sábado, 15 de julho de 2023

Camilo Santana desmente bolsonarista Gustavo Gayer, que divulgou fake news sobre escolas cívico-militares (vídeo)

 Parlamentar mentiu ao dizer que relatório do Inep apontava superioridade das escolas cívico-militares sobre as escolas tradicionais e foi desmentido pelo ministro

Camilo Santana e Gustavo Gayer (Foto: Reprodução)

Voltou a viralizar nas redes sociais um vídeo no qual o ministro da Educação, Camilo Santana, desmente uma informação falsa proferida pelo deputado bolsonarista Gustavo Gayer (PL-GO) sobre as escolas cívico-militares, cujo programa vou revogado pelo governo federal. 

Durante audiência pública na Comissão de Educação da Câmara, em abril deste ano, Gayer disse que tinha em mãos um “relatório do Inep” que mostrava que “os resultados das escolas cívico-militares eram sempre melhores que das escolas tradicionais”.

O ministro da Educação rebateu o parlamentar. “Vocês apresentaram um dado aqui de uma avaliação do Inep. Essa avaliação não é do Inep. Não é do Inep. Essa avaliação foi feita por uma comissão no governo passado, da diretoria das escolas cívico-militares, inclusive com dados de 2017. O dado que vocês mostram aqui da escola”, afirmou Camilo Santana. 

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares foi criado por decreto de Jair Bolsonaro em setembro de 2019, primeiro ano do então governo. Em abril de 2023, já sob o governo Lula, o ministro da Educação, Camilo Santana, participou de na sessão da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e falou sobre o programa.

Na ocasião, não disse que a pasta extinguiria o modelo, mas que “não será nem prioridade nem estratégia do MEC, neste governo, criar novas escolas” (cívico-militares). Afirmou ainda que “a adesão a esse programa foi mínima”, e representou 0,28% das escolas.

Segundo o ministro da Educação, foram disponibilizados recursos de R$ 98 milhões, mas os estados e municípios gastaram apenas 0,24% das verbas nessa política. “Só foi executado o que nós passamos para o Ministério da Defesa”, disse Santana na ocasião.

A ideia era que haveria 216 escolas cívico-militares até 2023. No cadastro do MEC há 215 unidades “já implementadas ou em implementação”. 

Fonte: Brasil 247 com informações da  RBA

Governo Lula adota ponto facultativo em jogos da seleção na Copa do Mundo feminina de futebol

 Pela primeira vez o Brasil terá ponto facultativo no campeonato disputado pelas mulheres, algo tradicional em partidas do torneio masculino

Luiz Inácio Lula da Silva e Ana Moser (Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a ministra do Esporte, Ana Moser, decidiram nesta sexta-feira (14) que os dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo feminina terão ponto facultativo para funcionários públicos. Servidores poderão se ausentar durante a partida e até duas horas após o seu término. A informação foi publicada nesta sexta-feira (14) pela coluna Painel

A decisão deve sair na próxima semana, assinada pela ministra Esther Dweck (Gestão). Vai ser a primeira vez que o País terá ponto facultativo no campeonato disputado pelas mulheres, algo tradicional na Copa do Mundo do futebol masculino. 

O torneio vai acontecer entre 20 de julho e 20 de agosto, na Austrália e na Nova Zelândia, continente da Oceania. O Brasil disputará três jogos nesta primeira fase, mas só um cairá no final de semana - dia 29, contra a França. O primeiro jogo foi marcado para o próximo dia 24, às 8h, contra o Panamá.

Fonte: Brasil 247 com informação da coluna Painel

Justiça boliviana confirma sentença de dez anos de prisão imposta a Jeanine Áñez

 Áñez foi considerada culpada pelos crimes de violação de dever e resoluções contrárias à Constituição e às leis

Jeanine Áñez (Foto: Reuters)

Télam - A justiça boliviana ratificou, neste sábado (15), a sentença de dez anos de prisão imposta no ano passado à ex-presidente de fato Jeanine Áñez no caso Golpe II. Essa sentença está relacionada a uma investigação sobre suas ações antes de assumir o poder, de acordo com a mídia local.

Áñez foi considerada culpada pelos crimes de violação de dever e resoluções contrárias à Constituição e às leis. A Procuradoria a acusou de assumir a titularidade do Senado e, consequentemente, da Presidência boliviana em novembro de 2019, sem cumprir os requisitos constitucionais, conforme informou a agência de notícias Europa Press.

A denúncia neste caso foi apresentada pelo presidente da Câmara Alta, Andrónico Rodríguez, em abril de 2021, quando Áñez já estava sendo processada pelos crimes de sedição, formação de quadrilha e terrorismo após a denúncia prévia da ex-deputada Lidia Patty.

