quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Regional de Saúde capacita médicos e enfermeiros para inserção do “Implanon”

Novo método contraceptivo, com implante subdérmico, já está sendo disponibilizado pelo SUS

Fotos: divulgação

A 16ª Regional de Saúde de Apucarana está realizando uma capacitação para inserção de implante subdérmico. O conteúdo teórico e prático foi iniciado na quarta-feira (9), teve sequência hoje (10) e será concluído nesta sexta-feira (11), em auditório da Unopar, em Arapongas.

O primeiro dia da capacitação teve a participação de 55 médicos. E, até amanhã (sexta-feira), 130 enfermeiros estão se inteirando de todos os detalhes sobre o uso do Implanon. São 14 horas de conteúdos teóricos e práticos.

O novo método contraceptivo é uma importante estratégia para fortalecer a saúde sexual e reprodutiva e ampliar as possibilidades de planejamento reprodutivo oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O implante é um método contraceptivo de longa duração, reversível e de alta eficácia, que é inserido sob a pele do braço e libera continuamente o hormônio etonogestrel. “A incorporação e a ampliação da oferta desse método no SUS representam um avanço na possibilidade de escolha das mulheres, respeitando suas necessidades, seus projetos de vida e suas preferências”, avalia a enfermeira obstétrica Sabrina Kuniczki, coordenadora do evento.

Segundo ela, para que essa estratégia aconteça de forma segura e qualificada, é fundamental investir na capacitação dos profissionais. “É justamente esse o propósito desta oficina: preparar os profissionais para que possam realizar a inserção e o manejo do método com segurança, qualidade e responsabilidade”, assinala Sabrina.


A capacitação também contribui na integração entre Estado, municípios e profissionais de saúde, para que essa política se transforme, de fato, em acesso e cuidado para as usuárias do SUS.

A abertura oficial do evento, na Unopar, teve a presença do diretor interino da 16ª RS, Marcos Vinicius Oliveira da Costa, e do secretário de saúde de Arapongas, Carlos Eduardo Arruda, o Cadu. “Trata-se de uma importante conquista das mulheres, com um método seguro e de longa duração, com um procedimento de implante bem simples, mas existem critérios e regras a serem respeitadas, como parte de um planejamento familiar”, comentou Marcos Costa.

O secretário de saúde de Arapongas, Cadu, parabenizou a Sesa e a 16ª Regional de Saúde pela iniciativa da capacitação e, ao mesmo tempo, estimular o uso do novo método. “A oferta do Implanon comprova que a cada dia temos um Sistema Único de Saúde cada vez melhor”, enalteceu o secretário.

A partir de fevereiro deste ano, a 16ª RS começou a entregar os primeiros lotes do Implanon, atendendo mulheres de Apucarana e Arapongas. De início, o Ministério da Saúde está liberando o implante subdérmico somente para os municípios com população superior a 50 mil habitantes, sendo autorizado para mulheres de 14 a 49 anos.

O novo método é implantado, de forma subcutânea, no braço da mulher e tem duração de três anos e com comprovada eficiência contraceptiva. O implante de etonogestrel é um método reversível e de alta eficácia, que se soma a outras opções já disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Ele atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período.

A chefe da seção de Atenção Primária e coordenadora da área materno infantil da 16ª RS, Sabrina Kuniczki, explica que, além de Apucarana e Arapongas, os demais municípios também serão atendidos na sequência.
“Trata-se de um direito de saúde sexual e reprodutiva, que contempla ainda o planejamento familiar. Nós estamos capacitando médicos e enfermeiros dos demais municípios da nossa área, para a inserção do subdérmico Implanon nas mulheres que manifestarem interesse”, anuncia Sabrina Kuniczki.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Flávio Bolsonaro se desespera, ataca Dino e fala em suposta “terceira facada”

 Flávio Bolsonaro não especificou quais teriam sido as outras supostas “facadas”, ao reagir ao avanço da investigação do caso “Dark Horse”

                     Flávio Bolsonaro  - Crédito: Captura de tela/Vídeo

O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), proferiu novos ataques nas redes sociais, à medida que seu desespero aumenta por conta do avanço nas investigações sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, uma produção propagandística pró-Jair Bolsonaro.

