segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Em 6 anos e meio, municípios do Paraná gastaram quase R$ 1,2 bilhão com shows
Justiça proíbe amigo de Jair de usar nome “Bolsonaro” nas urnas
Podemos diz a Dino que direção nacional da legenda não controla emendas parlamentares
Quem é o homem que matou cachorro a tiros na Tijuca

Advogado denuncia Renan Santos por ataque a Janja: “Humilhação e escárnio”
Tarcísio termina mandato com déficit de R$ 12,2 bilhões em SP
Dino diz que emendas parlamentares são o “maior vetor da corrupção” no Brasil
Ministro do STF atribui avanço de desvios a mudanças fiscais adotadas durante a pandemia da Covid-19
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (24) que as emendas parlamentares se tornaram o “maior vetor da corrupção” no Brasil. A declaração foi dada durante participação remota em um evento da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). As informações são do jornal Folha de São Paulo.
Dino relacionou o cenário às alterações nas regras fiscais promovidas durante a pandemia da Covid-19. Segundo o ministro, a criação do chamado “orçamento de guerra”, com a flexibilização de limites fiscais, abriu espaço para o surgimento de mecanismos criminosos dentro do sistema orçamentário.
“Surge a ideia de um novo orçamento, que foi chamado de orçamento de guerra. Uma regra que permitiria o banimento de praticamente todos os limites fiscais. É algo a ser estudado: como tão rapidamente engenhos criminosos se formaram por dentro disso”, disse.
Na avaliação do magistrado, as emendas parlamentares deixaram de cumprir a finalidade de aperfeiçoar “políticas públicas nacionais e regionais” e passaram a atender a “interesses de cunho privatista e eleitoral, muitas vezes envolvendo esquemas de corrupção e desvio de recursos públicos de amplitude nacional”.
Fim da escala 6×1: relator quer entregar parecer na quinta, mas avalia mudar texto da Câmara
Congresso terá apenas uma semana de votações antes das eleições, aumentando a pressão pela aprovação
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala de trabalho 6×1, pretende apresentar seu parecer na quinta-feira (27), com o objetivo de levar a matéria à votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na semana seguinte. O parlamentar, no entanto, ainda não decidiu se manterá integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados.
Em entrevista à Folha de São Paulo nesta segunda-feira (24), Aziz afirmou que ainda analisará a versão encaminhada pelos deputados antes de fechar seu relatório. “Quero apresentar o relatório na quinta, para podermos votar na outra quarta-feira [na CCJ]. Ainda vou analisar a proposta, não decidi se manterei ou não [o texto da Câmara]”, declarou.
Moraes diz que modelo eleitoral brasileiro faliu e defende voto distrital misto
Vice-presidente do STF afirmou que o sistema atual enfraquece partidos e o Congresso; ministro também cobrou mudanças no Judiciário
Ministro Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (24) uma reforma política no Brasil e afirmou que o atual modelo eleitoral “faliu”. Para ele, o sistema vigente favorece a eleição de parlamentares sem vínculo programático sólido com partidos e dificulta a governabilidade.
As declarações foram feitas durante palestra em congresso do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), onde Moraes recebeu homenagens, segundo informações do SBT News. O ministro também defendeu mudanças no Judiciário, com foco em celeridade processual, segurança jurídica e combate ao crime organizado.
“Não há caminho mais seguro para manutenção da democracia, mesmo com todos os problemas, do que fortalecer as instituições”, afirmou Moraes.
Ao tratar do período democrático iniciado com a Constituição de 1988, o ministro citou crises institucionais enfrentadas pelo país, como dois impeachments presidenciais e a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023. Ainda assim, disse que o Brasil resistiu.
“O Brasil continua hoje, 24 de agosto, uma democracia forte, com eleições marcadas. E nós temos que fortalecer as instituições. E fortalecer exige reformas em todos os poderes”, declarou.
Dino autoriza PF a acessar dados de operação contra produtora de Dark Horse
Material apreendido em investigação da Polícia Civil de SP será compartilhado com inquérito que apura suspeita de uso de emendas parlamentares no financiamento do filme sobre Bolsonaro
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o compartilhamento com a Polícia Federal de dados apreendidos em uma operação da Polícia Civil de São Paulo contra Karina Ferreira da Gama, produtora envolvida no filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. A decisão atende a um pedido da PF e permite que o material seja incorporado ao inquérito que apura se recursos públicos de emendas parlamentares foram usados no financiamento do longa. A informação foi publicada pela coluna de Bela Megale, do jornal O Globo.