Inicialmente, a Promotoria juntou a denúncia do Senado a este caso, mas depois o dividiu em dois: Golpe I, referente ao processo denunciado por Lidia Patty, e Golpe II, relacionado à denúncia de Andrónico Rodríguez.

No que diz respeito a este último caso, os juízes Orlando Rojas e Claudia Castro ratificaram a pena de dez anos de prisão. O advogado de defesa, Eusebio Vera, confirmou a decisão e anunciou que se prepara para recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça, última instância de recurso antes da execução da sentença, conforme relatado pelo jornal local El Deber.

A própria Áñez se manifestou sobre a última decisão judicial no Twitter: "Os membros Rojas e Castro, por instrução do Movimiento Al Socialismo (MAS, partido no poder), ratificam a violação de todos os meus direitos como ex-presidente da Bolívia, negando a sentença de responsabilidades que determina a Constituição".

“A Suprema Corte de Justiça da Bolívia será responsável pela quebra total do estado de direito ou sua substituição”, disse Áñez, que enfrenta atualmente seis processos nos tribunais.

As outras pessoas julgadas no caso Golpe II também tiveram suas sentenças confirmadas. Portanto, o ex-comandante geral da Polícia, Yuri Calderón, e o ex-comandante das Forças Armadas, Williams Kaliman, continuam condenados a dez anos de prisão, embora estejam foragidos.

Os demais condenados neste caso são o ex-Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Flavio Gustavo Arce (dois anos de prisão); o ex-comandante do Exército, pastor Mendieta (três anos); o ex-Inspetor Geral do Alto Comando, Jorge Fernández; e o General Sergio Orellana, ex-chefe do Departamento III de Operações, ambos condenados a quatro anos.

Fonte: Brasil 247

Estudantes fazem ato no Banco Central pela queda na taxa de juros

 Atualmente, Selic está em 13,75% ao ano

(Foto: Wilson Dias / Agência Brasil)

Agência Brasil - Milhares de participantes do 59ª Congresso Nacional da União Nacional dos Estudantes (UNE) protestaram, nesta sexta-feira (14), em frente ao prédio do Banco Central (BC), em Brasília, pedindo a queda da taxa básica de juros, a Selic.

No dia 21 de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano, sob a justificativa de que “é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante”.

A taxa está nesse nível desde agosto de 2022, e é a maior desde janeiro de 2017. A UNE tem sido uma das entidades com atuação nacional mais crítica à política de juros do BC e tem participado de forma recorrente de atos pela queda na taxa. Os juros causam impacto no valor das mensalidades e em programas como Prouni e o Fies, que concedem bolsa e financiamento para acesso ao ensino superior.

Na noite desta quinta-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um ato no congresso da UNE. Na ocasião, ele prometeu ampliar o número de universidades e escolas técnicas. A última vez em que um presidente da República compareceu ao evento foi em 2009, quando o próprio Lula, durante seu segundo mandato, esteve no encontro estudantil.

O Congresso da UNE, ou Conune, como costuma ser chamado, é considerado o maior encontro de estudantes da América Latina e reúne cerca de 10 mil participantes até o próximo domingo (16) na capital federal.

Fonte: Agência Brasil

ANP: preços médios de combustíveis voltam a cair no País

 Confira os valores da gasolina, do etanol e do diesel

Frentista abastece veículo em posto de combustíveis no Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou nesta sexta-feira (14) que os preços médios do litro da gasolina e do etanol voltaram a cair nos postos de combustíveis do País. A pesquisa é referente à semana de 9 a 15 de julho.

A gasolina foi vendida, em média, a R$ 5,63. O valor representou uma queda de 0,71% em comparação com os R$ 5,67 da semana anterior. O preço máximo do combustível encontrado nos postos foi de R$ 7,29.

No caso do etanol, o preço médio do etanol caiu para R$ 3,87 na última semana, queda de 1,53% em relação aos R$ 3,93 da semana anterior. O valor mais alto verificado pela ANP foi de R$ 6,73.

O litro do diesel caiu pela 23ª semana seguida, de R$ 4,95 para R$ 4,94, diminuição de 0,20% frente à semana anterior. O maior preço encontrado pela agência na semana foi de R$ 7,19.