“A terceira facada chegou”, disse Flávio Bolsonaro, em vídeo divulgado no Instagram nesta quinta-feira (10).

No vídeo, Flávio Bolsonaro não disse a quais supostas outras facadas se referia.

Ele atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, por ter mais cedo decidido que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, fosse restituído ao cargo, após o ministro do STF André Mendonça retirá-lo do cargo. Posteriormente, as decisões dos ministros a respeito da PF foram anuladas pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, que decidirá sobre a permanência de Rodrigues no cargo.

Lula acaba com a ‘taxa das blusinhas’, faz aceno à classe média e destaca isenção de imposto para importação de medicamentos

 Presidente sanciona lei extinguindo a tributação sobre compras de até US$ 50, zera imposto de medicamentos para doenças raras e defende inclusão do SUS no benefício

Luiz Inácio Lula da Silva -  Crédito: Ricardo Stuckert

 O presidente Lula (PT) sancionou, nesta quinta-feira (10), o Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 13/2026, que altera o Decreto-Lei nº 1.804/1980 e extingue oficialmente a chamada “taxa das blusinhas”. A medida coloca fim à cobrança do imposto de importação de 20% sobre compras de até US$ 50 efetuadas por pessoas físicas e limita a aplicação do regime simplificado para mercadorias de até US$ 3 mil por remessa postal internacional.

Durante discurso no ato de sanção, o presidente Lula refutou a tese de que o fim da tributação visa unicamente às populações de menor renda, destacando que as compras internacionais de pequeno valor são amplamente difundidas na classe média. “Todo mundo fala que essa lei é para ajudar as pessoas mais pobres. Não é verdade. Aqui nessa mesa todas as mulheres e alguns homens compram essas coisas baratinhas. Quem vive no celular o dia inteiro procurando notícia ruim, o que faz a maioria das pessoas, acha uma coisa para comprar inusitada, que ele nunca tinha visto. E vai comprando. É fácil pagar, paga pelo Pix. As pessoas vão comprando. E não é pobre. A classe média compra. A Dona Lu [Alckmin] compra, a filha dele compra, a Miriam Belchior compra, a nossa senadora compra, a nossa Teresa Leitão compra. Todo mundo compra. Então vamos tirar esse discurso de que ‘é para os pobres’. Não. É para quem gosta de comprar essas coisas”, argumentou o mandatário.

Bia Kicis movimentou R$ 3,4 milhões em transações atípicas, aponta Coaf

 Relatório citado por Flávio Dino menciona deputada por repasse de R$ 500 feito por Mário Frias, alvo da investigação

Bia Kicis  - Crédito: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

 A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) foi mencionada em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) transcrito na decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a Operação Make Up, investigação sobre suspeitas de desvio de recursos públicos destinados a uma ONG ligada à produtora do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).

O Coaf apontou que Bia Kicis movimentou R$ 3,4 milhões em transações consideradas atípicas no intervalo de um ano, entre maio de 2025 e maio de 2026. O montante foi dividido igualmente entre créditos e débitos: R$ 1,7 milhão em entradas e R$ 1,7 milhão em saídas.

Marqueteiro amigo de Flávio Bolsonaro doou R$1 milhão à produtora de Dark Horse

 Marcello Lopes afirma que aporte à produtora de Dark Horse foi feito a pedido de Mário Frias após interrupção dos recursos de Daniel Vorcaro

                     Flávio Bolsonaro  - Crédito: Andressa Anholete/Agência Senado

O publicitário Marcello Lopes, amigo pessoal de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ex-integrante da pré-campanha presidencial do senador, transferiu R$ 1 milhão para a Go Up Entertainment Ltda., produtora responsável por Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

A informação consta de decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou uma operação da Polícia Federal contra a proprietária da produtora, Karina Gama, e o deputado federal Mário Frias (PL-SP).

Segundo relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mencionados na decisão, a transferência de Marcello Lopes ocorreu no período entre 10 de novembro e 30 de dezembro de 2025, quando foram identificadas movimentações consideradas atípicas nas contas da Go Up.

No intervalo analisado, a produtora movimentou R$ 19,03 milhões, sendo R$ 8,95 milhões em créditos e R$ 10,07 milhões em débitos.