VÍDEO: Cristian Cravinhos declara voto em Flávio Bolsonaro por “mais segurança”
Ministros defendem definição do TSE sobre IA antes do horário eleitoral
Corte tem maioria para manter proibição de deepfakes, mas pedido de vista de Nunes Marques adiou julgamentos sobre o tema
Integrantes do Tribunal Superior Eleitoral avaliam que a Corte precisa encerrar, antes do início do horário eleitoral gratuito, as dúvidas sobre os limites do uso de inteligência artificial na campanha deste ano. A preocupação central é evitar insegurança jurídica e impedir que candidatos passem a testar os limites da resolução eleitoral sobre deepfakes. As informações foram publicadas pelo blog de Valdo Cruz, no G1.
Ministros do TSE defendem que o tribunal confirme de forma expressa a proibição do uso de deepfakes já prevista nas regras eleitorais, diante do avanço de conteúdos produzidos por inteligência artificial generativa.
O debate ganhou força porque o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e aliados têm usado vídeos feitos com inteligência artificial com imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em uma estratégia vista por integrantes da Corte como um desafio ao entendimento da Justiça Eleitoral.
TRE-SP mantém Pablo Marçal inelegível e confirma multa de R$ 420 mil
O presidente do TRE-SP também concluiu que a defesa deixou de enfrentar adequadamente os fundamentos utilizados na condenação
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) manteve Pablo Marçal inelegível e confirmou a multa de R$ 420 mil aplicada ao empresário por uso indevido dos meios de comunicação durante a eleição municipal de 2024. A decisão, divulgada nesta segunda-feira (24), também rejeitou recursos apresentados pela defesa do ex-candidato à Prefeitura de São Paulo e pelo Ministério Público Eleitoral.
Segundo reportagem da CNN Brasil, assinada por Gabriela Boechat, o presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré, entendeu que os recursos não preenchiam os requisitos necessários para prosseguir às instâncias superiores. Marçal havia sido condenado em abril de 2025, após ação apresentada pelo PSB.
O processo teve origem em uma iniciativa promovida durante a campanha de 2024, quando Marçal estimulou seguidores a produzir e divulgar cortes de vídeos de sua candidatura nas redes sociais. A ação previa uma competição entre participantes, com promessa de remuneração, e foi apontada como uma forma irregular de impulsionamento de conteúdo eleitoral.
Tarcísio tem 52% e Haddad 35% em São Paulo, diz Real Time Big Data
Governador abre 17 pontos e venceria no primeiro turno
A disputa pelo governo de São Paulo tem Tarcísio de Freitas (Republicanos) à frente de Fernando Haddad (PT), segundo levantamento Real Time Big Data divulgado nesta segunda-feira (24). O governador aparece com 52% das intenções de voto no primeiro turno, contra 35% do ex-prefeito da capital paulista.
A vantagem de 17 pontos percentuais colocaria Tarcísio em posição de vencer a eleição ainda no primeiro turno, caso o cenário se confirme nas urnas. O levantamento ouviu 2 mil eleitores no estado de São Paulo entre 19 e 22 de agosto, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-01347/2026.
PF amplia cerco sobre Dark Horse e cobra da Ancine dados sobre financiamento
Em ofício enviado à agência, a PF “a situação jurídica atual” do longa, “bem como o cronograma de execução da obra eventualmente informado ao órgão regulador”
Crédito: Dark Horse-Flávio Bolsonaro-Jair Bolsoanro (Foto: Divulgação/Jair Bolsonaro/Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Flávio Bolsonaro/Adriano Machado/Reuters/Daniel Vorcaro/Reprodução/ Montagem/IA Dall-e)
A Polícia Federal avançou sobre a estrutura jurídica e financeira de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro, e deu prazo de dez dias para que a Agência Nacional do Cinema (Ancine) entregue informações sobre a produção. A apuração tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça. A informação foi divulgada por Malu Gaspar, em sua coluna no jornal O Globo.
Os investigadores querem saber qual é a situação jurídica da obra, quem são as pessoas físicas e jurídicas envolvidas, como se deu o financiamento e se houve uso de recursos públicos, incentivos fiscais ou benefícios ligados a políticas federais de fomento ao audiovisual.