Fonte: Brasil 247

STF dá 48 horas para CPI dar mais informação sobre quebra de sigilo de Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

 Investigadores apuram o uso político da Polícia Rodoviária Federal para favorecer Jair Bolsonaro na última eleição

Silvinei Vasques (Foto: Carolina Antunes/PR)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso deu prazo de 48 horas para que os políticos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas apresentem informações sobre a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. "O pedido será analisado após as informações, em razão da excepcionalidade da apreciação de medidas de urgência", afirmou Barroso.

O ex-dirigente comandava a PRF nas eleições do ano passado, quando surgiram denúncias de uso político da força de segurança. De acordo com relatório divulgado em abril pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, entre 28 e 30 de outubro do ano passado, agentes fiscalizaram, 2.185 ônibus em estradas do Nordeste, mais que o dobro das ações no centro-oeste (893), quatro vezes mais que o número de blitz no Sudeste e sete vezes mais do que no Norte do Brasil.

A defesa de Silvinei Vasques acionou o STF nesta sexta-feira (14) para suspender a medida. "A despeito de não ter nada a esconder, entendeu de imediato que tal medida foi elaborada em total equívoco, em sessão confusa, sem debate sobre o tema, na qual os representantes da CPMI aprovaram o que foi verdadeira violência à Constituição da República Federativa do Brasil e à imagem e à privacidade do impetrante", afirmaram. "Não há razão para quebra da intimidade do impetrante, eis que requereram quebra dos sigilos sem antes - mediante votação - tivesse o impetrante (testemunha) sua condição alterada para a de investigado".

Fonte: Brasil 247

Ex-diretor da PRF recorre ao STF contra quebra de sigilo determinada pela CPMI do 8 de Janeiro

 Silvinei Vasques busca suspensão da medida após tornar-se réu por improbidade administrativa durante as eleições de 2022

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, tomou medidas legais nesta sexta-feira, dia 14, ao acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar impedir a quebra de seus sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático, que foram determinados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. A decisão de autorizar a quebra foi aprovada pela comissão na última terça-feira, dia 11, após um requerimento dos deputados Rogério Correia (PT-MG) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Silvinei Vasques, que já prestou depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, agora enfrenta acusações de improbidade administrativa, formuladas pelo Ministério Público Federal em relação a supostos abusos de poder durante as eleições de 2022. Embora a defesa de Vasques afirme que ele "não tem nada a esconder", ela contesta a legalidade da quebra de sigilo, argumentando que a decisão foi tomada de forma equivocada, em uma sessão confusa e sem debate adequado. Para a defesa, a medida constitui uma violação à Constituição da República Federativa do Brasil, bem como à imagem e privacidade do ex-diretor.

O pedido de suspensão da quebra de sigilo foi encaminhado ao STF, onde a relatoria ficará a cargo do ministro Kassio Nunes Marques. No entanto, devido ao recesso do tribunal, o caso foi atribuído a Luís Roberto Barroso, responsável por lidar com assuntos urgentes durante esse período.

A CPMI do 8 de Janeiro foi estabelecida com o propósito de investigar os eventos ocorridos durante a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos, em 6 de janeiro de 2021, e apurar as responsabilidades relacionadas a esses atos, bem como a influência das fake news nas redes sociais. A quebra de sigilo de Silvinei Vasques é parte integrante das investigações conduzidas pela comissão.

Vale ressaltar que as informações apresentadas estão sujeitas a alterações, uma vez que o processo ainda está em andamento e o STF analisará o pedido de suspensão da quebra de sigilo de Silvinei Vasques.

Fonte: Brasil 247

Grupo Prerrogativas defende Barroso e cita tentativas de golpe feitas por bolsonaristas

 A entidade afirmou que "o 'bolsonarismo' passou a abrigar o desaguadouro de inúmeros delírios e desatinos de inspiração fascista, nazista, racista e misógina"

Luís Roberto Barroso, ministro do STF, e Marco Aurélio Carvalho, coordenador do Prerrogativas (Foto: Senado)

O grupo Prerrogativas, formado por juristas, profissionais e docentes da área jurídica, emitiu uma nota em defesa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso após o magistrado incluir o "bolsonarismo", a censura e da tortura entre os males derrotados pela sociedade brasileira, ao fazer um discurso no 59° Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) na última quarta-feira (12). 

"O grupo tem como premissa que a repulsa ao extremismo não apenas está franqueada a todas as autoridades que exerçam responsabilidades nas instituições brasileiras, senão mesmo constitui uma obrigação de todos que mantenham compromisso com a preservação da democracia em nosso país. Sobretudo após os eventos do 8 de janeiro de 2023, de uma vez por todas, o 'bolsonarismo' passou a ser definitivamente associado a uma grave e perigosa deformação da política, devido às suas inegáveis práticas de violência, mentira e radicalização golpista", acrescentou.