Entre os principais remetentes de recursos apontados no relatório estão a Moneycorp Banco de Câmbio, com R$ 3,92 milhões; a GO7 Assessoria, Produção e Marketing Cultural, com R$ 2,61 milhões; Marcello Lopes, com R$ 1 milhão; a NTT Brasil, com R$ 750 mil; e Mário Frias, com R$ 645,4 mil.

Em sua decisão, Dino registrou:

“A comunicação de n.º 24 já foi brevemente tratada no item 1.4.2.3., mas versa sobre movimentações consideradas atípicas em contas correntes da empresa Go Up Entertainment Ltda, CNPJ 44.447.509/0001-52, abrangendo o período de 10/11/2025 a 30/12/2025, em que a empresa movimentou R$ 19.033.071,00, sendo R$ 8.955.158,00 a crédito e R$ 10.077.913,00 a débito.”

Dino cita Ramagem e fala em risco de fuga de Mario Frias

 “O cenário público nacional, lamentavelmente, deu provas de que a evasão internacional é via cogitada por alguns parlamentares ante a perspectiva da persecução penal”, afirma o ministro

     Alexandre Ramagem - Crédito: Gustavo Moreno/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a deflagração de uma operação de busca e apreensão direcionada ao deputado federal Mario Frias (PL-SP), a ex-integrantes de seu gabinete parlamentar e a empresários suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada ao desvio de verbas públicas por meio de emendas parlamentares. A decisão foi proferida no âmbito da Petição (PET) 16.669/DF, instaurada a partir de apurações da Polícia Federal e de auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU).

Na fundamentação da medida cautelar, Dino fez menção expressa a episódios recentes envolvendo parlamentares sob investigação penal — citando nominalmente a apuração que envolve o ex-deputado e ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem —, para fundamentar a necessidade das diligências e afastar eventuais questionamentos sobre a aplicação de medidas restritivas. O magistrado ressaltou que a evasão do país passou a ser uma hipótese concreta no meio político frente ao avanço de investigações do Judiciário. “Não se pode ignorar que o cenário público nacional, lamentavelmente, deu provas de que a evasão internacional é via cogitada por alguns parlamentares ante a perspectiva da persecução penal”, afirmou o ministro em sua decisão.

Dino suspende contratos públicos de entidades ligadas ao filme “Dark Horse”

 Entre as empresas citadas está a Go Up Entertainment Ltda., produtora do filme, de propriedade de Karina Ferreira da Gama

       Flávio Dino - Crédito: Alejandro Zambrana/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender, no âmbito do caso “Dark Horse”, o direito de uma série de entidades envolvidas com o filme bolsonarista de contratar com o poder público. Dino também suspendeu os pagamentos oriundos de contratos firmados.

“Suspendo qualquer pagamento oriundo de contratos com o Poder Público, salvo autorização específica deste relator, mediante requerimento motivado e acompanhado de elementos probatórios”, diz a decisão.

Produtora de Dark Horse comprou carro de R$102 mil com dinheiro vivo

 Pagamento em espécie feito por Karina Gama chamou a atenção do Coaf e aparece em decisão de Flávio Dino que autorizou operação da PF

                          Karina Ferreira Gama - Crédito: Reprodução / IA/Dall-E

 Uma movimentação financeira envolvendo Karina Ferreira da Gama, dona da produtora responsável por Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, chamou a atenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf): a empresária adquiriu um veículo elétrico da BYD e desembolsou R$ 102.190 em dinheiro vivo.

A informação consta na decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a Operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares.

Segundo a decisão, Karina comprou um BYD Song Plus em 13 de janeiro de 2025. O automóvel é avaliado em cerca de R$ 185 mil, mas a aquisição registrada pela empresária ocorreu pelo valor de R$ 102.190, pago em espécie. A forma de pagamento foi identificada pelo Coaf em meio à análise das movimentações financeiras relacionadas aos investigados.

