Em
comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +51%, indicando
tendência de alta nos óbitos pela doença
O
Brasil registrou 1.940 novas mortes pela covid-19 neste sábado, 13. Pela
primeira vez em três dias, o País ficou abaixo na marca de duas mil vítimas do
novo coronavírus. Por outro lado, a média móvel de óbitos semanal bateu recorde
pelo 15º dia consecutivo e ficou em 1.824 neste sábado. Em comparação à média
de 14 dias atrás, a variação foi de +51%, indicando tendência de alta nos
óbitos pela doença.
No total, o Brasil
tem 277.216 mortos. Já o número de novos casos neste sábado foi de 70.934. Com
isso, o País atingiu a marca de 11.439.250 infectados. Os dados são do
consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra,
Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço
divulgado às 20h.
Um ano após o reconhecimento oficial da
pandemia, o Brasil vive o pior momento da doença com aumento de casos e mortes
em praticamente todas as regiões. Já são 52 dias seguidos com a média móvel de
mortes acima da marca de 1 mil. O Rio Grande do Sul registrou o maior balanço
diário de mortes causadas pela covid-19, com 331 óbitos nas últimas 24 horas,
segundo a Secretaria Estadual de Saúde. O recorde anterior era de 276 mortes, alcançado
na última quinta-feira (11). No Paraná, 97% dos leitos de UTI para tratamento
da doença no Sistema Único de Saúde (SUS) estão ocupados. Neste sábado, quase
um terço das mortes registradas no dia veio da região Sul.
Diante do avanço da pandemia, governadores
e prefeitos adotam medidas mais restritivas para conter a circulação de pessoas
e evitar a disseminação do acelerada do vírus. Pela primeira vez desde o início
da pandemia, Curitiba (PR) adotou o lockdown por nove dias para frear o vírus.
No Ceará, as medidas mais restritivas passam a valer em todo o Estado.
Boletim quinzenal da Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), divulgado na última quinta-feira, confirma a gravidade do momento,
apontando alta taxa de ocupação de leitos, tendência de avanço nos casos de
síndromes respiratórias e elevada participação do País no total de mortes
causadas pela doença no mundo. O Brasil é a segunda nação com mais registros,
atrás apenas dos Estados Unidos. Na contagem total de infectados, o País
superou a Índia nesta sexta-feira, de acordo com o site Worldometers. No país
asiático, porém, os índices de contágio estão em declínio.
O Estado de São Paulo registrou neste
sábado 434 mortes por coronavírus. Na cidade de São Paulo, a secretaria de
saúde municipal informou que a rede alcançou 83% de ocupação para leitos de
UTI.
O balanço de óbitos e casos é resultado da
parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o
dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias
nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à
decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia,
mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.
"Explicar
as oscilações da Bolsa, do dólar ou dos juros futuros sem que o resultado soe
como um conjunto frágil de narrativas desconexas ou conclusões apressadas é um
desafio para o jornalismo econômico", diz ela
(Foto: Ricardo Stuckert)
247 – A jornalista Flávia Lima, ombudsman da Folha,
criticou a mais recente armação do jornalismo econômico, que foi associar a
volta de Lula a efeitos negativos no mercado financeiro. "Os
acontecimentos dos últimos dias mostram como algumas interpretações podem ser
efêmeras, um problema que não precisa ser resolvido pelo mercado financeiro,
que opera nessa lógica, mas pela imprensa, cuja função é também alimentar a
reflexão e o debate", escreveu, em sua coluna.
"São leituras
provisórias e arriscadas, que tentam estabelecer relação entre eventos
financeiros complexos e a mais recente novidade política — envolvendo Lula,
Bolsonaro ou qualquer outro personagem. O retorno de Lula ao jogo foi a grande
notícia da semana e é relevante entender seus efeitos econômicos e políticos.