O pedido à Ancine foi formalizado em ofício de duas páginas, assinado na última terça-feira (18). No documento, a PF solicita que a agência “esclareça a situação jurídica atual” do longa, “bem como o cronograma de execução da obra eventualmente informado ao órgão regulador”. Os investigadores também pedem dados sobre registro, “comunicação de produção, certificação ou qualquer outro procedimento administrativo relacionado à obra cinematográfica”.
Fachin recebe Janja para discutir combate à violência contra a mulher
O encontro busca estender os instrumentos de proteção a mulheres ameaçadas ou submetidas a violência em outros contextos
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, recebe nesta segunda-feira (24) a primeira-dama Janja da Silva para discutir o combate à violência contra a mulher e apresentar medidas do Judiciário voltadas à prevenção do feminicídio, à proteção de vítimas e à resposta mais rápida do Estado diante de situações de risco.
Segundo reportagem do Metrópoles, a reunião ocorre a pedido de Janja. Fachin deverá apresentar as ações do Poder Judiciário no âmbito do Pacto dos Três Poderes Contra o Feminicídio, iniciativa que busca articular medidas institucionais para ampliar a proteção às mulheres.
Um dos principais temas do encontro será a aplicação prática de decisão recente do plenário do STF que ampliou o alcance das medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha para situações que não se restringem ao ambiente doméstico.
Derrite, Tebet, André do Prado e Marina estão tecnicamente empatados pelo Senado em SP
Os dados são da pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (24)
O deputado federal Guilherme Derrite (PP) e a ex-ministra Simone Tebet (PSB) lideram a disputa ao Senado em São Paulo, com 18% e 17% das intenções de voto, respectivamente, em cenário de empate técnico. André do Prado (PL), com 15%, e Marina Silva (Rede), com 14%, aparecem próximos dos dois primeiros colocados, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (24).
O levantamento indica uma disputa aberta pelas duas cadeiras de São Paulo no Senado, com quatro candidatos separados por apenas quatro pontos percentuais e, portanto, dentro ou muito próximos da margem de erro de dois pontos.
Flávio Bolsonaro escala aliados para barrar votação do fim da escala 6×1 antes da eleição
Oposição tenta adiar análise no Senado para impedir vitória de Lula após reaproximação com Alcolumbre
A possibilidade de votação da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 entrou no centro da disputa eleitoral e mobilizou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que tenta impedir que a medida avance no Senado antes das eleições.
Segundo o jornal O Globo, a movimentação foi deflagrada após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizar que poderia pautar a PEC depois de uma reaproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta é uma das bandeiras eleitorais do petista e estava travada desde maio.
Lula intensifica acenos ao eleitorado feminino enquanto Flávio Bolsonaro acumula desgastes
Campanha do presidente vê eleitorado feminino como estratégico para a reeleição e busca ampliar vantagem sobre o candidato do PL
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai reforçar a ofensiva sobre o eleitorado feminino, tratado pelo núcleo petista como um dos segmentos decisivos para a disputa presidencial. O próximo movimento será um encontro com lideranças mulheres em Belo Horizonte, marcado para sábado (29), com a previsão de reunir cerca de 5 mil participantes de diferentes estados.
Segundo o Metrópoles, a intenção do PT é usar o ato para alinhar estratégias dos próximos meses e “dar o tom” da campanha junto a candidatas, dirigentes partidárias e aliadas políticas. Entre os temas previstos para o encontro estão o combate à violência contra a mulher, incluindo a violência digital, a igualdade salarial, a saúde feminina e a ampliação da presença de mulheres nos espaços de poder.
O foco no público feminino tem peso eleitoral direto. As mulheres somam 83,8 milhões de eleitoras no Brasil, o equivalente a 52,83% do eleitorado nacional. Pesquisas recentes indicam vantagem de Lula sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) nesse segmento. Levantamento da Quaest divulgado no início de agosto apontou o petista com 47% das intenções de voto entre as mulheres, contra 35% do candidato do PL.
Lula cobra campanha corpo a corpo para disputar votos e defender resultados do governo
Presidente orienta aliados a reforçar presença nas ruas, defender resultados da economia e enfrentar bolsonaristas no contato direto com eleitores
A estratégia eleitoral do presidente Lula (PT) passou a priorizar uma ofensiva de rua, com cobrança direta para que aliados intensifiquem o corpo a corpo nos bairros e disputem voto a voto em uma campanha considerada acirrada. A orientação é que petistas e apoiadores estejam mais presentes no território, munidos de dados positivos do governo, sobretudo na área econômica. As informações foram publicadas pela Folha de São Paulo.