Augusto Cury violou legislação eleitoral ao impulsionar conteúdos de forma irregular nas redes

 Conteúdos favoráveis ao presidenciável foram impulsionados por terceiros, prática vedada pela legislação; campanha diz desconhecer anúncios

              Augusto Cury  -  Crédito: Reprodução/YT

Conteúdos favoráveis a Augusto Cury (Avante), candidato à Presidência da República, foram impulsionados por terceiros em redes sociais, prática considerada irregular pela legislação eleitoral. A regra permite que apenas candidatos, partidos, federações, coligações e representantes contratem e paguem por anúncios eleitorais, que devem ser identificados de forma clara.

O levantamento foi feito pela Folha de São Paulo com base na biblioteca de anúncios da Meta, empresa que reúne plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp. A reportagem identificou mais de 60 anúncios, entre ativos e removidos, veiculados nas últimas semanas com mensagens positivas sobre Cury.

Procurado pelo jornal, o marqueteiro da campanha, Sergio Lima, afirmou que a candidatura atua de acordo com as normas eleitorais. “Não temos conhecimento a respeito desses impulsionamentos”, disse, por mensagem de texto.

A suspeita ocorre em meio ao crescimento de Cury nas redes e nas pesquisas após sua participação no debate presidencial da Band. No Datafolha divulgado na última quinta-feira (3), o escritor aparece com 8% das intenções de voto, em terceiro lugar, atrás do presidente Lula (PT), com 38%, e do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 33%.

Segundo a Folha, Cury também ganhou quase 2,5 milhões de seguidores no Instagram em duas semanas. Influenciadores que não costumavam tratar de política passaram a publicar vídeos roteirizados em apoio ao candidato, o que provocou desconfiança em campanhas adversárias sobre eventual pagamento por publicidade, prática também proibida pela legislação eleitoral.

Na semana passada, ao comentar as suspeitas, Sergio Lima negou irregularidade. “Se fosse isso, não teria reflexo na pesquisa, seria tudo ‘fake’. Levem ao TSE, não tem problema nenhum”, afirmou à reportagem.

Dino derruba sigilo de decisão sobre caso Dark Horse que atinge deputados do PL

 Decisão do ministro do STF cita Mário Frias, Bia Kicis e Marcos Pollon

Flávio Dino - Crédito: Gustavo Moreno/STF

 O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (10) a retirada do sigilo de sua decisão que determinou a busca e apreensão envolvendo o deputado federal Mário Frias (PL-SP), no âmbito do caso “Dark Horse”, filme de propaganda pró-Jair Bolsonaro financiado por Daniel Vorcaro, ex-chefe do Banco Master.

“Cumpridas as diligências de busca e apreensão, determino o levantamento do sigilo desta decisão”, diz o documento. Dino enviou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão foi divulgada nesta quinta-feira, e sua autorização é do dia 3 de setembro.

Na decisão, Dino proibiu Frias de deixar o país. O documento também cita a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS).

Fonte: Brasil 247

Marcos Pollon e Bia Kicis teriam indicado emendas para produtora de Dark Horse

 Apesar das suspeitas que cercam as indicações, os valores não foram efetivamente repassados em razão de óbices técnicos e normativos

Bia Kicis e Marcos Pollon  - Crédito: Câmara dos Deputados

O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) foram identificados como autores de indicações de emendas parlamentares destinadas à Academia Nacional de Cultura (ANC), entidade presidida por Karina Ferreira da Gama. A empresária é apontada pelas investigações da Polícia Federal como figura central de uma rede ligada à produção do filme Dark Horse, obra sobre Jair Bolsonaro (PL), e à gestão de organizações da sociedade civil que movimentaram vultosos recursos públicos federais. A despeito das indicações e das suspeitas que cercam a destinação das verbas, os valores não foram efetivamente repassados às contas da entidade em razão de óbices técnicos e normativos na celebração dos termos de parceria, informa decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o levantamento e os relatórios de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) integrados ao inquérito conduzido pelo ministro Dino, Marcos Pollon destinou R$ 1 milhão por meio de emenda parlamentar, enquanto Bia Kicis alocou R$ 150 mil. Ambas as verbas tinham como canal de intermediação o Governo do Estado de São Paulo e visavam supostamente ao financiamento do projeto “Heróis Nacionais”.

O que Moraes pretendia falar em pronunciamento cancelado


      Alexandre de Moraes, ministro do STF. Foto: reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou, poucas horas depois, um pronunciamento à imprensa que havia marcado para as 11h desta quinta-feira (10) sobre o caso Master. A convocação ocorreu enquanto o tribunal se prepara para analisar a possibilidade de abrir uma investigação formal sobre o ministro.

Ao Metrópoles, aliados de Moraes afirmaram que ele pretendia apresentar aos jornalistas informações que também deve levar ao presidente do STF, Edson Fachin. O encontro havia sido anunciado pelo próprio gabinete do ministro e acabou desmarcado em novo comunicado.

O episódio envolve mensagens que apontaram uma relação próxima entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Na semana passada, o ministro André Mendonça retirou o sigilo dessas conversas.

Após a divulgação das mensagens, Mendonça pediu que o plenário do STF decida se abre uma apuração formal contra Moraes. O pedido levou o caso à análise dos demais ministros da Corte.

PL se frustra com atuação limitada de Michelle Bolsonaro no primeiro turno

 Candidata ao Senado pelo DF tem priorizado a própria campanha enquanto cuida de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar

       Michelle Bolsonaro  - Crédito: Reprodução/Redes Sociais

A baixa presença de Michelle Bolsonaro (PL) em agendas eleitorais fora do Distrito Federal provocou frustração em setores do PL, que esperavam um papel mais ativo da ex-primeira-dama no primeiro turno da campanha.

Segundo informações publicadas pelo blog do jornalista Gustavo Uribe, da CNN Brasil, dirigentes e candidatos da legenda avaliavam que Michelle poderia impulsionar palanques do partido, especialmente em disputas estaduais no Norte e no Nordeste. Até agora, porém, ela concentrou sua atuação na capital federal, onde também disputa uma vaga ao Senado.

A expectativa interna era de que a ex-primeira-dama participasse de viagens pontuais para apoiar candidatos do PL a governos estaduais e ajudasse a mobilizar a militância bolsonarista em regiões consideradas estratégicas. Essa possibilidade, no entanto, foi descartada por dirigentes do partido neste momento.

Dark Horse: Dino proíbe Mario Frias de deixar o país e determina retenção de passaporte

 Operação da PF mira 29 investigados por suspeita de desvio de R$ 2 milhões em emenda parlamentar destinada à cinebiografia de Jair Bolsonaro

        Deputado federal Mário Frias (PL-SP)  - Crédito: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a proibição de saída do país sem autorização judicial prévia para todos os 29 alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Meak Up, realizada na manhã desta quinta-feira (10). Além da retenção de passaportes e da restrição de deslocamento internacional, a decisão do magistrado proíbe expressamente que os investigados estabeleçam qualquer tipo de comunicação entre si, segundo Elijonas Maia, da CNN Brasil.

Entre os principais atingidos pelas medidas cautelares está o deputado federal e ex-secretário especial da Cultura Mario Frias (PL-SP). A ordem judicial também alcança ex-assessores vinculados ao seu gabinete parlamentar e a empresária Karina Gama, responsável pela produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro (PL).

A pedido do PT, Justiça manda candidato do Novo retirar propaganda eleitoral do ar




O deputado estadual Arilson Chiorato, presidente do PT do Paraná, pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) a cassação do registro de candidatura de Jeffrey Chiquini (Novo),na foto, candidato a deputado federal, e a retirada de propaganda eleitoral publicada em um canal do Telegram e no site da empresa de Chiquini. Em decisão liminar, a Justiça Eleitoral atendeu ao pedido de remoção e deu 24 horas para os conteúdos serem apagados. O pedido de cassação ainda será analisado pelo Tribunal.

Candidato a deputado federal, Arilson Chiorato entrou com a ação no TRE-PR. Arilson é presidente do PT-PR, coordenador da campanha do presidente Lula no Paraná e líder da Oposição na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A ação é assinada pelos advogados Dorival Assi, Lais Queiroz e Vinícius Gessolo.

Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), Arilson acusa Chiquini de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação na campanha.

“Os indícios são graves. Dinheiro público de campanha deve servir para apresentar propostas ao povo, não para promover empresa, vender curso ou criar vantagem na eleição. A decisão é um primeiro passo, e esperamos que tudo seja apurado até o fim”, afirmou Arilson.