Explicar as oscilações da Bolsa, do dólar ou dos juros futuros sem que o
resultado soe como um conjunto frágil de narrativas desconexas ou conclusões
apressadas é um desafio para o jornalismo econômico", disse ainda.
"Lula,
seu filho da puta, eu quero dar um recado pra você. Presta atenção no recado
que vou dar para você, seu vagabundo: se você não devolver os R$ 84 bilhões que
você roubou do fundo de pensão dos trabalhador (sic), você vai ter pobrema
(sic)", diz o homem, segurando um revólver
Eleitor de Bolsonaro ameaça de morte o ex-presidente Lula (Foto: Reprodução: Redes Sociais)
247 - Um bolsonarista ainda não identificado ameaçou de
morte o ex-presidente Lula, após ter efetuado disparos em alvos de tiro.
"Lula, seu
filho da puta, eu quero dar um recado pra você. Presta atenção no recado que
vou dar para você, seu vagabundo: se você não devolver os R$ 84 bilhões que
você roubou do fundo de pensão dos trabalhador (sic), você vai ter pobrema
(sic)", diz o homem, segurando um revólver. "Outro recado. Não tenta
transformar o meu país numa Venezuela. Eu vou derramar meu sangue, mas vou
lutar por meu país", completa.
A
informação de que o ex-juiz de Curitiba perseguiu o ex-presidente Lula mancha
de vez o processo eleitoral brasileiro
Mídia foi parceria da delinquência de Moro, diz Janio de Freitas
247 – Com a confirmação pelo Supremo Tribunal Federal de
que o ex-juiz Sérgio Moro não era competente para julgar o ex-presidente Lula e
também agiu de forma ilegal e suspeita, cai a própria legitimidade da eleição
presidencial de 2018.
"As duas
ações em que Edson Fachin emitiu decisão e Gilmar Mendes proferiu voto, apesar
de formalmente separadas, tratam do mesmo tema. Na aparência, a conduta ilegal
e persecutória de Sergio Moro nos processos com que retirou o candidato Lula da
Silva (39% das preferências) da disputa pela Presidência em 2018, encaminhando
a eleição de Bolsonaro (18%). A rigor, o que está na essência das ações
judiciais é uma operação de interferências distorcivas no processo eleitoral
que comprometeram, por inteiro, a legitimidade de uma eleição
presidencial", escreve Janio de Freitas, em sua coluna.
"Nem
Sergio Moro é 'caso de suspeição', nem a ocupação da Presidência por Bolsonaro,
mesmo que vista como legal, tem legitimidade", aponta ainda o colunista.
Jurista
disse que eleição de 2018 foi ilegítima pois Lula foi impedido de participar
por algo que agora é considerado ilegal
(Foto: Divulgação)
Opera Mundi - Nesta segunda-feira (08/03), em uma edição
extraordinária do programa 20 MINUTOS, após a decisão do ministro do Supremo Tribunal
Federal Edson Fachin que anulou as sentenças da 13a Vara Federal de Curitiba contra o
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e restituiu os direitos eleitorais do
petista, o jornalista Breno Altman entrevistou o jurista e professor de Direito
da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) Pedro Serrano.
ara Serrano, o que
realmente se conquistou com o fato foi considerar, por primeira vez, que o
julgamento, a prisão e a interdição do ex-presidente foram atos políticos.
Assista
à entrevista na íntegra:
“Fachin reconheceu que Lula foi preso ilegalmente,
confirmando que a prisão era política, não jurídica. Portanto a eleição de 2018
não foi legítima porque um dos candidatos foi impedido de participar por algo
que agora é considerado ilegal. Então, nesse ponto, eu comemoro que um ser
humano está sendo liberado de algo feito contra ele. Mas protesto porque
ninguém vai repor um ano do Lula na cadeia, ninguém vai repor as eleições de
2018, ninguém vai repor as vidas perdidas pelo governo escolhido por essa gente”,
disse.
