
domingo, 23 de agosto de 2026
Sem Lula e Flávio, primeiro debate presidencial terá quatro candidatos; veja quem participa

Por que patrimônio elevado de candidatos não é investigado?
Declaração de bens é obrigatória e pública, mas aumento patrimonial, por si só, não comprova irregularidade; entenda quando Justiça Eleitoral e o MP podem agir
Casas, fazendas, ações, empresas, aplicações financeiras e até a ausência de patrimônio. A declaração de bens dos candidatos é uma das informações disponibilizadas pela Justiça Eleitoral durante o período eleitoral e costuma chamar a atenção dos eleitores, principalmente quando há diferenças expressivas entre o patrimônio informado em uma eleição e o declarado anos depois.
Neste ano, por exemplo, candidatos à Presidência apresentaram patrimônios bastante distintos. Augusto Cury (Avante) declarou R$ 242,2 milhões; Romeu Zema (Novo), R$ 178,7 milhões; Ronaldo Caiado (PSD), R$ 52,5 milhões; enquanto Flávio Bolsonaro (PL) informou R$ 8,1 milhões e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), R$ 4,7 milhões. Na outra ponta, Samara Martins (UP) declarou R$ 33 mil, e Hertz Dias (PSTU) informou que não tinha bens a declarar.
Mas uma declaração que parece incompatível com a renda, a profissão ou o patrimônio conhecido de um candidato gera automaticamente uma investigação? Não.
A declaração de bens é um dos documentos exigidos para o registro de candidatura. A legislação eleitoral determina que o pedido de registro seja acompanhado da relação de bens do candidato. Para as eleições de 2026, a regulamentação do TSE estabelece que essas informações sejam apresentadas de forma simplificada, com a indicação do bem e do valor declarado à Receita Federal.
Globo transmite público da Festa do Peão de Barretos xingando Lula

Zema lidera arrecadação na 1ª semana de campanha; Lula só supera Augusto Cury
O que é o Partido Digital Bolsonarista e como ele pode influenciar as eleições 2026
Pix apresenta instabilidade e gera transtornos para usuários neste domingo
Falha no principal meio de pagamento do país teve pico de queixas pela manhã
O Pix, principal sistema de pagamentos instantâneos do Brasil, apresentou problemas de funcionamento e instabilidade operacional na manhã deste domingo (23), deixando usuários impossibilitados de efetuar transferências financeiras em diversas instituições bancárias.
A indisponibilidade do serviço foi amplamente relatada por usuários nas redes sociais e monitorada pela plataforma de rastreamento de serviços digitais Downdetector. De acordo com os dados compilados pelo site, as primeiras notificações de falha começaram a ser registradas por volta das 6h30. O pico de reclamações ocorreu às 8h17, momento em que foram contabilizadas mais de 2,4 mil queixas simultâneas sobre a impossibilidade de utilizar a ferramenta. Até o momento, o Banco Central do Brasil não se pronunciou publicamente sobre as causas do problema ou sobre a previsão de normalização dos serviços.
MPE valida foto de Lula com chapéu para as urnas
Ministério Público Eleitoral afasta irregularidade e destaca atendimento ao pluralismo político na candidatura do presidente
O Ministério Público Eleitoral (MPE) manifestou-se a favor da aprovação do registro de candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição, descartando qualquer tipo de irregularidade na fotografia apresentada para exibição nas urnas eletrônicas no pleito deste ano. Na imagem anexada ao processo, o chefe do Executivo aparece utilizando um chapéu, elemento até então inédito em seus registros eleitorais.
De acordo com o parecer assinado no sábado (22) pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, o uso do acessório não fere as regras vigentes e atende aos princípios fundamentais do processo democrático.
“A foto constante dos autos permite concluir que não há conotação de propaganda eleitoral no acessório, que também não dificulta o reconhecimento do candidato. Inexiste, portanto, irregularidade”, destacou o vice-procurador-geral no despacho oficial. Ele acrescentou ainda que “a permissão da indumentária na fotografia do candidato é a solução que melhor atende ao pluralismo político”.
Encurralado, Milei acusa “castrochavismo” e nega vínculo com ex-assessor preso por tentativa de feminicídio
Presidente argentino tenta se distanciar de Fernando Cerimedo e ataca Lula, opositores e a imprensa para desviar de escândalos
O presidente da Argentina, Javier Milei, falou publicamente no sábado (22) pela primeira vez sobre a prisão de seu ex-assessor Fernando Cerimedo, acusado de envolvimento na tentativa de assassinato contra a própria namorada, Nadia Beller. Durante entrevista concedida à Radio Mitre, o mandatário buscou se distanciar categoricamente do antigo colaborador, alegando que não mantém nenhum tipo de contato com ele desde 2023, e tentou transformar o caso em uma narrativa de conspiração contra o seu governo, atribuindo o episódio a uma suposta “operação política e midiática” arquitetada pela oposição e por lideranças de esquerda da América Latina, segundo reportagem do jornal La Nación.