Segundo a ação, Chiquini teria usado mais de R$ 670 mil em recursos públicos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário para promover páginas e marcas ligadas à Chiquini Consultoria Jurídica Ltda. O processo também aponta que o site de Chiquini e perfis no YouTube e no TikTok misturavam propaganda eleitoral com a venda de cursos e planos de assinatura.

A ação cita ainda um canal no Telegram com mais de 13 mil inscritos que não teria sido informado no prazo à Justiça Eleitoral. De acordo com o documento, o canal reunia conteúdo político, ofertas de investimento em criptomoedas e promessas de retorno financeiro.

Retirada em 24 horas

Na decisão, a juíza Nicole Trauczynski considerou que havia risco de prejuízo à eleição e deu 24 horas para Chiquini retirar toda propaganda e todo conteúdo eleitoral do canal, que não foi informado no prazo à Justiça Eleitoral. A magistrada também mandou retirar qualquer conteúdo eleitoral do site, já que a legislação proíbe propaganda eleitoral em páginas de empresas.

Se a ordem não for cumprida, a multa será de R$ 10 mil por dia e por publicação. O principal pedido da ação é a cassação do registro de candidatura de Chiquini por suposto abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. Essa parte ainda será analisada pelo TRE-PR. (Do Contraponto com Assessoria).

Sondagem eleitoral mostra tendência de segundo turno para o governo do Paraná

 Uma pesquisa Alfa Inteligência, divulgada na manhã desta quinta-feira (10), mostrou tendência de segundo turno nas eleições para governador do Paraná. O levantamento coloca três candidatos na briga pelas duas vagas.

No cenário estimulado, o senador Sergio Moro (PL-PR) pontua com 39%. Na sequência, aparecem o deputado federal Sandro Alex (PSD) com 26% e o deputado estadual Requião Filho (PDT) com 20%. Tayná Miessa (UP) e Luiz França (Missão) somaram 1% das intenções de voto, enquanto os demais candidatos não pontuaram. Eleitores que não souberam ou não responderam marcaram 8%, enquanto votos brancos e nulos registraram 5%.

A pesquisa realizada pela Alfa Inteligência, contratada pela TMC, entrevistou 1,2 mil eleitores, de 16 anos ou mais, pelo método CATI (Computer Assisted Telephone Interviewin Entrevista Telefônica Assistida por Computador), de 132 municípios, de todas as mesorregiões do Paraná, de 4 a 9 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-03042/2026.

Cenário espontâneo

No recorte espontâneo, quando os eleitores respondem o questionário sem os nomes apresentados, os candidatos pontuam da seguinte forma:

  • Sergio Moro (PL) – 25%;
  • Sandro Alex (PSD) – 14%;
  • Requião Filho (PDT) – 13%;
  • Alexandre Curi (Republicanos) – 1%;
  • Outros – 1%;
  • Ninguém, branco ou nulo – 3%;
  • Não sabe ou não respondeu – 44%

Segundo turno

A pesquisa Alfa Inteligência simulou três cenários de segundo turno com os líderes do recorte estimulado.

Sandro Alex x Requião Filho

  • Sandro Alex (PSD) – 47%;
  • Requião Filho (PDT) – 31%;
  • Branco ou nulo – 15%;
  • Não sabe ou não respondeu – 7%.

Sergio Moro x Sandro Alex 

  • Sergio Moro (PL) – 45%;
  • Sandro Alex (PSD) – 39%;
  • Branco ou nulo – 10%;
  • Não sabe ou não respondeu – 6%.

Sergio Moro x Requião Filho

  • Sergio Moro (PL) – 45%;
  • Requião Filho (PDT) – 39%;
  • Branco ou nulo – 10%;
  • Não sabe ou não respondeu – 6%.
Fonte: Contraponto

Operação da PF apreende armas e carros de luxo em apuração sobre desvio de emendas para Dark Horse

 Ação autorizada pelo STF investiga desvios milionários de recursos públicos que teriam financiado produção sobre o ex-presidente e estada nos EUA

Armas e carro apreendido na operação Operação Make Up, da Polícia Federal - Crédito: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) apreendeu armas de fogo e veículos de luxo durante as buscas e apreensões realizadas na manhã desta quinta-feira (10), no âmbito da Operação Make Up. A ação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre um esquema de desvio de recursos públicos originados de emendas parlamentares. Entre as principais linhas de apuração dos investigadores está o possível uso desse dinheiro para o financiamento de Dark Horse, filme que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro (PL), segundo Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.