O jurista, no
entanto, apontou para o fato de que podem estar montando uma armadilha contra
Lula, pois a decisão do ministro não é definitiva. "Pode comemorar, mas
com cautela”, disse. A Procuradoria Geral da República inclusive já avisou que irá
recorrer.
O
recurso não terá data para ser julgado. Serrano explicou que o STF poderia
esperar até as vésperas da inscrição de candidatos para as eleições de 2022
para julgar o recurso e acatá-lo, desfazendo a decisão de Fachin, o que
voltaria a tornar Lula inelegível.
“É
muito estranho o Fachin vir com essa decisão, principalmente quando nós
juristas levamos anos dizendo isso e quando estava muito próximo o julgamento
do habeas corpus do
ex-presidente, em que a segunda turma do STF ia debater a nulidade dos
processos por parcialidade do juiz Sergio Moro. O que, aí sim, teria caráter
definitivo e cujo impacto seria muito maior”, defendeu.
Se Moro for
considerado parcial no julgamento de Lula, todas as provas do processo seriam
anuladas pois foi o juiz quem as coletou. Com a decisão de Edson Fachin, que o
considera apenas incompetente, as provas ainda podem ser aproveitadas. Por
isso, Serrando acredita ser importante lutar para que se leve adiante o debate
do habeas corpus.
'É
necessário reestabelecer a dignidade do sistema jurídico'
Serrano
disse que espera que a Segunda Turma não suspenda o julgamento do habeas corpus até que seja julgado o
recurso da Procuradoria Geral, com o intuito de promover a liberdade plena de
Lula.
“No
plano público, devemos estimular para que haja esse julgamento. É necessário
reestabelecer a dignidade do nosso sistema jurídico, virou uma palhaçada:
poucos dias antes de se julgar o habeas
corpus da parcialidade decide-se considerar o juiz do caso
incompetente? Espero que questionem a sinceridade da decisão do Fachin, que
sempre apoiou a Lava Jato”, ponderou.
O jurista acredita
que o ministro atuou para proteger Sergio Moro e os demais procuradores da
operação, que poderiam ser punidos por suas ações, uma vez concluído que todo o
processo foi político e, portanto, ilícito.
“É uma
obra salvacionista da Lava Jato. Existem importantes setores da sociedade
brasileira que participaram dessa operação e que agora estão procurando uma
justificativa para o que fizeram”, ressaltou.
'Tem
muita gente querendo se isentar dessa narrativa'
Para
Serrano, está ficando cada vez mais difícil sustentar a legitimidade da Lava
Jato, que se mostrou uma operação de perseguição política. Por isso, “tem muita
gente querendo se isentar dessa narrativa”.
O
principal é Sergio Moro que, segundo Serrano, não atuou como juiz. “Um juiz é
um garantidor de direitos. Moro foi um agente político, militante da extrema
direita. Ele nunca usou a lei e a Constituição para fazer justiça. Ele as
utilizou para fazer o que queria. E ainda foi recompensado tornando-se Ministro
da Justiça”, afirmou.
O
jurista ainda defendeu as gravações divulgadas na Vaza Jato, obtidas por
hackers, como informações que poderiam ser utilizadas como provas contra os
protagonistas da operação. Para ele não são provas ilícitas graças ao conceito
de direito de defesa de terceiros.
“Um dos hackers
disse que o fez por achar que estavam perseguindo Lula. Isso levanta o direito
de defesa de terceiros. Ou seja, uma conduta que em princípio é crime, deixa de
ser crime. Se eu, em teoria, posso até matar alguém em legítima defesa de
terceiros, quanto mais hackear”, ponderou. Para ele, o argumento ganha força a
partir do momento atual, quando se considera a prisão do ex-presidente como
política.
O
segundo argumento dado por Serrano foi, na verdade, um questionamento. Ele se
perguntou se agente públicos deveriam ter o mesmo direito de preservação da
intimidade que o resto dos cidadãos, pois, neste caso específico, as conversas
vazadas foram feitas "por telefones públicos, por agentes públicos, sobre
processos públicos para perseguir pessoas".
