sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Congresso dos EUA quer expulsar Rússia do Conselho de Segurança da ONU

 Norte-americanos afirmam que a ação militar russa na Ucrânia "contraria as responsabilidades de um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU"

Joe Biden e Vladimir Putin (Foto: Reuters)

247 com RT - Uma resolução proposta pelo Congresso dos EUA pede que a Rússia seja expulsa do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) após sua ofensiva na Ucrânia. A ligação está sendo amplamente discutida por membros de ambos os partidos políticos, informou o portal de notícias políticas Axios na noite de quinta-feira (24). 

De acordo com a Axios, a resolução proposta na quinta-feira instou a ONU a "tomar medidas processuais imediatas" e alterar o artigo 23 de sua carta, que define a estrutura do Conselho de Segurança para remover a Rússia como membro permanente.

A resolução condena a operação militar russa na Ucrânia e seu reconhecimento das regiões separatistas no Donbass, afirmando que essas ações “representam uma ameaça direta à paz e segurança internacionais” e “contrariam suas responsabilidades e obrigações como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas".

A resolução foi proposta pela republicana Claudia Tenney, membro do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, em coordenação com um democrata da Câmara.

"É obviamente um grande esforço para expulsar a Rússia”, disse Nick Stewart, chefe de gabinete da Tenney, conforme citado pela Axios. "Mas é uma ferramenta diplomática que temos para aumentar a pressão e aumentar o isolamento".

De acordo com Stewart, a resolução estava sendo aprovada para todos os membros da Câmara de ambos os partidos. Vários membros apoiaram a ideia, incluindo Ann Wagner, vice-membro do Comitê de Relações Exteriores, e Don Bacon, membro do Comitê de Serviços Armados da Câmara, ambos membros do Partido Republicano.

Os especialistas da Axios estimam que esta resolução tem poucas chances de ser aprovada, já que a Carta da ONU exige a aprovação de todos os membros permanentes do Conselho de Segurança para adotar quaisquer emendas, e a Rússia poderia bloquear qualquer medida.

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou nesta quinta-feira uma "operação militar especial" com o objetivo de buscar a desmilitarização e a "desnazificação" da Ucrânia. A decisão veio dias depois que a Rússia reconheceu a independência das Repúblicas Populares separatistas de Donetsk (DPR) e Lugansk (LPR) no Donbass. 

Ucrânia, Estados Unidos, Canadá, Otan e União Europeia, bem como outros membros da comunidade internacional, acusaram a Rússia de invadir o país e introduziram sanções contra indústrias e funcionários do governo russos.

Zelensky acusa Otan de abandonar a Ucrânia no enfrentamento a Moscou: “fomos deixados sozinhos”

 “Quem está pronto para ir à guerra por nós? Sinceramente, não vejo ninguém”, declarou o presidente ucraniano

Volodymyr Zelensky (Foto: Reprodução/Facebook/Volodymyr Zelensky)

RT - Acusando o Ocidente de deixar a Ucrânia para enfrentar Moscou sozinho, o presidente Volodymyr Zelensky disse na sexta-feira que não tem medo de negociar o fim da "invasão" russa, mas precisa de garantias de segurança para fazê-lo.

Falando nas primeiras horas da manhã de Kiev, Zelensky disse que procurou “parceiros” no Ocidente para lhes dizer que o destino da Ucrânia estava em jogo.

"Eu perguntei a eles - você está conosco?", disse Zelenski. “Eles responderam que estão conosco, mas não querem nos levar para a aliança. Perguntei a 27 líderes da Europa, se a Ucrânia estará na OTAN, perguntei a eles diretamente – todos estão com medo e não responderam”.

“Fomos deixados sozinhos. Quem está pronto para ir à guerra por nós? Sinceramente, não vejo ninguém. Quem está disposto a dar à Ucrânia garantias de adesão à OTAN? Honestamente, todo mundo está com medo”, acrescentou o presidente ucraniano.

A Rússia enviou tropas para a Ucrânia na quinta-feira, com o presidente Vladimir Putin declarando uma operação militar especial para “desmilitarizar e desnazificar” a Ucrânia. Desde então, Moscou disse a Kiev que consideraria negociar com o governo Zelensky se concordar em discutir o status neutro do país, entre outras coisas.

Em um discurso na sexta-feira, Zelensky disse que está aberto a falar sobre o potencial status neutro da Ucrânia, mas insistiu que seu país precisa de garantias de terceiros.

“Não temos medo da Rússia, não temos medo de conversar com a Rússia, falar sobre tudo: garantias de segurança para nosso país e um status neutro. Mas não estamos na OTAN agora – que garantias de segurança teremos? Quais países vão dar a eles?”, disse, antes de acrescentar que deve haver negociações que possam pôr fim à ofensiva militar russa.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse na quinta-feira que "status neutro e rejeição de hospedar sistemas de armas [ofensivos]" são "linhas vermelhas" de Putin para a Ucrânia e que a bola estava agora no campo de Kiev.


Refugiados ucranianos começam a chegar à Europa Central

 Polônia, na fronteira Oeste da Ucrânia, é um dos principais destinos

Refugiados ucranianos (Foto: Reuters)

Reuters – Milhares de ucranianos fugindo da guerra com a Rússia começaram a chegar a países vizinhos da Europa Central, nesta quinta-feira (24), e a região se prepara para muitos mais, estabelecendo pontos de recepção e enviando tropas às fronteiras para prestar assistência.