Entre os principais alvos da ofensiva policial estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a empresária Karina da Gama, sócia da produtora Go Up Entertainment, empresa responsável pela realização do longa-metragem. Durante o cumprimento das medidas cautelares, os agentes da corporação apreenderam o telefone celular do parlamentar. Ao todo, a PF cumpriu 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrindo endereços localizados no Distrito Federal e nos estados do Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro. Além dos automóveis de alto padrão e do armamento, foram recolhidos documentos e aparelhos eletrônicos que passarão por análise pericial.

PT pede que Mendonça e Dino tirem sigilos de investigações do caso Master

 Partido argumenta que vazamentos seletivos afetam o debate eleitoral

             André Mendonça e Flávio Dino - Crédito: Rosinei Coutinho/STF

O PT acionou o Supremo Tribunal Federal para pedir a retirada dos sigilos que ainda cercam investigações relacionadas ao Banco Master, caso apontado pelo partido como a maior fraude do sistema financeiro brasileiro.

A legenda protocolou na noite de quarta-feira (9) duas petições no STF, uma endereçada ao ministro André Mendonça e outra ao ministro Flávio Dino. Nos documentos, o partido pede que ambos tornem públicos os autos de apurações ligadas ao banco do empresário Daniel Vorcaro, que está preso.

O argumento central da equipe jurídica petista é que a manutenção parcial do sigilo, combinada com vazamentos seletivos, cria um ambiente de desequilíbrio no debate público e eleitoral. Para os advogados, a divulgação fragmentada de informações impede que partidos, candidatos e eleitores tenham acesso ao contexto completo das investigações.

“No regime de transparência brasileiro, vige o princípio da máxima divulgação, em que a publicidade é regra, e o sigilo, exceção”, afirmam as petições.

Deputada do PL denuncia importunação sexual em comício de Flávio Bolsonaro (vídeo)

 Imagens mostram agressão contra mulher no centro de Juiz de Fora

      Crédito: Reprodução

A deputada estadual Delegada Sheila (PL-MG), candidata à reeleição, denunciou um caso de suposta importunação sexual ocorrido contra uma mulher durante um ato de campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O episódio de violência ocorreu na quarta-feira (9), no meio da aglomeração de apoiadores que acompanhavam a movimentação política na cidade.

A denúncia foi feita por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, em que a parlamentar aparece ao lado de Charlles Evangelista, candidato a deputado federal por Minas Gerais. Na gravação, os dois comentam o registro em vídeo feito durante o evento, no qual um homem é flagrado se aproximando indevidamente da vítima por trás. Ao perceber a aproximação e a atitude do indivíduo, a mulher reage imediatamente para se defender, afastando o homem com tapas e socos.


Diante da gravidade da situação, a deputada repudiou veementemente a atitude do agressor nas imagens. “Gente, olha o que esse covarde fez com uma mulher no meio do comício do candidato Flávio Bolsonaro em Juiz de Fora. Isso é inadmissível”, afirmou a Delegada Sheila durante a gravação.

PF revela se crianças desaparecidas em Bacabal são as mesmas encontradas nos EUA

 Ágatha e Allan desapareceram em 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal

Isabelle, de 6 anos, e Michael, de 4 - Crédito: Reprodução

 A Polícia Federal descartou a possibilidade de que Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde janeiro em Bacabal, no Maranhão, estejam entre as 163 pessoas localizadas recentemente na Flórida, nos Estados Unidos, durante uma operação de combate à exploração infantil e ao tráfico de pessoas.

Segundo o Metrópoles, a corporação informou nesta quarta-feira (9) que recebeu das autoridades norte-americanas a confirmação de que nenhuma criança brasileira integra o grupo encontrado durante a Operação Statewide Shield.

“A Polícia Federal esclarece ainda que, segundo informações das autoridades norte-americanas, nenhuma criança brasileira está entre as 163 pessoas localizadas recentemente nos Estados Unidos no âmbito da Operação Statewide Shield”, diz a corporação em nota.