Ao ser questionado sobre o escândalo envolvendo Cerimedo, o presidente argentino garantiu que o ex-assessor já não faz parte de suas fileiras políticas e rejeitou qualquer relação atual. “É alguém que não faz parte do nosso espaço e não tem vínculo conosco de nenhum tipo. Deixamos de nos relacionar em 2023. Não descartemos que por trás disso esteja toda a turma de [Marcela] Pagano, [Franco] Bindi, Evo Morales, o castrochavismo, Lula…”, declarou Milei, citando a deputada ex-libertária, o companheiro dela e os ex-presidentes e atuais líderes de Bolívia e Brasil.
Do hospital, vítima de aliado dos Bolsonaro detalha podridão da extrema-direita e corrupção de Milei
Advogada atingida por tiros acusa o consultor Fernando Cerimedo de tentar matá-la para encobrir esquemas milionários, uso de robôs e fraudes na Argentina
A advogada e ativista Nadia Beller revelou detalhes estarrecedores sobre a tentativa de homicídio que sofreu e acusou o consultor digital Fernando Cerimedo — aliado da família Bolsonaro e ex-estrategista do governo de Javier Milei — de ter ordenado o ataque a tiros contra ela para impedir a revelação de esquemas de corrupção e bastidores do poder, segundo reportagem do jornal Clarín.
Caso Lulinha abre novo impasse entre André Mendonça e Paulo Gonet no STF
sábado, 22 de agosto de 2026
“Para de querer responder”, reclama Gabriela Duarte à mãe, Regina Duarte, sobre Bolsonaro (vídeo)
Atrizes protagonizam saia-justa durante entrevista ao tentarem desviar de pautas políticas na estreia de nova peça em São Paulo
As atrizes Regina Duarte e Gabriela Duarte protagonizaram momentos de tensão durante uma entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo na quinta-feira (20), ao serem questionadas sobre temas políticos e a respeito do governo Jair Bolsonaro (PL).
Em cartaz juntas na comédia “A filha da…”, mãe e filha tentavam focar o encontro na promoção do espetáculo teatral. No entanto, a trajetória política de Regina Duarte voltou ao centro da pauta, desencadeando intervenções diretas de Gabriela para evitar que a mãe comentasse o assunto.
Regina Duarte, que foi apoiadora de Jair Bolsonaro e ocupou a cadeira de secretária especial da Cultura por 74 dias — entre março e maio de 2020 —, foi indagada sobre os eventuais custos pessoais e profissionais de sua passagem pela gestão federal. Antes que a veterana pudesse se pronunciar, Gabriela interveio na tentativa de cortar a abordagem: “Não, a gente não vai falar sobre isso”.
Apesar do alerta da filha, Regina fez questão de se manifestar e buscou minimizar os impactos de sua atuação no Executivo. “Deixa eu falar só isso. Não teve custo nenhum. Saí de lá depois de 74 dias, voltei para minha vida e segui magnificamente bem. Tem gente que não me perdoa até hoje por ter ido. Tem gente que não me perdoa por ter voltado. Então, agora acabou. Morreu esse assunto”, declarou a atriz.
Juliana Brizola avança e empata com Zucco na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, aponta pesquisa
Disputa pelas duas vagas no Senado tem cinco concorrentes com chances reais, mostra levantamento do Paraná Pesquisas
A disputa pelo governo do Rio Grande do Sul está concentrada entre Zucco (PL-RS) e Juliana Brizola (PDT), enquanto a corrida pelas duas vagas do estado no Senado reúne cinco concorrentes em um bloco mais competitivo. É o que mostra levantamento do Paraná Pesquisas realizado entre 18 e 20 de agosto, com 1.504 eleitores de 67 municípios gaúchos. A margem de erro estimada é de 2,6 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%.
Na pesquisa estimulada para governador, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Zucco aparece com 34,4% das intenções de voto, contra 31,4% de Juliana Brizola. A diferença entre os dois é de três pontos percentuais e os intervalos estimados a partir da margem de erro se sobrepõem.
Bem atrás dos dois primeiros colocados aparece Gabriel Souza (MDB), com 11,3%. Outros candidatos não chegaram a 5%. 7,7% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 6,3% não souberam ou não responderam.
O comparativo com a rodada de julho aponta estabilidade de Zucco e avanço de Juliana Brizola. Zucco passou de 34,2% para 34,4%, uma oscilação de 0,2 ponto percentual. Juliana cresceu de 30,1% para 31,4%, alta de 1,3 ponto.
Na pesquisa espontânea, em que o entrevistado não recebe uma lista de candidatos, Zucco também aparece na frente, com 14,6%, seguido por Juliana Brizola, com 9,2%.
O levantamento também revela diferenças importantes no perfil do eleitorado de Zucco e Juliana. Entre os homens, Zucco marca 40,6%, ante 27,4% de Juliana. Entre as mulheres, a relação se inverte: Juliana chega a 35,1%, enquanto Zucco tem 28,9%. A candidata também aparece à frente entre os eleitores de 16 a 24 anos, com 28,9% contra 20,1%, e entre aqueles com 60 anos ou mais, por 35,6% a 33,6%.
Zucco registra suas maiores vantagens entre eleitores de 25 a 34 anos, faixa em que chega a 35,5% contra 26,3% de Juliana, e entre os de 35 a 44 anos, com 39,3% a 26%. Entre os entrevistados de 45 a 59 anos, os dois aparecem próximos: 36,7% para Zucco e 35,4% para Juliana. O candidato também alcança 41,1% entre os eleitores com ensino superior, diante de 30,6% da adversária.
A rejeição é maior para Juliana Brizola. Questionados sobre os nomes em que não votariam de jeito nenhum, 28,7% mencionaram a candidata. Zucco aparece em seguida, com 24,2%. Gabriel Souza registra 10,6%, Cesar Pontes 8,3%, Marcelo Maranata 8,1%, Rejane de Oliveira 7,5% e Priscila Voigt 7,3%. Nessa pergunta, cada entrevistado podia indicar mais de um candidato.
⦿ Senado tem Manuela d’Ávila (PSOL) na liderança com 33,6%
A corrida pelas duas vagas gaúchas no Senado apresenta um quadro mais fragmentado. Na pesquisa estimulada, Manuela d’Ávila (PSOL) lidera com 33,6%, seguida por Marcel Van Hattem (Novo), com 26,9%. Germano Rigotto (MDB) aparece logo depois, com 24,3%, Paulo Pimenta (PT) tem 22,5% e Sanderson (PL) registra 16%. Como estarão em disputa duas cadeiras, cada entrevistado pôde indicar até dois candidatos. Os demais nomes aparecem em patamares mais baixos.
A segmentação por gênero mostra diferenças marcantes na disputa pelo Senado. Entre as mulheres, Manuela d’Ávila alcança 41,7%, contra 19,9% de Marcel Van Hattem. Entre os homens, o cenário se inverte: Van Hattem registra 34,6%, enquanto Manuela tem 24,7%. Rigotto aparece com 25,8% entre os homens e 22,9% entre as mulheres, e Pimenta marca 21,6% e 23,2%, respectivamente.
No levantamento espontâneo para senador, porém, a indefinição ainda é elevada. Marcel Van Hattem é o nome mais citado, com 7,2%, seguido por Manuela d’Ávila, com 5,2%, Pimenta, com 3,3%, Sanderson, com 2,6%, e Rigotto, com 1,9%. Ao todo, 74,2% dos entrevistados não souberam ou não opinaram, indicando que a disputa pelo Senado ainda está distante de uma consolidação espontânea entre o eleitorado.
⦿ Governo Eduardo Leite divide avaliação dos gaúchos
A pesquisa também mediu a avaliação da administração de Eduardo Leite. O governo é aprovado por 49,2% dos entrevistados e desaprovado por 47,8%, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Na avaliação por conceitos, 6,1% classificam a gestão como ótima e 27,3% como boa, somando 33,4% de avaliações positivas. Outros 30,7% consideram o governo regular. As avaliações ruim e péssima somam 34%.
Na comparação com julho, a aprovação de Leite oscilou de 48,4% para 49,2%, enquanto a desaprovação passou de 47,9% para 47,8%. A parcela que considera a administração boa subiu de 23,7% para 27,3%, enquanto a avaliação péssima recuou de 22,2% para 20,6%.
O levantamento foi realizado por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais. Segundo o Paraná Pesquisas, a amostra foi selecionada para representar o eleitorado do Rio Grande do Sul considerando critérios como gênero, idade, escolaridade e renda domiciliar. O Paraná Pesquisas registrou o levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-03898/2026.
Fonte: Brasil 247
Marília Campos lidera disputa ao Senado em Minas Gerais, aponta Datafolha
Candidata do PT tem 11% das intenções de voto, seguida por Carlos Viana, com 8%, e Domingos Sávio, com 6%
A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) aponta Marília Campos (PT) na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado por Minas Gerais nas eleições de outubro. A petista aparece com 11% das intenções de voto, seguida por Carlos Viana (PSD), com 8%, e Domingos Sávio (PL), com 6%.
Na sequência, aparecem Marcelo Aro (PP), com 5%; Ana Luiza do MLB (UP), com 4%; e Marco Antônio Superman (Novo), com 3%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de São Paulo.
Pesquisa estimulada
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Áurea Carolina (PSOL), Manoel Carvalho (MDB) e Gustavo Galassi (PSDB) registram 2% cada.
Também aparecem com 2% Tião Pessoa (PCO), Marcelo Heringer (PDT) e Victória Mello Vic (PSTU). Carlin Moura (Avante), Juiz Ramon Moreira (DC), Arcanjo Pimenta (MDB), Fidélis Alcântara (UP) e Jordano Metalúrgico (PSTU) têm 1% cada.
O levantamento registra ainda 24% de eleitores indecisos e 21% que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos. Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, 84% dos entrevistados estão indecisos.
Fonte: Brasil 247
TRE-SP barra recursos e mantém Pablo Marçal inelegível por oito anos
Tribunal também mantém multa de R$ 420 mil e impede, neste momento, que recursos avancem ao TSE
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou, nesta sexta-feira (21/8), os recursos apresentados pela defesa do empresário de extrema direita Pablo Marçal e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra a decisão que tornou o influenciador inelegível por oito anos. Com o despacho, também permanece a multa de R$ 420 mil aplicada a Marçal.
Segundo o Metrópoles, o presidente do TRE-SP, desembargador José Antonio Encinas Manfré, não admitiu os recursos especiais apresentados pelas duas partes. Dessa forma, os pedidos ficam impedidos, neste momento, de avançar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A condenação está relacionada à campanha de Marçal à Prefeitura de São Paulo em 2024. O influenciador, que lançou seu nome à Presidência da República, foi condenado por uso indevido dos meios de comunicação social. A inelegibilidade foi estabelecida pelo período de oito anos a partir das eleições de 2024.
Patrus Ananias define saúde, educação e soberania sobre riquezas como eixos de governo em Minas Gerais
Pesquisa Datafolha mostra Benedita na liderança e cenário indefinido pela segunda vaga no Senado
Datafolha mostra resiliência de Lula em semana marcada por acusações a seu filho
Presidente lidera o primeiro turno com 39% e mantém vantagem em todos os cenários de segundo turno testados, mesmo após dias em que o noticiário político foi dominado pelo caso envolvendo Fábio Luís Lula da Silva
A nova pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial de 2026 aponta para a resiliência eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma das semanas mais difíceis para sua campanha. Mesmo depois de dias em que o noticiário político foi dominado por acusações e investigações relacionadas a seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, Lula permanece na liderança do primeiro turno e vence todos os adversários testados pelo instituto nos cenários de segundo turno.
Segundo o Datafolha, Lula registra 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro, seu principal adversário. A diferença entre os dois é de seis pontos percentuais.
Lula pede voto no 13 e diz: “o poder está no dedinho de vocês”
Em ato com cerca de 20 mil pessoas em Belo Horizonte, presidente defende Patrus Ananias para o governo de Minas Gerais, destaca soberania nacional e afirma que decisão sobre o futuro do país pertence ao povo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu neste sábado o voto dos mineiros no número 13 e afirmou que o poder de decidir os rumos do Brasil está nas mãos dos eleitores. A declaração foi feita durante um ato político na Praça da Estação, em Belo Horizonte, que reuniu cerca de 20 mil pessoas em apoio à candidatura de Patrus Ananias ao governo de Minas Gerais e à chapa liderada pelo presidente.
“Quem vai ganhar são vocês. Porque o poder está no dedinho de vocês”, afirmou Lula, ao destacar a importância da participação popular nas eleições.
Em um dos momentos mais emocionais do discurso, o presidente relacionou sua trajetória política ao apoio recebido da população brasileira ao longo das últimas décadas.
“Deus criou vocês, e vocês me criaram, porque se não fossem vocês, eu não seria ninguém”, disse.
Dia D de vacinação contra 20 doenças acontece neste sábado (22) em todo o Brasil
Datafolha: Marina e Tebet lideram corrida pelo Senado em São Paulo

Mulheres, nordestinos e católicos: veja os grupos que mais votam em Lula, segundo Datafolha