O Prerrogativas afirmou que "o 'bolsonarismo', em suma, passou a abrigar o desaguadouro de inúmeros delírios e desatinos de inspiração fascista, nazista, racista e misógina, sempre dedicado ao estímulo irresponsável à intolerância, baseada na disseminação do ódio, do preconceito e da subversão da realidade dos fatos".

De acordo com o grupo, "a fala do ministro Barroso está longe de representar quebra de sua imparcialidade como julgador, tampouco juízo depreciativo a eleitores de um modo geral". "Trata-se, na verdade, da necessária estigmatização a uma espécie deletéria de radicalização, nociva à estabilidade das regras do jogo democrático. Ao cabo da obstinada corrosão das instituições de Estado, levada a efeito pelo governo bolsonarista, culminando com uma tentativa de golpe articulada a partir de atos de vandalização de prédios públicos, inclusive do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto (sede da Presidência da República) e do Supremo Tribunal Federal, não há mais como deixar de vincular o 'bolsonarismo' às formas mais deterioradas de ação política, dentre aquelas que merecem além da abominação pública também a sua interdição das disputas políticas regulares", continuou. 

O Prerrogativas afirmou que "o 'bolsonarismo', em suma, passou a abrigar o desaguadouro de inúmeros delírios e desatinos de inspiração fascista, nazista, racista e misógina, sempre dedicado ao estímulo irresponsável à intolerância, baseada na disseminação do ódio, do preconceito e da subversão da realidade dos fatos". "E como uma de suas principais ferramentas de mobilização, o 'bolsonarismo' promove ativamente, por meio de manipulações grosseiras, o descrédito do processo eleitoral, ameaçando minar a confiança da população no sistema democrático. Enfim, algo verdadeiramente patológico em termos políticos e sociais", disse. 

"A expressão utilizada pelo Ministro Luís Roberto Barroso, do STF, ao considerar haver sido derrotado o 'bolsonarismo' no âmbito da sociedade brasileira, faz referência ao êxito da resistência ao extremismo político anômalo e ao golpismo por ele patrocinados. Assim, entende o grupo Prerrogativas que não há motivos para que o Ministro Barroso seja recriminado por sua declaração, muito menos acusado de por meio dela violar o seu dever de isenção".

Fonte: Brasil 247

sexta-feira, 14 de julho de 2023

ARAPONGAS: Prefeitura promove capacitação para fortalecer ações voltadas para proteção de crianças e adolescentes

 


Nesta sexta-feira, 14, a Prefeitura de Arapongas, por meio da integração das Secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação, promoveu um encontro juntamente com membros do Tribunal de Justiça da Comarca de Londrina, do departamento de Cursos e Supervisões em psicologia jurídica, professora Aline Pedrosa Fioravante e a professora Virgínia Maria Bernardinho. A oportunidade contou ainda com a presença da secretária da Assistência Social, Terezinha Canassa, secretária interina de Saúde, Sandra Onofre, a Delegada da Delegacia da Mulher de Arapongas, Dra. Camila Costa e outras representantes. O encontro tratou do tema: “Escuta Especializada no contexto das violações de direitos contra crianças e adolescentes”. Além de outras pautas importantes na preservação da segurança deste público. Segundo a secretária, Terezinha Canassa, o intuito é aperfeiçoar a equipes especializada nos serviços prestados para as crianças e adolescentes do município, fortalecendo mecanismos que preservem direitos e deveres. “É importante essa troca. Para ampliar e fortalecer nossos atendimentos. A integração dessas secretárias municipais é crucial nesse cuidado com as nossas crianças e adolescentes”, disse.


AÇÕES

Neste sentido, a Prefeitura de Arapongas vem desenvolvendo há anos atividades e campanhas com olhar atento às questões que norteiam os direitos das crianças e adolescentes. Entre os exemplos estão: a campanha de combate ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Todos os anos, de maneira integrada, a Prefeitura de Arapongas desenvolve as ações por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), Conselho Municipal dos Direitos das crianças e adolescentes (CMDCA); Comissão de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, Conselho Municipal da Assistência Social (CMAS), Conselho Tutelar, CREAS, Vara da Infância e da Juventude de Arapongas, demais Secretarias (Educação, Segurança e Cultura), além das entidades governamentais e não governamentais. Ainda neste ano, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), alunos da rede municipal participaram do Concurso “A escola no combate ao trabalho infantil”, proposto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e Coordenadoria Regional e Nacional de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Coordinfância). As atividades incluem também o tema: evasão escolar. O prêmio “MPT na Escola 2023” consiste na seleção e premiação dos melhores trabalhos literários, artísticos e culturais produzidos por alunos das escolas públicas em todo o país. 