Os países do flanco leste da União Europeia já fizeram parte do Pacto de Varsóvia liderado por Moscou, mas agora são membros da Otan. Entre eles, Polônia, Hungria, Eslováquia e Romênia compartilham fronteiras terrestres com a Ucrânia.

A Rússia realizou uma invasão da Ucrânia por terra, ar e mar, no maior ataque de um Estado contra outro na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Isso alimentou temores de uma enxurrada de refugiados fugindo da Ucrânia, uma nação de 44 milhões de pessoas.

Na geralmente tranquila passagem de fronteira em Medyka, no sul da Polônia, dezenas chegaram da Ucrânia a pé na manhã de quinta-feira, carregando bagagem. Uma fila de carros à espera de passagem aumentou ao longo do dia.

Uma polonesa, Olena Bogucka, de 39 anos, disse que estava esperando há quatro horas enquanto seu marido e filho ucranianos estavam presos do outro lado.

"Você não pode passar", disse. "Não consigo falar com eles pelo telefone... não sei como tirar meu filho de lá... não sei o que fazer."

Para facilitar as travessias de fronteira, a Polônia suspendeu as regras de quarentena na quinta-feira para pessoas que chegam de fora da UE sem um teste de Covid-19 negativo certificado em laboratório.

A Polônia abriga a maior comunidade ucraniana da região, com cerca de 1 milhão, e é o país da UE mais fácil de chegar a partir de Kiev.

Filha de Raul Seixas detona Ed Motta após cantor atacar memória de seu pai

 "Foi um merd*!", disse Motta sobre Raul Seixas


247 - Scarlet Seixas, filha de Raul Seixas (1945-1989), se pronunciou após o pai ser detonado por Ed Motta. Durante uma live em suas redes sociais, o cantor acabou esculachando o saudoso artista, ao citar o músico e sua suposta relação controversa com a gravadora. Motta não poupou palavras para criticar o falecido artista e, segundo o cantor, era Paulo Coelho o responsável por compor canções que fizeram muito sucesso na voz de Raul Seixas. A reportagem é do portal Na Telinha.

Scarlet abriu seu coração ao defender o pai das acusações. "Artistas de jazz precisam ser embaixadores dessa música às vezes incompreendida. É sempre muito personalizado e tudo sobre quem é o músico. Raul adorava e apreciava jazz – simplesmente não era sua forma de expressão. Há um lugar para todos os artistas na mesa de banquete da música. Não vejo Ed Motta nesta mesa, pois a escolha dele é degradar. Alguns dos maiores artistas A história me faz questionar sua autenticidade", disse em entrevista para o Portal N10.

Durante live, Ed Motta detonou Seixas. "Raul Seixas tem uma falha de caráter terrível na vida dele. Ele foi funcionário de gravadora, ou seja, ele trabalhou contra os colegas. Não tenho medo nenhum de falar contra Raul Seixas, era um put* de uma merd*, ruim para caralh* musicalmente, ruim para caralh* de tudo. Quem fazia o que ele tinha de mais brilhante, que era o texto, era o Paulo Coelho, então esse cara era um idiota. Era um funcionariozinho de gravadora gravando uns discos de merda", disse Motta, que no vídeo aparece bebendo vinho.

"Desqualificado musicalmente... O cara era um merd* completo, uma porcaria como músico, como tudo. O cara não servia para limpar o chão que se bota a guitarra em cima, um idiota completo. Não pense que estou falando isso porque bebi vinho, bebi bem pouco, estou supersuave, estou superchapa branca, meu coração está doce. Se eu não tivesse bebido vinho, minha opinião seria bem mais ácida", afirmou Ed Motta, que já se envolveu

Randolfe quer reaproximar Lula e Marina Silva e diz que isto é um sonho do movimento "Lula no Primeiro Turno"

 Convidado por Lula para integrar a coordenação de sua campanha, Randolfe diz que vai tentar mediar uma conversa do petista com Marina nos próximos dias

Marina Silva e Randolfe Rodrigues (Foto: Adriano Machado/Reuters | Waldemir Barreto/Agência Senado)


247 - Uma das prioridades do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que entrou na coordenação da pré-campanha de Lula, é reaproximar o ex-presidente de Marina Silva (Rede-AC). Ele pretende mediar uma conversa entre os dois nas próximas semanas.

A Rede deve formar uma federação com o PSOL, e apoiar Lula já no primeiro turno. Marina, no entanto, não mostra a mesma disposição. 

Mesmo assim, Randolfe acha importante que ela e o ex-presidente dialoguem, informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

"A aproximação de Marina é um sonho acalentado por mim, pelo [ex-senador] Cristovam Buarque, pelo [ex-deputado federal] Maurício Rands, pelo [ambientalista] Pedro Ivo, pela [empresária] Rosângela Lyra, por todos", diz Randolfe, citando os coordenadores do movimento "Lula no Primeiro Turno".

Covid-19: Fiocruz vê cenário promissor, mas alerta que pandemia não acabou

 Taxa de letalidade por covid-19 no Brasil alcançou valores compatíveis com os padrões internacionais, de cerca de 0,8%, após meses oscilando entre 2% e 3%

Coronavírus, Brasil (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)


Agência Brasil – Diante da queda nos indicadores de monitoramento da pandemia a nível nacional, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) classificou hoje (24) o cenário atual como bastante promissor, mas destacou que as desigualdades do país criaram diferentes realidades até mesmo dentro de um mesmo município. A análise foi publicada no boletim do Observatório Covid-19, que frisa ser equivocado pensar em redução de leitos, testagem e uso de máscara no país como um todo.

"Embora o cenário geral seja bastante promissor, tanto pela tendência de queda dos principais indicadores como pelo avanço na cobertura vacinal, além da chegada de medicamentos para o tratamento da covid-19, é importante sublinhar que a pandemia ainda não acabou", afirmam os pesquisadores da Fiocruz. "Não é possível pensar na mitigação da pandemia no Brasil como um todo utilizando indicadores globais do país sem um olhar atento para outras escalas. Enquanto houver descontrole dos indicadores em um único município a pandemia não terminará".

A Fiocruz afirma que a pandemia acentuou desigualdades estruturais no país, e que a partir dela é possível observar, no mínimo, a existência de dois Brasis, um do Norte e outro do Sul. O boletim compara São Paulo e Rio Grande do Sul a Maranhão e Pará, e afirma que os estados do Sul e Sudeste estiveram sempre acima da média nacional de vacinação e já mostram ter passado do pico de infecções da variante Ômicron. Os estados do Norte e Nordeste, por outro lado, ainda podem estar atravessando o pico de casos e têm curvas de óbitos ainda em movimento de alta.

"É equivocado, portanto, pensar em estratégias homogêneas de recuo na provisão de leitos e insumos para unidades de média e alta complexidade, assim como reduzir a indução da testagem em massa e o desincentivo ao uso de máscaras no país como um todo".

Carnaval

A recomendação dos pesquisadores é a manutenção de medidas de distanciamento físico, uso de máscaras e higienização das mãos mesmo em ambientes abertos onde possa ocorrer maior concentração e aglomeração de pessoas. Nesse contexto, o boletim cita o Carnaval. "Que festas ou bailes em casas, clubes ou outros ambientes só sejam realizadas com comprovante de vacinação".

Para a Fiocruz, o enfrentamento do cenário atual da pandemia exige combinar políticas de combate às fake news com busca ativa dos não vacinados pela Atenção Primária à Saúde. Também são sugeridas estratégias de ampliação de horário das unidades de saúde e campanhas de vacinação nas escolas, atingindo crianças, pais e professores. Outro ponto que deve ser avaliado são políticas públicas que considerem a exigência de passaporte vacinal nos locais de trabalho, para trabalhadores de empresas privadas e públicas, além de motoristas de transporte de pessoas, como ônibus, táxis e aplicativos.

A média diária de novos casos de covid-19 no período de 6 a 19 de fevereiro foi de 120 mil casos, o que representa queda de 0,3% em relação às duas semanas anteriores. Os óbitos se mantiveram em um patamar considerado alto, com 860 mortes por dia em média, uma quantidade 0,2% maior que entre 23 de janeiro e 5 de fevereiro. 

"Apesar das dificuldades de acesso a dados de teste (muitos estados não apresentam dados recentes), percebe-se uma ligeira redução no índice de positividade dos testes, isto é, a proporção dos testes de diagnóstico por RT-PCR realizados que apresentam resultados positivos. Portanto, se espera para as próximas semanas uma redução também dos indicadores que mais preocupam a população e os serviços de saúde: a mortalidade e a internação em UTI [unidade de terapia intensiva] por covid-19". 

Letalidade em queda

A Fiocruz destaca que, com o avanço da vacinação, a taxa de letalidade por covid-19 no Brasil alcançou valores baixos e compatíveis com os padrões internacionais, de cerca de 0,8%, após vários meses oscilando entre 2% e 3%. Esse percentual poderia cair ainda mais com a ampliação da vacinação em regiões de baixa cobertura vacinal e com a aplicação de doses de reforço em grupos populacionais mais vulneráveis. A letalidade mede o percentual de pessoas diagnosticadas com a doença que foram a óbito, o que é diferente de mortalidade, que é a relação entre o número de mortos e o total de habitantes de uma região.

"Ao mesmo tempo em que começam a cair os indicadores de transmissão nas capitais e regiões metropolitanas, a difusão do vírus em direção a regiões com baixa cobertura de vacinação e precária infraestrutura de serviços de saúde pode gerar quadros epidemiológicos perigosos, com um aumento de casos graves e mesmo óbitos nas próximas semanas".

Na avaliação apresentada no boletim, a letalidade será um dos fatores que vão definir a mudança da covid-19 de pandemia para endemia, quando a doença será considerada parte do cotidiano. Eles argumentam que quando a ocorrência de formas graves que requerem internação seja suficientemente pequena para gerar poucos óbitos e não criar pressão sobre o sistema de saúde, será possível dizer que se trata de uma doença para a qual é possível assumir ações de médio e longo prazos sem precisar contar com estratégias de resposta rápida.

Apesar da queda na letalidade, ela ainda é maior na população idosa. A onda de casos causada pela variante Ômicron fez com que as internações e óbitos voltassem a se concentrar na população de idade mais avançada, o que a Fiocruz relaciona à proteção conferida à toda a população adulta pelas vacinas. Por outro lado, a baixa cobertura vacinal das crianças segue como uma preocupação.

"Trata-se de um grupo com intensa interação social com outros grupos, contribuindo de forma importante para a dinâmica da transmissão da doença. Além disso, elas se tornaram particularmente vulneráveis por estarem cercadas de pessoas já com esquema vacinal completo, ou em curso, tornando-se alvo do vírus, que não encontra nelas barreiras para a sua multiplicação", explica  o boletim, que acrescenta casos graves de covid-19 em crianças podem levar a um colapso na saúde com maior facilidade, "uma vez que há uma histórica baixa disponibilidade de leitos de UTI neonatal e principalmente de CTI pediátrico no país".

'Ação militar russa expôs o tamanho da trapalhada do capitão', afirma Bernardo Mello Franco

 "A viagem de Bolsonaro produziu pouco resultado e muito constrangimento", diz o jornalista após o início da guerra entre russos e ucranianos

Jair Bolsonaro e Vladimir Putin em Moscou (Foto: Alan Santos/PR)


247 - ação militar da Rússia contra a Ucrânia dias após a viagem de Jair Bolsonaro (PL) para encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, "expôs o tamanho da trapalhada do capitão", afirma o jornalista Bernardo Mello Franco em artigo no jornal O Globo nesta sexta-feira (25).

Mello Franco lembrou que após a viagem de Bolsonaro, seus seguidores passaram a espalhar pelas redes sociais que ele havia impedido a guerra entre russos e ucranianos. A mentira foi espalhada até mesmo pelo ex-ministro Ricardo Salles e pelo ministro do Turismo, Gilson Machado: "segundo Gilson Machado, Putin teria desistido da invasão ao ouvir uma 'mensagem de paz' de Jair Bolsonaro. O dublê de ministro e sanfoneiro não delirou sozinho. Apenas repetiu para as câmeras a mentira que circulava nas redes bolsonaristas".

Na visão do jornalista, "a viagem de Bolsonaro produziu pouco resultado e muito constrangimento. Empenhado em bajular Putin, ele ignorou as ameaças à Ucrânia e disse ser “solidário à Rússia”. A fala afrontou a Constituição, que obriga a política externa brasileira a respeitar os princípios da não intervenção e do respeito à autodeterminação dos povos".

Diante da guerra, Uefa muda da Rússia para a França a sede da final da Liga dos Campeões

 A medida foi tomada após uma reunião de emergência da UEFA nesta sexta-feira, por causa do início da guerra entre russos e ucranianos

(Foto: Divulgação/Zenit FC)


247 com RT - A final da Liga dos Campeões de 2022 não será mais realizada na cidade russa de São Petersburgo, anunciaram os organizadores da UEFA (União das Federações Europeias de Futebol).

A medida ocorre em meio ao conflito em curso entre a Rússia e a Ucrânia. 

A final em 28 de maio será realizada no Stade de France, em Paris. 

Em um comunicado, a Uefa agradeceu ao presidente francês Emmanuel Macron por seu "apoio pessoal" para facilitar a mudança em "um momento de crise sem precedentes".

"Juntamente com o governo francês, a Uefa apoiará totalmente os esforços de várias partes interessadas para garantir o resgate de jogadores de futebol e suas famílias na Ucrânia que enfrentam terríveis sofrimentos humanos, destruição e deslocamento", acrescentou.

Os clubes e seleções da Rússia e da Ucrânia serão obrigados a jogar em casa em solo neutro até que a Uefa decida o contrário.

A decisão pode incluir a semifinal da Rússia nas eliminatórias da Copa do Mundo em casa contra a Polônia em 24 de março, bem como uma final potencialmente crucial cinco dias depois, caso o time de Valeri Karpin vença.

A vitória sobre a Polônia faria com que a Rússia recebesse a Suécia ou a República Tcheca, embora essas duas nações tenham se juntado à Polônia na petição da FIFA e da UEFA para mudar qualquer jogo para um local neutro por causa de temores de segurança.

A Uefa disse que está de prontidão para realizar reuniões extraordinárias e tomar novas decisões com base em uma avaliação contínua da "situação legal e factual" .

A realocação da Liga dos Campeões marca o terceiro ano consecutivo em que o evento de destaque no calendário do futebol europeu de clubes foi deslocado de seu local original.

As finais de 2020 e 2021 foram transferidas da Turquia para Portugal devido às restrições da pandemia de Covid.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e sua secretária de Relações Exteriores, Liz Truss, estavam entre os líderes que pediram que a final fosse adiada antes que a Uefa anunciasse sua decisão.

Falando na Câmara dos Comuns na terça-feira, Johnson sugeriu que a Rússia "não tem chance de realizar torneios de futebol" após sua operação inicial em Donbass.

"Acho inconcebível que grandes torneios internacionais de futebol possam acontecer na Rússia" , acrescentou.

Tropas russas se aproximam de Kiev, diz governo dos EUA

 Soldados russos estariam a cerca de 32 quilômetros da capital da Ucrânia, de acordo com informações obtidas pelo secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin

(Foto: Reuters)

247 - Tropas russas se aproximam de Kiev, capital da Ucrânia, na madrugada desta sexta-feira (25), segundo informação que teria sido obtida pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, de acordo com a agência norte-americana AP.

A agência informou que o secretário teria tido uma conversa por telefone com congressistas, que confirmaram que forças da Rússia que entraram no país por Belarus estariam a cerca de 32 quilômetros de Kiev.

A cidade disparou um alarme de ataque aéreo depois de ter sido atingida por mísseis no começo da sexta-feira (25), segundo a TV ucraniana. O órgão equivalente à prefeitura pediu para que as pessoas procurem o abrigo mais próximo.

O vice-ministro do Interior ucraniano, Anton Herashchenko, disse que o país espera um ataque de tanques russos na capital nesta sexta (25). O governo emitiu também alerta de ataque aéreo, de acordo com a mídia local.

Racismo na Globo: diretor obrigou negros a gravar em pico da pandemia e blindou restante do elenco

 Emissora investiga várias denúncias contra o diretor da novela "Nos Tempos do Imperador"

Cinnara Leal (Foto: Divulgação/Globo/João Miguel Júnior)

247 - Vinicius Coimbra, diretor artístico de Nos Tempos do Imperador, foi afastado temporariamente de suas atividades na Globo por causa de uma denúncia de racismo. Atores negros, de acordo com relatos, foram escalados para gravar durante o pico de casos de Covid-19, enquanto o restante do elenco foi poupado de se expor. Coimbra estava à frente da próxima novela das seis, Mar do Sertão, e foi substituído por Allan Fiterman, que dirigiu Quanto Mais Vida, Melhor!.  A reportagem é do portal Notícias da TV.

A decisão da emissora pelo afastamento de Coimbra foi oficializada no último dia 15 em resposta às acusações de preconceito racial registradas durante as gravações da novela de Alessandro Marson e Thereza Falcão. As atrizes Cinnara Leal, Dani Ornellas e Roberta Rodrigues procuraram a direção da Globo para reclamar de posturas discriminatórias contra atores negros por parte de Coimbra e sua equipe.

Além das críticas sobre o texto considerado racista em algumas passagens, as atrizes alegam que Coimbra e sua equipe tinham falas preconceituosas e que fizeram segregação entre os atores. Em documentos, inclusive, eles separavam as pessoas entre elenco branco e elenco negro. Até camarins diferentes havia nos estúdios de Nos Tempos do Imperador.

Fontes ouvidas pelo Notícias da TV ligadas ao compliance da emissora contam que, segundo Cinnara, Dani e Roberta, o elenco da pequena África era chamado "carinhosamente" de elenco preto ou negro.

"Em um dado momento, Vinicius gritou no estúdio: 'O elenco vem comigo, os pretos ficam'. Na frente de várias pessoas. Quando alguns artistas pretos foram questioná-lo sobre essas falas, ele reagiu dizendo: 'Vocês deveriam agradecer de estarem aqui'", disse uma outra fonte ligada ao elenco.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Brasil registra 971 mortes e 93.757 novos casos de Covid-19

 

A média móvel de óbitos em sete dias ficou em 784, ante 806 na quarta e 841 em 17 de fevereiro, há uma semana. (Foto: Franklin de Freitas)

O Brasil registrou, entre a quarta-feira, 23, e esta quinta-feira, 971 mortes causadas pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados neste dia 24 de fevereiro. Com os registros, o País acumula 647.390 vidas perdidas para a doença.

A média móvel de óbitos em sete dias ficou em 784, ante 806 na quarta e 841 em 17 de fevereiro, há uma semana.

Casos

O levantamento do Conass, que compila dados de secretarias de Saúde dos 26 Estados e do Distrito Federal apontou, ainda 93.757 novos casos de covid-19 em 24 horas, com um total de 28.578.647 registros desde o início da pandemia.

A média móvel de casos foi de 91.545, ante 116.905 casos de média há uma semana.

Câmara aprova Lei Paulo Gustavo, proposta que prevê socorro de quase R$ 4 bilhões ao setor cultural

 O projeto direciona R$ 3,86 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC) a estados e a municípios

Ator Paulo Gustavo e a Câmara dos Deputados (Foto: Divulgação | Paulo Sergio/Câmara dos Deputados)

247, com Agência Câmara - A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei do Senado conhecido como Lei Paulo Gustavo que direciona R$ 3,86 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC) a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais em razão dos efeitos econômicos e sociais da pandemia de Covid-19. A proposta retornará ao Senado devido às mudanças.

A proposta, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), foi batizada de "Lei Paulo Gustavo", em homenagem ao ator e humorista que morreu em consequência da Covid-19, em maio de 2021.

O texto foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado José Guimarães (PT-CE). A execução descentralizada dos recursos repassados poderá ser feita até 31 de dezembro de 2022, mas se houver algum impedimento em razão de ser ano eleitoral, o prazo será automaticamente prorrogado pelo mesmo período no qual não foi possível usar o dinheiro. "Um dia histórico para a cultura brasileira", escreveu o parlamentar no Twitter. 

O Psol também se pronunciou na rede social. "Quem votou contra a Lei Paulo Gustavo na Câmara? A bancada do partido Novo e os parlamentares mais bolsonaristas. Odeiam a cultura brasileira e qualquer tipo de fomento público para o país se desenvolver", destacou a legenda. 

Os deputados rejeitaram o único destaque apresentado, pelo Novo, que pretendia retirar do Projeto de Lei Complementar 73/21 a permissão para os entes federados excluírem os recursos recebidos da meta de resultado primário, mudando a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00).

Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura e braço direito do secretário especial de Cultura do governo Jair Bolsonaro, Mario Frias, o ex-policial militar André Porciuncula afirmou que a Lei Paulo Gustavo não seria aprovada, classificou o projeto como uma "loucura" e ameaçou recorrer ao Judiciário. As declarações feitas pelo dirigente foram reveladas pelo jornalista Eduardo Matysiak no Twitter Spaces.


Governo do Estado entrega cadeia pública de Londrina e abre 752 vagas no sistema prisional do Norte do Paraná

 Nova unidade vai ajudar a desafogar parte do sistema prisional da região e fortalecer a gestão do Deppen. Além de Londrina, Ponta Grossa, Guaíra e Foz do Iguaçu também foram contempladas com projetos de cadeia pública.

Foto: Gilson Abreu/AEN

Com 752 novas vagas para o sistema prisional do Norte do Paraná, a Cadeia Pública de Londrina foi entregue pela secretaria estadual da Segurança Pública ao Departamento de Polícia Penal (Deppen) nesta quarta-feira (23). A nova unidade vai ajudar a desafogar parte do sistema prisional da cidade e da região, além de fortalecer a gestão do Deppen.

A nova cadeia pública faz parte de um planejamento da Secretaria da Segurança Pública para combater a superlotação de unidades penais. O investimento foi de aproximadamente R$ 18 milhões, oriundos dos governos estadual e federal.

Além de Londrina, Ponta Grossa, Guaíra e Foz do Iguaçu também foram contempladas com projetos de cadeia pública, seguindo um novo conceito de estrutura. Cada uma delas terá 752 vagas e vai absorver presos de suas respectivas regiões. Algumas devem ser entregues ainda este ano.

Na solenidade, o secretário da Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, explicou que a entrega desta unidade é importante para os mais de 70 municípios da região. “Afinal, são presos de diversas carceragens de delegacias, de dezenas de cidades, encaminhados direto para esta nova unidade penal e, a partir disso, conseguimos criar um novo fluxo de trabalho e uma nova sinergia para continuarmos desafogando o sistema prisional”, afirmou Marinho.

ESTRUTURA - A Cadeia Pública de Londrina é dividida em três blocos, segmentados em galerias de celas, abrigando oito camas por cela. Além das alas para o alojamento dos presos, o local também possui espaços para aulas, pátio de visitas, pátio de sol, ambientes para trabalho e também recintos especiais para o tratamento penal, que compreendem atendimento psiquiátrico, psicológico e de enfermagem, parlatório, assistência jurídica e social.

O vice-diretor do Deppen, Luis Francisco Silveira, agradeceu o apoio da Secretaria da Segurança para chegar à entrega da nova unidade e à evolução da polícia penal como um todo. "Estou orgulhoso em ter mais uma unidade do Deppen inaugurada. Essa conquista não foi fácil, lutamos para chegar aqui, mas reforça o nosso trabalho que está permitindo o avanço da instituição”, afirmou.

De acordo com o coordenador da regional de Londrina do Deppen, Reginaldo Peixoto, com a nova cadeia pública da cidade será possível realocar os presos condenados das unidades que o Departamento recebeu no processo de transferência das carceragens, com o intuito de dar um tratamento penal adequado às pessoas privadas de liberdade.

"Esta unidade vai trazer alguns benefícios para os presos, conforme a Lei de Execução Penal, como cultos religiosos, professores, trabalho. É o tratamento igual ao que conseguimos junto à Penitenciária Estadual de Londrina, onde, no último ano, colocamos aproximadamente 500 pessoas para trabalhar. Também teremos espaços dos parlatórios que possibilitam ao advogado atender de forma digna o seu cliente”, disse ele. “No setor de saúde teremos várias salas técnicas para atendimentos. É uma unidade possibilita um tratamento adequado do apenado", detalha.

ESTRATÉGIA - Para fortalecer o Deppen, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública, investiu na construção de novas unidades do sistema prisional em todo o Estado e na aquisição de viaturas. Também priorizou a valorização profissional com a criação da Polícia Penal, o apoio na criação do auxílio-alimentação e na inclusão dos servidores do Deppen no Programa de Escala Extrajornada Voluntária.

PRESENÇAS – Participaram do evento a deputada federal Luísa Canziani; o vice-diretor do Deppen, Luis Francisco Silveira; o chefe do Núcleo de Engenharia e Arquitetura da Secretaria da Segurança Pública, coronel Ivan Fernandes; a chefe da Assessoria de Planejamento Estratégico e Gestão de Projetos da Secretaria e Coordenadora do Programa Prumos, Patrícia Mânica; o diretor da Penitenciária Estadual de Londrina 2 (PEL 2), Emerson das Chagas; o coordenador regional de Foz do Iguaçu do Deppen, Marcos Marques; a diretora do Patronato de Londrina, Lizandra Bueno; o secretário da Defesa Social de Londrina, coronel Pedro Ramos; o coordenador regional do Deppen de Curitiba, Jeferson Walkiu; o delegado-chefe da Polícia Federal em Londrina, Kandy Takahashi; delegado-chefe da 10° SDP de Londrina, Amarantino Ribeiro Gonçalves Neto; a presidente da OAB em Londrina, Vania Queiroz; a coordenadora regional da Casa Civil em Londrina, Sandra Moya; o subcomandante do 3° Grupamento de Bombeiros, major Leandro José Callegari, diretores, chefes e outros integrantes do Deppen.


Fonte: AEN

Saúde divulga mais 9.806 casos de Covid-19 e 36 óbitos no Paraná

 Os dados acumulados do monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde mostram que o Paraná Estado 2.298.386 casos confirmados e 41.964 mortes pela doença.

Foto: SESA

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (24) mais 9.806 casos e 36 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus no Paraná. Os casos não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 2.298.386 casos e 41.964 óbitos pela doença.

Os casos confirmados divulgados nesta data são de fevereiro (8.294) e janeiro (1.435) de 2022; dezembro (2), novembro (8), outubro (2), setembro (2), agosto (3), julho (1), junho (4), maio (1), abril (5), março (29), fevereiro (14) e janeiro (1) de 2021; dezembro (1), novembro (1), setembro (1) e julho (2) de 2020. Os óbitos são de fevereiro (29) e janeiro (7) de 2022.

INTERNADOS – 179 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados, todos em leitos SUS (79 em UTI e 100 em leitos clínicos/enfermaria). Há outros 954 pacientes internados, 382 em leitos UTI e 572 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

ÓBITOS – A Sesa informa a morte de mais 36 pacientes. São 19 mulheres e 17 homens, com idades que variam entre zero e 97 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de janeiro e 24 de fevereiro de 2022.

Os pacientes que morreram residiam em Mandirituba (6), Foz do Iguaçu (5), Toledo (2), Londrina (2), Irati (2) e Apucarana (2).

A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: São Miguel do Iguaçu, Nova Fátima, Maringá, Marechal Cândido Rondon, Japurá, Guaratuba, Guaraci, Faxinal, Colorado, Capitão Leônidas Marques, Campo Mourão, Cambira, Boa Esperança, Astorga, Ariranha do Ivaí, Arapongas e Ampére.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento registra 10.498 casos de não residentes no Estado – 229 pessoas morreram.

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes (relatórios de exclusões e de correções de municípios) na página da Sesa.


Fonte: AEN

Paraná recebe mais 914 mil vacinas contra a Covid-19 e outras 294 mil devem chegar ainda nesta quinta

 São imunizantes da Janssen, para dose de reforço, e da Coronavac pediátrica. Mais uma carga da Pfizer chega, em três lotes, por via aérea. Remessas integram um dos maiores volumes de vacinas enviado em uma semana.  

Foto: SESA

O Paraná recebeu nesta quinta-feira (24) mais 914.750 doses de vacinas contra a Covid-19. São 349.150 da Janssen para dose de reforço (D3) e 565.600 Coronavac pediátricas, para crianças de 6 a 11 anos. Os imunizantes integram uma das maiores remessas destinadas ao Estado e foram enviados via terrestre pelo Ministério da Saúde. As mais de 914 mil vacinas estão armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba e serão descentralizadas às Regionais de Saúde nesta sexta-feira (25).

Do lote infantil de 565.00 Coronavac, 14.600 vacinas são para a primeira dose e 551.000 para a segunda dose deste público, e faz parte da 91ª pauta de distribuição do governo federal. Já as 349.150 vacinas da Janssen são para a dose de reforço da população em geral, acima de 18 anos e são referentes à 90ª pauta de distribuição.

MAIS DE 1 MILHÃO - Nesta quarta-feira (23), a Sesa havia recebido, por via aérea, 507.000 vacinas da AstraZeneca também para dose de reforço. E na segunda-feira (21), 169.200 vacinas pediátricas da CoronaVac, totalizando 1.590.950 imunizantes em menos de quatro dias.

“Mais de 1,5 milhão de vacinas durante a semana, um número muito grande de doses que chegou ao Estado, em tão pouco tempo. Já estamos organizando a distribuição e o quanto antes enviaremos para o Interior,  conforme a necessidade de cada município”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto

NOVAS DOSES – O 88º informe técnico e a 90ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde contemplam o Paraná, ainda, com mais 294.840 vacinas da Pfizer. As doses são para D2 da população acima de 12 anos e estão previstas para chegarem ainda nesta quinta-feira (24), separadas em três lotes. O primeiro desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h50, no voo LA3293, e os outros dois, que finalizam a carga, têm previsão de chegada às 18h45 (LA3510) e às 21h35 (LA3430).


Fonte: AEN

No Carnaval, Polícia Rodoviária vai intensificar abordagens e fiscalização nas rodovias estaduais

 Em todos os 54 Postos Rodoviários, distribuídos no Paraná, a unidade vai contar com intensificação de abordagens e fiscalização para combater o excesso de velocidade e a embriaguez ao volante.

