
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Lula x Flávio Bolsonaro: as primeiras pesquisas após debate na Band

Zanin pede ao TSE informações em ação do PSD sobre eleição no Rio de Janeiro
Janones apresenta boa recuperação e deve receber alta da UTI em 48h
Deputado federal foi internado após passar mal depois de debate da Band e segue sob cuidados médicos em São Paulo
O deputado federal André Janones (REDE-MG) apresenta boa recuperação após sofrer um episódio de arritmia cardíaca e ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Segundo a coluna de Matheus Leitão, do Metrópoles, o parlamentar deve receber alta da UTI nas próximas 48 horas.
Janones passou mal após o debate promovido pela Rede Bandeirantes. O episódio de arritmia motivou a internação do deputado, que permanece sob acompanhamento médico.
Lindbergh cobra abertura de sigilos de Flávio Bolsonaro e questiona: “do que ele tem medo?”
Deputado pressiona candidato da extrema direita a aceitar desafio de Lula sobre dados bancários e telefônicos
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) cobrou do senador Flávio Bolsonaro (PL) a abertura de seus sigilos bancário e telefônico, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propor que os dois candidatos ao Palácio do Planalto apresentem à Justiça informações financeiras e telefônicas de suas famílias. “O Brasil inteiro faz apenas uma pergunta neste momento: o Flávio vai abrir ou não seu sigilo bancário e telefônico? Vai atender ou não ao desafio do Lula? Do que ele tem medo? Do Brasil descobrir quem é o verdadeiro ladrão!”, escreveu o parlamentar petista na rede social X.
A manifestação de Lindbergh ocorre depois que Lula levou o tema da corrupção ao confronto entre os presidenciáveis. O deputado defendeu que o senador responda ao desafio apresentado pelo presidente, que propôs submeter os documentos das duas famílias à avaliação das autoridades antes do segundo turno das eleições.
O parlamentar também acusou o candidato do PL de evitar uma resposta direta à proposta do presidente. “Flávio Bolsonaro tem a chance de provar para o Brasil que não é ladrão, mas prefere fugir. Ele sabe que se quebram os sigilos bancário e telefônico dele a casa cai!”, afirmou.
Flávio Bolsonaro assusta indecisos com agressividade em debate; entenda

Coordenadora de Flávio Bolsonaro propõe cortar Bolsa Família após dois anos
Lula concede entrevista ao SBT Brasil nesta segunda (19)
Desafio de Lula a Flávio Bolsonaro sobre sigilos domina repercussão do debate da Band
Vídeo do presidente ultrapassou 10 milhões de visualizações, enquanto discussão sobre transparência dos candidatos gerou mais de 12 milhões de interações nas redes
Lula e Flávio Bolsonaro durante o debate presidencial da Band; desafio do presidente sobre abertura de sigilos liderou a repercussão nas redes sociais - Crédito: Renato Pizzutto/Band
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou o momento de maior repercussão nas redes sociais após o debate presidencial da Band, ao desafiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a abrir os sigilos bancário e telefônico. O episódio ganhou destaque entre os eleitores e se tornou o principal assunto relacionado ao confronto entre os dois candidatos ao segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo informações publicadas pela coluna de Miriam Leitão, do jornal O Globo, nesta segunda-feira (19), um levantamento da Ativaweb DataLab identificou mais de 12 milhões de menções, comentários e interações nas plataformas digitais envolvendo o desafio feito por Lula. O resultado colocou a cobrança por transparência no centro das discussões sobre o debate.
O vídeo em que o presidente propõe a abertura dos sigilos dos dois candidatos também registrou o maior alcance entre os trechos do encontro divulgados nas redes sociais, acumulando 10,2 milhões de visualizações.
Samba perde Benito di Paula, compositor de “Retalhos de Cetim”, aos 84 anos
TSE proíbe Nikolas Ferreira e Pablo Marçal de publicarem conteúdos já vetados pela Justiça Eleitoral
Decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral também impede a divulgação de publicações substancialmente idênticas às já removidas por determinação do tribunal
Nikolas Ferreira - Crédito: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal estão proibidos de voltar a divulgar, nas redes sociais, conteúdos cuja retirada já tenha sido determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida, estabelecida nesta segunda-feira (19), prevê multa de R$ 50 mil por publicação em caso de descumprimento e também alcança materiais que reproduzam, com pequenas alterações, conteúdos anteriormente vetados pela Justiça Eleitoral.
A determinação foi assinada pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. O magistrado esclareceu que a proibição não se limita à republicação integral de postagens já retiradas das plataformas digitais, mas abrange também conteúdos considerados substancialmente idênticos aos que foram alvo de decisões anteriores do tribunal.
Entenda o caso de Ana Clara, citado por Lula em debate contra Flávio Bolsonaro

Recurso de Flávio Bolsonaro tentou evitar julgamento pelo júri
A Justiça decidiu submeter o policial ao Tribunal do Júri, responsável por crimes dolosos contra a vida. Flávio Bolsonaro integrou a defesa de Delaroli e assinou, em 2024, um recurso ao Superior Tribunal de Justiça para contestar essa decisão.
O STJ não acolheu o recurso da defesa. Em 2025, o Supremo Tribunal Federal registrou um recurso ordinário em habeas corpus apresentado em nome do ex-PM, e o processo continuava em tramitação até setembro de 2026, sem julgamento pelo júri popular.
Flávio Bolsonaro é “bandido da pior espécie”, diz Joice Hasselmann após debate
“Bolsonaro me ameaçou com meu filho”, revela Soraya Thronicke (vídeo)
Senadora relata bastidores da campanha eleitoral e diz ter sido alertada por Lula sobre ameaças da campanha bolsonarista contra sua família
Soraya Thronicke - Crédito: Reprodução/YouTube/Podcast 3 Irmãos
A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) revelou que Jair Bolsonaro (PL) teria feito ameaças direcionadas ao seu filho, pessoa trans, durante o período eleitoral de 2022, em entrevista concedida ao Podcast 3 Irmãos no domingo (18).
De acordo com o relato da parlamentar, a situação envolvia a circulação de arquivos com conteúdo pessoal de sua família. “Já havia um ano, mais ou menos, que eu e meu marido recebíamos PDFs com a transição, ‘o antes e o depois da filha da Soraya Thronicke, a conservadora’. E nos ameaçavam direto, mas nunca tiveram coragem. Rodava nos meios mas nunca foi para a imprensa, porque todo mundo sabe da responsabilidade de algo assim”, explicou Soraya.
A senadora detalhou o momento em que tomou conhecimento direto das intenções da campanha adversária por meio de um alerta feito pelo presidente Lula (PT). “Quando chega o Lula para mim e me chama uma certa data, de manhã, e ‘Soraya, preciso falar com você urgente. Você me passou todos os pontos fortes, pontos fracos e não sei o quê, mas você se esqueceu de um problema’. Eu falei: ‘o quê?’. ‘Seu filho’. E eu falei assim: ‘Lula, com todo respeito, essa questão já foi um problema para mim; hoje não mais. Meu filho não quer ser público. Não trato como um problema’”, disse.
Na sequência da conversa, Lula explicou o contexto da chantagem articulada pelo grupo político de Bolsonaro. “E ele falou: ‘Soraya, não é problema para você, mas como não tem como pegar você em canto nenhum, não tem telhado de vidro, não tem processo, não tem nenhuma denúncia de corrupção, não tem nada…’. O que aconteceu? Aqui em São Paulo era o nosso polo para a campanha nacional. E ele [Lula] falou para mim assim: ‘olha, todos os jornalistas das campanhas tiveram um jantar e o pessoal do Bolsonaro nos chamou falando que vai estourar ‘o antes e o depois do filho da Soraya Thronicke, a conservadora’. E me mostraram isso e isso e você tem que estar preparada. Seu filho está preparado? Seu marido está preparado?’”, relatou a senadora.
Lula fez 16 afirmações verdadeiras e Flávio Bolsonaro contou 10 mentiras no debate da Band
Placar da agência Aos Fatos mostra apenas duas afirmações verdadeiras de Flávio Bolsonaro. Lula deu duas declarações consideradas falsas
Flávio Bolsonaro e Lula - Crédito: Reuters
O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, fez 16 afirmações verdadeiras e teve apenas duas declarações consideradas falsas durante o debate promovido pela Band no domingo (18), enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) contou 10 mentiras e teve apenas duas falas corretas ao longo do confronto. O levantamento com a checagem em tempo real das declarações prestadas pelos postulantes ao Palácio do Planalto foi realizado e divulgado pela agência Aos Fatos.
De acordo com o placar final divulgado pela checagem, Lula obteve 16 declarações classificadas como “Verdadeiro”, cinco como “Não é bem assim” e duas classificadas como “Falso”. Por outro lado, Flávio Bolsonaro registrou dez declarações classificadas como “Falso”, nove no selo “Não é bem assim” e obteve apenas dois acertos classificados como “Verdadeiro”.
VÍDEO: Deputado do PL é preso após atirar dentro de balada em SP
Bastidores mostram como aliados de Flávio tumultuaram debate e Band se omitiu
TSE dá 24 horas para Meta comprovar igualdade entre campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
Decisão atende pedido da campanha de Lula após denúncias sobre restrições seletivas a conteúdos do presidente nas redes sociais da companhia
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu um prazo de 24 horas para que a Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, comprove a adoção das medidas determinadas pela Justiça Eleitoral para assegurar tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais. Caso não demonstre o cumprimento integral das exigências, a companhia poderá ter sua multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão.
A determinação foi tomada pelo ministro Marco Aurélio Bellizze. O magistrado apontou que os prazos anteriormente estabelecidos pelo tribunal já haviam expirado e criticou a decisão da empresa de ampliar, por iniciativa própria, de 72 horas para cinco dias o período destinado ao cumprimento das obrigações judiciais.
“A substituição unilateral dos prazos fixados pelo juízo equivale a descumprimento, sobretudo em processo cuja utilidade depende do tempo”, escreveu Bellizze na decisão.
A nova determinação ocorre após o TSE acolher, na semana passada, um pedido da campanha de Lula, que denunciou supostas restrições seletivas à circulação de conteúdos políticos favoráveis ao presidente nas plataformas da Meta. A coligação também questionou dificuldades no impulsionamento de publicações eleitorais e possíveis diferenças no tratamento dispensado às duas candidaturas que disputam a Presidência.












