspeitos de integrar uma organização que articulava atentados em Brasília durante o período das eleições de 2026, informa o Metrópoles.
Os alvos das diligências têm idades entre 19 e 31 anos e estão localizados em cinco estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul. As ações no âmbito da operação contam com o apoio direto das Polícias Civis de cada uma dessas unidades federativas.
O advogado Willer Tomaz também está entre os alvos da nova fase da Operação Sem Desconto
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (4) uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS, para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. Entre os principais alvos estão o advogado Willer Tomaz e parentes do senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo no Senado.
Ao todo, agentes cumprem 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e no Maranhão. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações relatadas pelo ministro André Mendonça.
Segundo a Polícia Federal, a nova etapa foi aberta após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais consideradas atípicas. Os investigadores apuram se valores ligados ao esquema teriam sido ocultados por meio de pessoas físicas e jurídicas, contas bancárias de terceiros, empresas e operações em dinheiro vivo.
Diretórios estaduais rejeitam adesão à candidatura do senador do PL, apesar de proposta para que Renata Abreu seja vice; decisão deve ser comunicada até quarta-feira (5)
O Podemos mantém resistência à possibilidade de integrar uma chapa presidencial encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). Levantamento interno realizado pela presidente nacional da legenda, deputada federal Renata Abreu (SP), indica que a maioria dos diretórios estaduais continua defendendo a neutralidade na disputa presidencial, mesmo após a sugestão para que ela ocupe a vaga de candidata a vice-presidente.
A informação foi publicada pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo. Segundo a publicação, Renata Abreu iniciou uma nova rodada de consultas às direções estaduais depois de receber, na semana passada, a proposta feita pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), para compor a chapa de Flávio Bolsonaro.
De acordo com as sondagens concluídas até segunda-feira (3), o entendimento predominante no partido permanece inalterado. A expectativa é que a posição definitiva da legenda seja comunicada ao senador do PL até quarta-feira (5).