Segundo relatos, Lula tem repetido a aliados que “não se perde nem se ganha uma eleição de véspera” e defendido cautela, organização e presença constante nas ruas.
Deputados investigados no STF ampliam patrimônio em R$ 33,9 milhões
Os parlamentares aparecem em investigações conduzidas pela Polícia Federal entre 2020 e 2026
Nove deputados federais investigados em processos no Supremo Tribunal Federal (STF) registraram, em conjunto, aumento de R$ 33,9 milhões no patrimônio declarado à Justiça Eleitoral entre 2022 e 2026. Levantamento publicado pelo UOL nesta segunda-feira (24), com base nos registros de candidatura apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que o maior crescimento foi o do deputado Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE), cujos bens aumentaram R$ 13,3 milhões no período.
Os parlamentares aparecem em investigações conduzidas pela Polícia Federal entre 2020 e 2026 envolvendo suspeitas de desvios de emendas parlamentares, irregularidades em licitações e uso da cota parlamentar. Os procedimentos chegam ao Supremo em razão do foro por prerrogativa de função. Como parte dos processos tramita sob sigilo, o levantamento considerou deputados que já tiveram a participação nas apurações tornada pública por operações policiais ou pedidos formulados pela PF.
Integram a relação Carlos Jordy (PL-RJ), Dal Barreto (União Brasil-BA), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE), Júnior Mano (PSB-CE), Juscelino Filho (União Brasil-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). A maior parte disputa a reeleição em 2026. Jordy concorre ao Senado pelo Rio de Janeiro, enquanto Júnior Mano é candidato a primeiro suplente de senador na chapa de Cid Gomes (PSB).
Campanha de Lula vai ao TSE contra ação ‘coordenada e inautêntica’ sobre preços dos alimentos
Equipe do presidente acusa perfis ligados ao bolsonarismo de espalhar conteúdos com roteiros e imagens idênticos
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a abertura de investigação sobre uma suposta operação digital “coordenada e inautêntica” envolvendo publicações contra o petista a respeito dos preços dos alimentos. As informações foram divulgadas pela jornalista Daniela Lima, em sua coluna no UOL.
O material que será levado pelo PT à Justiça aponta semelhanças em roteiros, imagens, objetos em cena, gestos e estrutura de fala em vídeos publicados por influenciadores impulsionados por lideranças do PL.
De acordo com o levantamento citado pela coluna, mais de 20 influenciadores aparecem na documentação reunida pela campanha de Lula. Alguns deles, segundo o material, relataram em suas próprias redes ter recebido doações de empresários e de canais bolsonaristas depois de publicarem conteúdos contra o presidente.
Candidatos da direita escondem Flávio Bolsonaro em materiais de campanha
Materiais eleitorais de aliados priorizam figuras como Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira e ampliam desgaste do presidenciável
A dificuldade de Flávio Bolsonaro (PL) para consolidar alianças na disputa presidencial passou a aparecer também dentro do próprio campo político. Candidatos da direita em diferentes estados têm dado mais destaque à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) do que ao presidenciável em materiais de campanha, segundo reportagem de O Globo.
Lula diz que nível da política brasileira “caiu muito” e critica candidatos que buscam “lacrar” na internet
Presidente afirmou que a política brasileira perdeu qualidade e comparou cenário atual com disputas de décadas anteriores
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, em entrevista exclusiva à TV Record neste domingo (23), que a política brasileira perdeu qualidade nos últimos anos e criticou candidatos que, segundo ele, apostam na espetacularização nas redes sociais como caminho para disputar cargos públicos
Lula afirmou que há pessoas que acreditam que a exposição na internet seria suficiente para justificar uma candidatura à Presidência da República. “Tem gente que acha que pode ser candidato por causa da internet”, declarou.
“Tem gente que acha que brincar na internet ou lacrar na internet dá a ele o direito de ser presidente da República. Ser presidente é diferente, é tomar decisões. Tomar decisões é uma coisa séria, não é brincadeira. Então, eu acho que caiu, empobreceu”, completou.
Flávio Bolsonaro cresce, mas Lula segue na liderança da corrida eleitoral, diz pesquisa