 

Sucesso marca a Caravana Paraná Unido pelas Mulheres em Arapongas



Arapongas recebeu nesta sexta-feira, 14, no Cine Teatro Mauá, a Caravana Paraná Unido pelas Mulheres, ação desenvolvida pela Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, trazendo como proposta auxiliar as administrações municipais a montarem estruturas de gestão próprias com foco nas políticas públicas para mulheres e o acesso dos municípios aos projetos e recursos estaduais para este público. Nesta oportunidade, o evento contou também o apoio da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar), Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi) e Prefeitura Municipal.  Arapongas foi a sétima cidade a receber o encontro, que está percorrendo todo o Paraná, num total de 10 episódios, e reuniu um público de mais de 600 pessoas. 

O prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre, que também é presidente da Amepar e responde interinamente pela presidência da AMP, salientou a importância do evento, reforçando a atuação do município nas políticas públicas voltadas às mulheres. “ É um dia especial para Arapongas. Um dos maiores eventos do Paraná voltado especialmente para as mulheres. Nossa gestão tem articulado e colocado em prática projetos de políticas públicas às mulheres e queremos fazer ainda mais”, disse. Ele relembrou alguns serviços já implementados, como a Delegacia da Mulher, a Casa de Acolhimento para Mulheres Vítimas de Violência, rede especializada junto à Patrulha Maria da Penha e Secretárias Municipais. “Além disso, queremos contribuir para a participação de mais mulheres na política. É importante que vocês ocupem esses e outros espaços”, destacou Onofre.
A secretária de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, destacou o objetivo de aproximar as ações do governo do Estado junto aos municípios.

“Queremos alcançar o maior número de mulheres e os municípios e associações têm nos acolhido de maneira significativa para que a gente possa assessorar as equipes, capacitar os técnicos e trazer recursos para custeio das ações em prol das mulheres”, pontuou. 
Ainda pela manhã, o encontro contou com a palestra da coordenadora de Fomento e Promoção da Diretoria de Políticas para Mulheres, Larissa Marsolik. Também houve exibição de vídeos institucionais, como a do governador Ratinho Jr, além de apresentações musicais. 


PROGRAMAÇÃO


O 7ª episódio Caravana Paraná Unido pelas Mulheres se estende no período da tarde, com palestras técnicas, orientações, relato de experiências, debate e coffee break. O encerramento está previsto para às 16h00.
O encontro contou também com a presença dos deputados estaduais Cloara Pinheiro e Pedro Paulo Bazana, do vice-prefeito de Arapongas, Jair Milani, secretária de Políticas Públicas para mulheres, Terezinha Pereira, secretários municipais, vereadores da base aliada, prefeitas e prefeitos da Amepar, AMP e Amuvi, primeiras-damas de municípios da região, representantes de comunidades de povos indígenas, Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Universidade Estadual de Londrina, clubes de serviços e várias outras entidades.

"Tempestivo e oportuno", diz presidente do Bradesco sobre o programa Desenrola

 Octavio de Lazari Junior afirmou que a iniciativa do governo Lula irá impactar diretamente "uma enorme massa de pessoas que perderam condições de consumo pelo endividamento"

Octavio de Lazari Junior (Foto: Divulgação/ABECIP)

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, elogiou o Desenrola, programa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltado para a renegociação de dívidas em atraso afirmou, em nota, que a iniciativa é “tempestiva e oportuna, pois impacta diretamente uma enorme massa de pessoas que perderam condições de consumo pelo endividamento e dificuldades de honrar essas dívidas", destaca a Folha de S. Paulo.

Ainda conforme a reportagem, o presidente do Bradesco também disse que o banco possui “total interesse no programa, nossa adesão é plena. Consideramos essa parceria dos bancos com o governo federal um meio rápido e eficiente de organizar e dar saúde ao orçamento doméstico".

"O Bradesco dará todo o apoio necessário para dar abrangência e robustez ao Desenrola, seja com informação ao cliente, seja com transparência e fluidez nas negociações", ressaltou Lazzari no texto.

O Desenrola será lançado oficialmente na próxima segunda-feira (17) e a estimativa é que cerca de 30 milhões de pessoas poderão ser beneficiadas nesta etapa do programa. Em uma das frentes previstas, cerca de 1,5 milhão de pessoas com dívidas bancárias de até R$ 100 deixarão de ter o nome negativado. Com isso, elas ficarão liberadas para fazer financiamentos e outros tipos de contratos - se não tiverem mais dívidas negativadas.

Fonte: Brasil 247 com informações da Folha de S. Paulo

Em sete meses, Lula já teve encontros bilaterais com 40 países; Bolsonaro teve 31 em quatro anos


Presidente Lula e a primeira-dama Janja desembarcando em Washington, em fevereiro. Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está preste a completar a marca de 40 países com os quais manteve encontros bilaterais com chefes de estado ou de governo durante os primeiros sete meses de governo.

Lula viaja para a Europa neste sábado (15) e já tem agendadas reuniões com os chefes de governo da Bélgica, Suécia, Áustria e Dinamarca. Se todas se confirmarem, o petista terá mais encontros do que Jair Bolsonaro (PL) em quatro anos. Durante sua gestão, o ex-presidente se reuniu com 31 países.

Lula chega em Bruxelas no domingo (16), onde deve ficar até a noite de terça-feira (18), para participar do encontro entre Celac (Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e a União Europeia. Entre as pautas, está o acordo a ser firmado pelo Mercosul com a União Europeia.

No último dia 4, Lula assumiu a presidência rotativa do Mercosul e estará no comando, pelos próximos seis meses, do bloco de países formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, durante a cúpula do grupo, em Puerto Iguazú.

Durante a posse, o petista defendeu uma resposta “rápida e contundente” às condições propostas pela União Europeia para a conclusão de acordo comercial.

“O Instrumento Adicional apresentado pela União Europeia em março deste ano é inaceitável. Parceiros estratégicos não negociam com base em desconfiança e ameaça de sanções. É imperativo que o Mercosul apresente uma resposta rápida e contundente”, afirmou.

Fonte: DCM

 

VÍDEO – Tebet compara Lula a Pelé e comemora resultados na economia: “Só falta cair os juros”

 

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante a última plenária pública do Plano Plurianual (PPA) em São Paulo. Foto: Reprodução


A ministra do Planejamento, Simone Tebet, fez uma série de elogios ao presidente Lula, detonou Jair Bolsonaro e voltou a pedir uma queda na taxa de juros. O discurso ocorreu durante a última plenária pública do Plano Plurianual (PPA), principal vitrine de sua pasta, nesta sexta (14), em São Paulo.

“Nesses seis meses, o que voltou no Brasil? Voltou o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família turbinado, a valorização do salário mínimo, o Brasil Sorridente, o Mais Médicos, a ciência, a vacina no braço do povo brasileiro, a defesa dos direitos das minorias, das mulheres, dos negros, do meio ambiente”, afirmou a ministra.

Durante o discurso, Tebet lembrou da inelegibilidade de Bolsonaro e afirmou: “O negacionismo é passado, assim como o extremismo, o obscurantismo. E o ex-presidente Jair Bolsonaro ficou inelegível”.

Ela ainda lembrou dos resultados positivos na economia e voltou a pedir uma queda na taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 13,75%.

“Caiu a inflação, o preço da carne, dos alimentos e do leite. Caiu o preço da gasolina, caiu o dólar, o desemprego. Só falta uma coisa para cair e para o Brasil voltar a crescer e gerar emprego com carteira assinada. Só falta cair os juros”, prosseguiu.

Para finalizar o discurso, a ministra elogiou o presidente Lula e comparou a gestão petista à Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1970, quando o país foi campeão pela terceira vez: “Na escalação de uma Seleção Brasileira, o presidente Lula conseguiu escolher a seleção de 1970, que foi o ano que eu nasci, sendo, obviamente, o presidente Lula o técnico e o Pelé dessa seleção”.

Fonte: DCM


 

Na mira do Centrão, Nísia Trindade é aplaudida de pé no lançamento do Novo Mais Médicos

 Antes mesmo de começar seu discurso, a ministra da Saúde foi ovacionada pela plateia, que gritava: “Nísia guerreira do povo brasileiro”

(Foto: Reprodução)

Em participação no evento que marca a sanção do Novo Mais Médicos pelo presidente Lula (PT), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi aplaudida de pé por todos os presentes. Ela é um dos alvos do Centrão, que almeja assumir o comando da pasta, que tem um dos maiores orçamentos da Esplanada.

Antes mesmo de Nísia iniciar seu discurso, a plateia se encarregou de ovacioná-la, em uma cena simbólica no momento em que a ministra balança no cargo, apesar de o presidente garantir que não entregará o ministério em troca de apoio no Congresso Nacional.

O público gritou repetidas vezes “Nísia, Nísia, Nísia”, e também “Nísia guerreira do povo brasileiro”. Entre os que a aplaudiram de pé estava o próprio presidente Lula.

Fonte: Brasil 247

Joice chama Zambelli de “burra” e “bandida” ao falar sobre possível cassação (vídeo)

 A fala de Joice ocorreu após o depoimento de Walter Delgatti alegando que Carla tentou invadir o sistema do TSE


A ex-deputada federal Joice Hasselmann não poupou adjetivos para debochar da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e da possibilidade de sua cassação. Na gravação, Joice chama Zambelli de “biruta”, “bandida” e “burra”. A fala de Joice ocorreu após o depoimento de Walter Delgatti alegando que Carla tentou invadir o sistema do TSE e também as contas pessoais do ministro Alexandre de Moraes.

“Carla Zambelli é a perfeita oligofrênica, no bom popular, burra mesmo. A criatura consegue protagonizar uma cena mais dantesca que a outra”, afirmou Joice no vídeo.

Veja:


Fonte: Brasil 247

Twitter começa a remunerar criadores de conteúdo; valores vão até US$ 40 mil

 Influenciadores relataram pagamentos entre US$ 1 mil e US$ 40 mil; monetização é exclusiva para quem tem 5 milhões de impressões por mês

Twitter (Foto: REUTERS/Dado Ruvic)

Wesley Santana, Infomoney - Nesta semana, o Twitter começou uma nova era na monetização do conteúdo que circula pela plataforma. Pela primeira vez, a rede social passa a dividir com os influenciadores parte dos recursos que recebe com publicidade.

Segundo o Twitter, o compartilhamento de receitas foi lançado inicialmente para um grupo pequeno convidado a participar do programa. Para ser elegível, os usuários devem assinar o serviço Blue -com pagamento mensal de US$ 8 dólares- e ter pelo menos 5 milhões de impressões por mês em suas postagens.

Entre os relatos que circulam pelo aplicativo, os valores pagos aos influenciadores ficam entre US$ 1 mil e US$ 40 mil. Billy Markus, fundador da criptomoeda Dogecoin (DOGE), compartilhou uma imagem de seu “extrato”, mostrando um depósito de US$ 37 mil.

A empresa, porém, não deixa claro se existe uma faixa para pagamento e qual o cálculo usado para definir os valores repassados aos usuários.

“Estamos expandindo nossa oferta de monetização de criadores para incluir compartilhamento de receita de anúncios. Isso significa que os criadores podem obter uma participação na receita de anúncios a partir das respostas às suas publicações. Isso faz parte do nosso esforço para ajudar as pessoas a ganhar a vida diretamente no Twitter”, diz a plataforma.

O pagamento vai ser feito a influenciadores baseados em países onde o app de pagamentos Stripe está disponível, meio pelo qual os valores serão depositados. Além disso, eles devem passar por um processo seletivo, sujeito a “revisão humana”, que não está com inscrições abertas.

Esta monetização está em discussão já há alguns meses, inclusive havia sido prometido por Elon Musk no começo do ano. Este formato começa a ser praticado em um momento oportuno, pouco depois do lançamento da rede social concorrente, a Threads, divulgada pelo Instagram na semana passada.

Nos primeiros sete dias, a nova plataforma de textos já recebeu inscrições de 100 milhões de usuários, mesmo ainda não estando disponível em todos os países. Sites que monitoram audiência de novas aplicações mostram, no entanto, que o engajamento no Threads tem caído, passado o hype da primeira semana.

Fonte: Brasil 247 com informações do Infomoney

É natural que se defenda as liberdades democráticas, está na Constituição, diz Fernanda Melchionna sobre fala de Barroso

 “Bolsonaristas querem restringir a democracia”, denunciou a parlamentar do PSOL

(Foto: Agência Câmara | Agência Brasil )

A deputada federal Fernanda Melchionna, do PSOL, concedeu uma entrevista à TV 247 e comentou a fala do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante o Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Melchionna considerou o discurso do ministro do STF sobre “derrotar o bolsonarismo” como natural.

A deputada apontou que a extrema direita quer “reprimir, suprimir e atacar as liberdades democráticas” conquistadas na Constituição de 1988. Segundo ela, o bolsonarismo quer “impor uma agenda econômica anti-povo com a supressão das liberdades democráticas, para que sindicatos e movimentos não possam lutar”. 

“Eles querem restringir a democracia”, denunciou a parlamentar, falando sobre os bolsonaristas.

Por isso, quando Barroso falou em derrotar uma extrema direita golpista, “é óbvio, evidente, que não se refere aos eleitores, mas a um núcleo duro que é, sim, um neofascismo, que quer suprimir as liberdades democráticas e é golpista”, apontou. “O ministro estava falando antes do golpe de 1964, dos 21 anos para garantir as liberdades democráticas e derrotar a ditadura”, argumentou.

“A Constituição que nós temos é um retrato da luta de classes naquele momento histórico e tem como premissa reafirmar as liberdades democráticas. É natural que se defenda as liberdades democráticas previstas”, comentou.

 O ministro Luís Roberto Barroso, no Congresso da UNE, afirmou que, “recentemente conseguimos resistir a um golpe de Estado”, em referência aos atos golpistas do 8 de janeiro, quando apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes. “Nós derrotamos a censura, a tortura, o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”, declarou Barroso após ser vaiado por manifestantes.

Fonte: Brasil 247

Após decisão do MEC, 13 estados afirmam que vão continuar com escolas cívico-militares

 Distrito Federal foi a única unidade federativa que respondeu que irá encerrar o programa nas quatro escolas que adotam o modelo

Escola cívico-militar (Foto: Escola Lima Neto/Facebook)

Agenda do Poder Após a extinção do Programa de Escolas Cívico-Militares (Pecim) pelo Ministério da Educação, os estados começaram a se posicionar sobre a continuidade ou não do modelo escolar criado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Até o momento, levantamento feito pelo jornal O GLOBO apontou que 13 estados pretendem manter ou readequar o programa. Outros oito informaram não ter aderido ao Pecim. O Distrito Federal foi a única unidade federativa que respondeu que irá encerrar o programa nas quatro escolas que adotam o modelo.

Entre os que vão manter ou reestruturar o programa estão Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Amapá, Tocantins, Acre, Paraná e Minas Gerais

Em nota, a Secretaria de Educação do Tocantins (Seduc) informou que está estudando o formato que adotará. Em um primeiro momento, as unidades de ensino seguirão com o seu funcionamento conforme o Pecim, visto que todos os servidores do Tocantins são pagos pela gestão estadual e as orientações pedagógicas são desde sempre direcionadas pela pasta.

Já a Secretaria da Educação de São Paulo informou que pretende “viabilizar um novo programa de escolas cívico-militares no estado”. As medidas legais e operacionais do projeto estão em desenvolvimento pelas respectivas áreas técnicas do governo.

No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro (PL) e o prefeito Eduardo Paes (PSD) afirmaram na manhã desta quinta-feira que vão manter as escolas cívico-militares. Nas redes sociais, Castro disse que a previsão é de que o modelo seja ampliado no estado.

“Vamos manter essas escolas já existentes. Nossa estratégia é ainda ampliá-las, já que elas se enquadram como escolas vocacionais e estão no escopo do novo ensino médio. Vamos em frente!”, disse Castro.

O estado de Santa Catarina também vai manter o modelo do programa nas nove unidades estaduais. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, as mudanças a partir do fim do Pecim estão previstas para 2024.

“Nós sabemos do desejo das famílias catarinenses e dos estudantes em continuar com esse modelo por conta da qualidade da educação aliada à disciplina. Por isso, vamos continuar com nossas escolas nesse modelo e estamos estudando diversas melhorias”, declarou o governador Jorginho Mello ao portal g1, sem citar a possibilidade de aumentar o número de unidades.

O Distrito Federal foi a única unidade federativa que respondeu que irá encerrar o programa nas quatro escolas que funcionam em parceria com o programa do MEC. “As ações serão devidamente diligenciadas pelas áreas técnicas da Secretaria de Educação, de forma que não cause qualquer prejuízo ao corpo discente”, informou o governo, em nota.

O “Projeto Escolas de Gestão Compartilhada”, que é executado em 13 unidades escolares da rede pública em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, não será afetado.

Alagoas, Bahia, Goiás, Pará, Ceará, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte são os estados que afirmaram não ter aderido ao Pecim e, portanto, não serão afetados pela decisão do MEC. Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Sergipe e Roraima não se posicionaram até a publicação desta reportagem.

Criado em 2019, o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares começou a ser implementado em 2020 em 51 escolas, mas em 2021 e 2022 que teve sua expansão, atingindo 216 unidades, o que aumentou exponencialmente os valores empenhados pelo governo. Mesmo assim, em seu auge o programa atendia apenas 0,1% das escolas públicas brasileiras.

A decisão do encerramento do programa foi informada através de um ofício enviado a secretários estaduais de todo o país esta semana, datado da última segunda-feira.

O formato estabelecia uma cooperação entre MEC e Ministério da Defesa para dar apoio às escolas que optassem pelo novo modelo, bem como na preparação das equipes civis e militares que atuariam nessas instituições. (*Com informações do Globo)