Operação sobre Dark Horse acende alerta na campanha de Flávio Bolsonaro

 Aliados tentam separar ação da PF de investigação sobre repasses de Vorcaro e apostam na crise do STF para reduzir desgaste eleitoral

    Flávio Bolsonaro  -Crédito: Lula Marques/Agência Brasil

A nova operação da Polícia Federal sobre o financiamento do filme Dark Horse acendeu um sinal de alerta na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, a três semanas do primeiro turno. Embora o senador não seja alvo da ação deflagrada nesta quinta-feira, aliados veem risco de desgaste por causa da retomada do tema no noticiário e da ligação do presidenciável com outra frente de apuração relacionada ao longa.

Segundo O Globo, a estratégia do entorno de Flávio é sustentar que a operação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), investiga suspeitas envolvendo emendas parlamentares e não a atuação do candidato na busca de recursos privados para o filme. Ao mesmo tempo, a campanha pretende manter o foco político na crise interna do STF, tema que vinha sendo explorado pelo presidenciável e que, na avaliação de seus aliados, ajudou a impulsionar seu desempenho nas pesquisas.

PF apreende sete armas de Mario Frias em operação

 

Armas de Mário Frias apreendidas pela PF. Foto: reprodução
A Polícia Federal apreendeu sete armas de fogo registradas em nome do deputado federal Mario Frias (PL-SP) durante buscas em endereços do parlamentar nesta quinta-feira (10). Os agentes encontraram o armamento em local diferente do endereço declarado nos registros.

A PF apontou situação irregular na guarda das armas e vai apurar o possível crime de posse ilegal de arma de fogo. A operação também incluiu buscas relacionadas ao financiamento de “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Frias figura entre os alvos da investigação que examina o repasse de R$ 2 milhões em emendas parlamentares para organizações ligadas à produtora Karina Gama. A Polícia Federal suspeita de desvios de recursos públicos destinados à realização do longa.

Os policiais cumprem 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou as medidas, e a operação não prevê mandados de prisão.

Alexandre de Moraes cancela pronunciamento no STF

 Ministro faria declaração nesta quinta-feira sobre o inquérito das fake news e o caso do Banco Master, mas adiou fala sem nova data

Brasília (DF), 02/02/2026 – O ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante a abertura do Ano Judiciário de 2026 do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes cancelou a declaração oficial que faria à imprensa nesta quinta-feira (10). O anúncio do cancelamento ocorreu pouco tempo após o próprio gabinete do magistrado ter confirmado a realização da agenda pública.

A manifestação de Moraes estava prevista para acontecer um dia depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, adotar uma série de medidas institucionais no intuito de conter a crise interna que se instalou na Corte. A tensão nos bastidores do tribunal envolve o inquérito que apura a disseminação de fake news e desdobramentos de investigações ligadas ao Banco Master.

Dark Horse custou US$ 24 milhões e supera orçamento de ganhadores do Oscar

 Produção ‘Dark Horse’ entra no alvo de operação por suposto desvio de emendas com custo que supera sucessos do cinema mundial

Ator Jim Caviezel interpretando Jair Bolsonaro - Crédito: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou uma operação na manhã desta quinta-feira (10) para investigar o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia baseada na trajetória política de Jair Bolsonaro (PL). A corporação apura o suposto desvio de emendas parlamentares voltadas à realização da obra cinematográfica. A ação cumpre 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O montante investido no projeto chama a atenção pelos valores astronômicos para os padrões do audiovisual. Segundo reportagem do Intercept Brasil veiculada em maio, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria solicitado US$ 24 milhões — equivalente a cerca de R$ 134 milhões na cotação da época — ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para custear a produção.

O orçamento expressivo do longa-metragem supera com folga grandes produções do cinema brasileiro, como os aclamados e premiados “O agente secreto” (2025) e “Ainda estou aqui” (2024). Além disso, a quantia de US$ 24 milhões seria suficiente para produzir 15 dos últimos 20 filmes vencedores do Oscar de Melhor Filme. O valor despendido suplanta o orçamento de produções independentes de prestígio como “Anora”, “Parasita” e “Moonlight”, e supera até mesmo obras hollywoodianas de grande porte técnico, a exemplo de “A forma da água” e “Birdman”.