Foto: SESP-PARANÁ


O Batalhão de Polícia Rodoviária do Paraná (BPRv) preparou um esquema de policiamento preventivo para todo o Estado durante o feriado de Carnaval. Em todos os 54 Postos Rodoviários, distribuídos no Paraná, a unidade vai intensificar abordagens e a fiscalização para combater o excesso de velocidade e a embriaguez ao volante. O combate ao tráfico de drogas também será reforçado com o uso de cães de faro nos acessos ao Litoral. Os trabalhos da Operação Carnaval começam à zero hora desta sexta-feira (25) e vão até a Quarta-Feira de Cinzas (02), às 14h.

Segundo o comandante do Batalhão, tenente-coronel Wellenton Selmer, os policiais estarão distribuídos em pontos estratégicos, previamente planejados. “Vamos aplicar policiamento nos 54 Postos em todo o Estado, visando à redução dos acidentes de trânsito, atuar na área do trânsito rodoviário, com ênfase no combate ao excesso de velocidade e a embriaguez ao volante, com uso de radares móveis e abordagens com etilômetros em locais já mapeados”, disse. “Este é um reforço a mais além de nossas ações já existentes”, acrescenta.

O reforço de policiamento também inclui abordagem, fiscalização e vistorias a veículos de passeio, caminhões e ônibus interestaduais e intermunicipais, principalmente os que seguirem ao Litoral do Estado. “O BPRv tem sete cães para busca de drogas e armas e vamos aplicá-los durante o Carnaval nos três Postos Rodoviários que dão acesso aos municípios de Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba. As equipes conduzirão cães de faro treinados para localizar drogas, armas e munições”, explica o tenente-coronel.

RESPONSABILIDADE - A atenção redobrada e a prevenção por parte dos motoristas que pegarem a estrada durante o feriado são fundamentais para um trânsito mais seguro. “A segurança no trânsito viário é uma responsabilidade de todos os usuários e seguir as regras de sinalização é fundamental para evitar acidentes, feridos e mortos”, afirma o tenente-coronel Selmer.

Ter um planejamento antes de sair de casa faz toda a diferença para evitar transtornos, principalmente congestionamentos. A orientação é optar pelos horários alternativos para que o deslocamento ocorra de forma tranquila. O motorista deve verificar as condições do veículo, incluindo pneus, freios, suspensão e iluminação. Checar o nível de água e de óleo também é necessário ainda antes de sair de casa. São observações básicas que podem evitar problemas mecânicos e acidentes.

“O trânsito é uma responsabilidade de todos. Trabalhamos intensamente de maneira preventiva, mas as pessoas precisam pensar na preservação da vida e na integridade física dos que estão nas estradas. O ideal é ter cautela e tranquilidade durante a viagem”, diz o coronel.

Viajar de dia ou à noite tem vantagens e desvantagens, segundo Selmer. No período noturno o tráfego de veículos é menor, porém há mais risco nos pontos de pouca iluminação, principalmente se o motorista precisar agir rápido para desviar de um animal ou objeto na pista. Já durante o dia, há maior fluxo de veículos, o que pode causar uma demora maior para chegar no destino. Contudo, o motorista contará com mais segurança. 

“Se for viajar à noite, o motorista precisa ter total capacidade, as luzes do veículo devem estar funcionando bem, além de o condutor trafegar com uma velocidade menor. Já durante o dia, o deslocamento é melhor para resolver uma pane mecânica, por exemplo”. 

ACIDENTES - Em caso de algum acidente nas rodovias estaduais é importante acionar o Batalhão Rodoviário pelo telefone 198. Além disso, é preciso sinalizar o local para que não haja mais exposição daquelas pessoas envolvidas no acidente, nem aos demais motoristas na via. “Para isso, o cidadão pode utilizar o triângulo de sinalização ou outros itens como a própria vegetação existente ao redor”, afirma.

O coronel explica que o cidadão que precise colocar uma sinalização precisa verificar qual é o limite de velocidade permitido naquela via. A partir desta informação deve contar a mesma quantidade de passos, desde o ponto do acidente, e fazer a marcação. “Por exemplo, se ocorre uma colisão entre veículos em uma rodovia com limite de 100 km/h, o cidadão deve contar 100 passos para trás do veículo acidentado e, então, colocar a sinalização na via”,


Fonte: AEN

Rompimento de adutora afeta abastecimento na região oeste de Arapongas

 

Assessoria de Imprensa - Prefeitura Municipal de Arapongas


A Sanepar informa que, devido ao rompimento de uma adutora na saída do reservatório localizado na Rua Faisão, o fornecimento de água em bairros da região oeste de Arapongas está comprometido nesta quinta-feira (24).  

Equipes trabalham no conserto da tubulação, mas não há previsão para a conclusão do serviço.

Os principais bairros afetados são os conjuntos Palmares, Padre Bernardo Merckel, Columbia 1,2,3 e 4, Ulisses Guimarães e Padre Chico, os jardins Nossa Senhora das Graças, Baronesa, Santo Antônio, Portal das Flores, Aeroporto, Portal das Flores e Primavera, as vilas Industrial e Aparecida, além do centro.

A orientação é evitar desperdícios. A Sanepar conta com a participação de todos!

Só ficarão sem água durante este período os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel, conforme recomendação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A Sanepar sugere que cada imóvel tenha uma caixa-d’água de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula.
 
Para esta e outras informações utilize o aplicativo para celular Sanepar Mobile ou acesse sempre o site da Sanepar: www.sanepar.com.br

Fonte: Site da Prefeitura de Arapongas