“Não
falo dos celulares pessoais nem nada, falo dos telefones profissionais. Não
acho que nesse caso eles deviam ter o mesmo direito de proteção à intimidade
quanto eu ou você”, concluiu.
Neste
domingo, completam-se 3 anos do assassinato da ativista e seu motorista
Anderson Gomes. Relembre as irregularidades da investigação e as 14 perguntas
que seguem sem resposta
Marielle Franco (Foto: Mídia Ninja)
247 - Neste domingo (14), completam-se 3 anos que a
ativista, socióloga e política Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes
foram assassinados brutalmente pelas milícias extremistas do Rio de Janeiro.
Até hoje, o PM
Ronnie Lessa e o ex-PM Elcio Queiroz, apontados pelas autoridades do Rio de
Janeiro como os responsáveis, não foram julgados.
Durante
a investigação, testemunhas foram dispensadas, confissões forçadas e
"empecilhos técnicos" impediram a análise de imagens.
No dia do crime,
segundo o depoimento de um porteiro, Élcio acessou o condomínio onde moram
Lessa e Jair Bolsonaro. Ele iria à casa 58, que pertence ao presidente.
Segundo
o Jornal Nacional, o porteiro disse ter reconhecido a voz de quem atendeu como
sendo a do "Seu Jair".
O
Instituto Marielle Franco fará um tuitaço hoje em memória:
O
Instituto lançou um dossiê com todas as informações que se
têm do caso e uma linha do tempo. Ele levanta 14 perguntas, que até hoje seguem
sem resposta:
Quem mandou matar Marielle?
Qual a motivação do mandante
do crime?
Por que ainda não se avançou
na investigação sobre a autoria intelectual do crime?
Qual é a ligação do
responsável pela clonagem do carro com o crime e o grupo de milicianos
ligado a Adriano Nóbrega e o Escritório do Crime?
Qual é a conclusão das
investigações sobre o extravio das munições e armas da Polícia Federal
usadas no crime?
Quem desligou, como e a
mando de quem as câmeras de segurança do trajeto que Marielle e Anderson
percorreram?
Por que não existe uma
atuação coordenada das instâncias em níveis estadual e federal sobre a
elucidação do caso de Marielle e Anderson?
Por que até agora a Google
não entregou os dados solicitados pelo MPRJ e a Polícia Civil para a
investigação?
Por que houve tantas trocas
no comando da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, responsável pela
investigação do caso Marielle?
Houve tentativa de fraude
nas investigações? Por quem?
Foi aberto um inquérito pela
Polícia Federal para apurar as interferências na investigação do caso. Por
que em meio a estas investigações, o superintendente regional da Polícia
Federal do Rio de Janeiro foi trocado?
O presidente Jair Bolsonaro
informou que Ronnie Lessa foi ouvido pela polícia federal sobre o caso do
porteiro. Este interrogatório foi entregue ao Ministério Público e à
Polícia Civil do Rio de Janeiro?
Por que o governo brasileiro
não forneceu todas as informações demandadas pelo Alto Comissariado de
Direitos Humanos das Nações Unidas?
Por que as recomendações da
Comissão Externa realizada no âmbito do Congresso Nacional no ano de 2018
ainda não foram implementadas?
Apenas
11% dos homicídios no Rio de Janeiro são solucionados, segundo o Instituto Sou
da Paz. Mas o crime político vai muito além dos problemas tradicionais.
A Autarquia
Municipal de Saúde (AMS) confirmou mais três óbitos e 62 novos casos de
Covid-19 neste sábado (13) em Apucarana. São agora 174 mortes provocadas pela
doença no município e 7.355 resultados positivos para o novo coronavírus.
O
primeiro óbito é de um homem de 69 anos, que sofria de hipertensão arterial.
Ele foi internado no último dia 5 no Hospital da Providência e morreu no dia 9.
O segundo óbito é de um homem de 79 anos, sem comorbidades. O idoso foi
internado no “Providência” no último dia 6 e morreu no dia 10. O terceiro óbito
é de um homem de 74 anos, que sofria de hipertensão arterial e diabetes. Ele
foi internado no último dia 6 em Apucarana e morreu no dia 11.
Os 62
resultados positivos vieram do Laboratório Central do Paraná (Lacen). São 34
homens (9, 13, 18, 19, 26, 26, 30, 31, 31, 33, 34, 34, 34, 37, 37, 37, 39, 39,
43, 43, 44, 45, 45, 49, 50, 51, 59, 59, 62, 62, 69, 74, 79 e 79 anos) e 28
mulheres (8, 9, 11, 12, 15, 21, 23, 26, 26, 36, 38, 39, 41, 42, 42, 43, 45, 52,
53, 55, 55, 61, 63, 67, 67, 67, 69 e 70 anos). Todos estão em isolamento
domiciliar.
Ainda
segundo o boletim da AMS, Apucarana tem mais 371 suspeitas em investigação. O
número de recuperados chega a 6.603.
O
Pronto Atendimento do Coronavírus soma 25.868 pessoas atendidas presencialmente
desde o início da pandemia. O número de monitorados atualmente é de 1.275.
Já
foram testadas 30.100 pessoas, sendo 14.846 em testes rápidos, 12.714 pelo
Lacen (RT-PCR) e 2.540 por laboratórios particulares (RT-PCR).
São 35
pacientes de Apucarana internados, oito na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e
27 em leitos de enfermaria.
Segundo o
colunista Cláudio Magnavita, no Correio da Manhã, o grupo J&F, dono da
empresa Friboi, estaria interessado em adquirir todo o conglomerado do grupo
Rede Globo de comunicação. Na mesa, o valor é de R$ 25 bilhões
Os cabrestos eletrônicos do TSE e da Globo. (Foto: Divulgação)
247 - O colunista Cláudio Magnavita,no Correio da Manhã, publicou neste sábado (13) que o grupo J&F, donos da
empresa Friboi, estaria interessado em adquirir o conglomerado da Rede Globo.
Na mesa, o valor em negociação é de R$ 25 bilhões. Segundo fontes
do mercado financeiro de São Paulo, o Pactual, depois ter se debruçado sobre a
venda da Editora Abril, a maior empresa de comunicação especializada em
revistas, está, agora, através de André Esteves, coordenando o processo de
diálogo entre as partes interessadas.
O jornalista
explica que o negócio envolve todo o grupo, incluindo televisão, impressos e
plataforma de streaming. Segundo as mesmas fontes do mercado financeiro, um dos
entraves que pode atrasar o negócio é o desejo de preservar a soberania
jornalística até o processo eleitoral de 2022.
O
empresário mexicano Carlos Slim também se mantém interessado na compra da
Globo. No governo de Michel Temer o assunto esteve bastante adiantado. Os
entraves legais que não permitem a um estrangeiro ter o controle de rádio e
televisões no Brasil não foram resolvidos.
Ainda, de acordo
com a coluna, as concessões da Globo envolvem as emissoras geradoras do Rio,
São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Recife, que só podem ser transferidas
para brasileiros. Slim, que já possui a Embratel, Net e Claro celular no
Brasil, pode se associar em alguns segmentos do negócio com a própria J&F.
Já há estudos nesse sentido, especialmente na Globoplay.
Globo
nega
“São absolutamente falsas as ilações publicadas hoje pelo
jornal Correio da Manhã. Não há nem nunca houve qualquer intenção de venda do
Grupo Globo por parte de seus acionistas.”, disse em comunicado a Rede Globo.
Ex-presidente
Lula tomou a primeira dose da vacina Coronavac na manhã deste sábado (13), em
São Bernardo do Campo (SP), e lamentou a lentidão do governo na imunização em
massa da população contra a Covid-19 . "Estaria mais feliz se tivesse
vacina para todos", ressaltou
Lula toma vacina
247 - O ex-presidente Lula tomou a primeira dose da
vacina Coronavac na manhã deste sábado (13), em São Bernardo do Campo (SP), e
lamentou a lentidão do governo de Jair Bolsonaro em promover a imunização em
massa da população contra a Covid-19. Segundo o petista, ele estaria muito mais
feliz “se todos os brasileiros tivessem acesso à vacina”.
Lula foi imunizado
na fila do “drive thru” e estava ao lado do deputado federal Alexandre Padilha,
que também é médico e ex-ministro da Saúde.
Após
tomar a vacina, o petista ressaltou que um país que possui o Instituto Butatan
e Fiozcruz deve ser autossuficiente na produção de vacinas. “O Brasil talvez
tenha sido o melhor exemplo de vacinação durante muitos anos. Se esse governo
talvez não tivesse feito tanta bobagem, já estaríamos muito avançados na
vacinação”, disse.
Ele também fez uma
apelo para que o braisleiros se protejam do vírus. “Cuidem-se, para não
chorarmos amanhã”.
Objetivo é ampliar a
abrangência de atendimento neste setor da rede pública de saúde
O prefeito oficializou ontem (12) a criação do Grupo de Saúde
Mental de Apucarana, envolvendo uma força tarefa de cinco secretarias
municipais. Além da Saúde, o trabalho de ampliar a abrangência de atendimento
neste setor, vai contar com a participação de especialistas das secretarias de
Esporte, Educação, Assistência Social e da Mulher e Assuntos da Família. O objetivo do grupo, que será coordenado pela
secretária da Mulher e Assuntos da Família, Denise Canesin, é realizar ações
para que a rede pública de saúde mental seja acessada por todos que precisem
desse tipo de atendimento. De acordo com o prefeito Junior da Femac, a partir
das ações implementadas por esse grupo e da criação de um protocolo que vai
conduzir esse trabalho, qualquer serviço da administração municipal, não só da
saúde, pode ser a porta de entrada para receber pessoas que necessitam de
atendimento na área da saúde mental. Para isso haverá treinamentos, contratação de mais
psicólogos para atendimento em todas as Unidades Básicas de Saúde, bem como
criação de um serviço de teleatendimento, entre muitas outras ações que estão
sendo estruturadas. “ “Não quero que ninguém que precise de ajuda na
área da saúde mental fique sem atendimento em nossa cidade. Toda rede da
administração municipal estará envolvida neste propósito, de acolher e dar
tratamento para essa pessoa e toda a família”, afirma Junior da Femac. Para a responsável pelo setor de Saúde Mental da
Autarquia Municipal de Saúde (AMS), a terapeuta ocupacional Karla Balan, esse
grupo vai tornar o trabalho do setor mais abrangente, não só na identificação
de novos casos mas também na oportunidade de tratamento para maior número de
pessoas. Segundo Karla, hoje o Departamento de Saúde Mental
da AMS tem 3 mil pessoas cadastradas.
Por muitos anos, ele
trabalhou na concessionária Rodonorte, chegando a ocupar o cargo de
presidente do Sindicato dos Funcionários das Concessionárias de
Rodovias do Paraná
O prefeito de
Apucarana, Junior da Femac, emitiu hoje nota de pesar pelo falecimento do ex-
vereador e ex-presidente da Câmara de Marilândia do Sul, Anderson Luiz Bueno,
mais conhecido como “Sabão”, que há alguns anos passou a residir em Apucarana.
Ele estava
internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19 do Hospital Norte
Paranaense (Honpar) em Arapongas, aonde veio a óbito na manhã deste sábado
(13).
De
acordo com a família, Anderson Luiz Bueno estava em tratamento médico há duas
semanas e, nos últimos dias, devido à gravidade do seu quadro clínico, precisou
ser entubado. “Lamentamos profundamente a perda prematura do Sabão. E que nesse
momento de muita dor, Deus console a família e amigos”, comentou Junior da
Femac.
Sabão
exerceu três mandatos como vereador em Marilândia do Sul e foi presidente da
Câmara por dez anos. Ele assumiu como vereador pela primeira vez em 2005. Sabão
também foi candidato a vereador em Apucarana, por duas vezes, mas não conseguiu
se eleger.
Em 2016
Sabão foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu. Por muitos anos,
ele trabalhou na concessionária Rodonorte, chegando a ocupar o cargo de
presidente do Sindicato dos Funcionários das Concessionárias de
Rodovias do Paraná.
Pronunciamento
do ex-presidente, em que bateu na própria Globo, atraiu o interesse do público
brasileiro
O ex-presidente Lula discursou na última quarta (10), na sede do Sindicado dos Metalúrgicos (Foto: Ricardo Stuckert)
Por Lucas Rocha, na Fórum – O Jornal Nacional da última quarta-feira
(12), que deu destaque ao discurso histórico proferido pelo ex-presidente Lula
no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, dois dias após ele ter todas as suas
condenações anuladas, fez o telejornal da TV Globo bater recorde de audiência.
Segundo
informações da colunista Cristina Padiglione, da Folha de S. Paulo, o telejornal
atingiu seu maior índice no ano, com 32 pontos de audiência e 46% de
televisores ligados na Grande São Paulo. No Rio de Janeiro, também houve
recorde: 32 de audiência e 47% de participação nos televisores (leia a íntegra na Fórum).
"O
247 significa você ter acesso ao que muitas vezes a imprensa tradicional não
informa", disse o ex-presidente, que também exaltou o papel dos assinantes
solidários
Ricardo Stuckert (Foto: Ricardo Stuckert)
247 – "Hoje é um dia muito especial, para quem ama
a democracia e para quem acredita que um país será totalmente livre quando a
gente tiver uma imprensa totalmente democrática", disse o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, em vídeo sobre os dez anos do Brasil 247,
completados neste dia 13 de março de 2021. Lançado neste dia, há exatos dez
anos, o 247 nasceu num ambiente de forte otimismo no Brasil, logo após o
segundo mandato do ex-presidente. Enfrentou o golpe contra a ex-presidente
Dilma Rousseff e segue lutando por uma democracia plena e verdadeira em nosso
país.
Na mensagem, o
ex-presidente também exaltou o papel dos assinantes solidários, que garantem a
existência e a independência do 247 num ambiente em que a mídia brasileira foi
capturada por grandes interesses econômicos e financeiros. "Para a gente
ver a importância do 247, peço a você que fechasse os olhos por 10 segundos e
imaginasse um Brasil sem o 247. Você descobriria que muitas notícias não
chegariam a você", disse ele, que cumprimentou todos os
assinantes do 247 e pediu aos que ainda não apoiam que também
se tornem assinantes.
Criado
pelo jornalista Leonardo Attuch, o 247 reuniu em sua equipe alguns dos maiores
nomes do jornalismo brasileiro em sua equipe, montou um time de grandes apresentadores na TV 247 e também o conselho editorial mais qualificado do
Brasil, com alguns dos maiores intelectuais brasileiros. A missão do veículo é
“empoderar o público por meio da informação e do conhecimento e promover a
defesa intransigente de uma democracia plena”.
No 247, o modelo de apoio é o de assinaturas
solidárias, em que leitores e telespectadores podem doar
regularmente qualquer valor, com a finalidade de que o conteúdo seja aberto
para todos, uma vez que a informação é um direito universal – e não um
privilégio. Recentemente, o 247 foi também o primeiro veículo de comunicação do
Brasil ao lançar as assinaturas por Pix. Confira aqui todas as
modalidades de apoio e também o vídeo do ex-presidente Lula: