quinta-feira, 18 de abril de 2019

PT em manifesto: crise institucional é o resultado do golpismo


Manifesto assinado pelo ex-presidente Lula, a presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), e líderes do partido destaca o fato de que a crise institucional atual é resultado do golpismo praticado contra a presidente Dilma Rousseff; "Para tirar o PT do governo, classes dominantes atacaram a democracia, abalaram as instituições e quem sofre é o povo", afirma um trecho
247 - Em manifesto assinado pelo ex-presidente Lula, a presidente nacional do partido, a deputada Gleisi Hoffmann, e pelos líderes da sigla no Congresso Nacional deputado Paulo Pimenta e senador Humberto Costa, o PT lançou manifesto em que aponta que a crise política e institucional que o país enfrenta é resultado do golpe que desrespeitou a Constituição e o Estado Democrático de direito.
"A anarquia institucional em que vive o país não é obra exclusiva de Jair Bolsonaro, embora ele tenha muito contribuído para isso por seu desapreço à democracia. A situação que vivemos é a consequência inevitável dos pequenos e grandes atentados à lei e à democracia que foram tolerados ou incentivados em nome de um combate à corrupção que, na verdade, era uma fracassada campanha de extinção do PT", diz um trecho do documento.
Confira a íntegra do manifesto:
"Seis meses depois de um processo eleitoral absolutamente fora da normalidade, no qual foi arbitrariamente excluído o candidato a presidente da maioria da população e foi interditado o debate de propostas, o Brasil vive hoje uma gravíssima crise política e institucional.
A relação harmônica entre os Poderes, estabelecida pela Constituição, cede espaço a golpes de força e à anarquia institucional, em meio a uma escalada de autoritarismo, reafirmada na quarta-feira (17) pela convocação da Força de Segurança Nacional a Brasília para reprimir legítimas manifestações dos povos indígenas em defesa de seus direitos ameaçados.
O Brasil está regredindo a um passado de repressão, censura e intolerância; aos tempos em que o Estado, a serviço das classes dominantes, negava as liberdades ao invés de garanti-las. As divergências políticas, corporativas e até pessoais em que se envolvem os chefes do Executivo, do Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público ocorrem sob a interferência e até sob a tutela de chefes reacionários das Forças Armadas, o que é inadmissível na democracia.
Hoje não restam dúvidas de que na raiz dessa grande crise está o movimento golpista que levou ao impeachment sem crime de responsabilidade da presidenta Dilma Rousseff, em 2016, e à condenação, igualmente sem crime, do ex-presidente Lula, para impedir que ele fosse eleito mais uma vez pela maioria da população em 2018. Derrotados nas urnas, pela quarta vez consecutiva, golpistas atacaram a democracia, reconstruída em anos de luta, com sacrifício de muitas vidas.
Os mesmos setores que hoje se dizem afrontados, seja pela Lava Jato, seja pelo STF, seja por coerções do Ministério Público ou da Polícia Federal, foram cúmplices, coniventes, omissos ou pusilânimes quando agentes do estado afrontaram o mandato legítimo da presidenta Dilma, os direitos e a liberdade do presidente Lula, praticando agressões e vazamentos na imprensa de mentiras contra o PT, seus dirigentes e até familiares de Lula.
Para tirar o PT do governo, a Constituição foi rasgada à luz do dia, rompendo o pacto nacional de 1988 que deu fim à ditadura e restaurou a democracia. Para condenar Lula, a imprensa e as instituições sustentaram uma farsa judicial que não convence mais ninguém e é rejeitada pelos mais renomados juristas do Brasil e do mundo. Para impedir sua candidatura, ignoraram a lei, a jurisprudência eleitoral e uma decisão da ONU que reconhecia seus direitos políticos.
Quem paga o preço por esta sucessão de golpes é o Brasil, desordenado internamente e desmoralizado internacionalmente; e o nosso povo, que sustentou no processo democrático a conquista de direitos e oportunidades negados ao longo de séculos.
Para atingir o PT, o mecanismo da Lava Jato foi movimentado a toque de arbitrariedades – como os grampos ilegais e a condução coercitiva de Lula – e negociações tenebrosas com bandidos que mentiram em troca de dinheiro e redução de penas. Isso foi escancarado pela recente revelação de que executivos da OAS receberam milhões para mentir contra Lula e o PT.
A parcialidade de Sérgio Moro tornou-se indisfarçável quando o ex-juiz virou ministro do governo que ajudou a eleger por ter condenado Lula sem provas. A promiscuidade da Lava Jato com interesses econômicos e geopolíticos dos Estados Unidos ficou provada no acordo, até outro dia secreto, em que entregaram delações e falsas provas contra nossa estatal à Justiça de lá, em troca de R$ 2,5 bilhões para proveito pessoal e político dos procuradores.
A anarquia institucional em que vive o país não é obra exclusiva de Jair Bolsonaro, embora ele tenha muito contribuído para isso por seu desapreço à democracia. A situação que vivemos é a consequência inevitável dos pequenos e grandes atentados à lei e à democracia que foram tolerados ou incentivados em nome de um combate à corrupção que, na verdade, era uma fracassada campanha de extinção do PT.
A história tem muitos exemplos da tragédia em que vivemos, no Brasil em outros países em que, em determinados momentos, o estado de direito foi subjugado pela perseguição política sob qualquer pretexto. Foi assim com o Terror na França, com a ascensão do fascismo na Itália, do nazismo na Alemanha, do macarthismo nos Estados Unidos, das ditaduras na América Latina. Muitos dos que hoje lamentam a crise institucional são responsáveis por tê-la criado. Chocaram o ovo desta serpente.
O PT nasceu há quase 40 anos para defender os direitos do povo e a plenitude da democracia, atuando sempre dentro da lei, seja nas instituições políticas, nos movimentos sociais, nas fábricas, nas escolas ou nas ruas. Não há partido político no Brasil com uma trajetória – na oposição ou no governo – que lhe confira mais autoridade para reivindicar a defesa da democracia e da normalidade institucional.
Nosso partido entende, claramente, que as instituições devem investigar, julgar e punir, estritamente dentro da lei, aqueles que espalham falsas notícias, os agentes do Estado que vazam ilegalmente informações sigilosas, falsas ou não confirmadas, para destruir reputações e praticar chantagens.
Ao longo da campanha de desmoralização de Lula e do PT por meio da mídia, que foi sistemática nos últimos cinco anos, apelamos à Justiça pelo direito de resposta e pela punição dos responsáveis. Jamais fomos atendidos. Nem mesmo quando o vazamento do grampo ilegal de conversa entre os ex-presidentes Lula e Dilma tinha o timbre oficial do então juiz Sergio Moro, que até hoje não respondeu por este crime cometido há mais de três anos.
Neste momento em que tantas vozes se levantam contra a censura a uma revista eletrônica que nunca primou pela credibilidade nem pela isenção editorial, é de se lembrar que, também por decisão monocrática de ministro do STF, o presidente Lula encontra-se proibido de dar entrevistas desde setembro do ano passado. Onde estavam essas vozes quando o maior líder político do país foi violentamente censurado?
Onde estavam quando jornalistas independentes, como Luís Nassif, Marcelo Auler, Renato Rovai e outros, foram perseguidos e condenados por divulgar denúncias sérias contra agentes do estado? Onde estavam quando a Veja publicou uma capa falsa, acusando Lula e Dilma a três dias da eleição de 2014? Quando a Folha de S. Paulo revelou a indústria de mentiras de Bolsonaro paga por caixa 2 até de estrangeiros às vésperas da eleição?
O PT nunca defendeu, nunca praticou e jamais defenderá a censura, nem mesmo contra nossos mais mentirosos detratores. Mas temos claro que, para restabelecer o estado de direito e a democracia, é fundamental a investigação, julgamento e punição, rigorosamente dentro da lei, dos agentes do estado que a estupram sob qualquer pretexto – a suposta intenção de fazer justiça ou a criminosa chantagem.
Se nos últimos anos as instituições tivessem defendido a lei simplesmente, sem temores pessoais nem condicionamentos políticos, as forças do arbítrio e da violência não teriam chegado onde chegaram. Ninguém duvida que seus crimes serão cobrados pela História, mas os seus erros já estão sendo cobrados no presente, pelo caos em que lançaram o país e pelo sofrimento do nosso povo.
Os donos da fortuna, os rentistas, latifundiários, representantes de interesses estrangeiros; os reacionários, preconceituosos e fundamentalistas que disseminam o ódio, a intolerância e o autoritarismo são os responsáveis por mais essa tragédia nacional.
O objetivo deles sempre foi claro: entregar a soberania nacional, nossas riquezas e potencialidades; destruir nossa capacidade de desenvolvimento autônomo; revogar as conquistas do povo, dos trabalhadores e da cidadania; acabar com a aposentadoria e os direitos dos idosos, trabalhadores do campo e das cidades; devolver o controle absoluto do Estado às classes dominantes, formadas em três séculos de escravagismo que fizeram do Brasil uma das sociedades mais injustas e desiguais do mundo.
O PT está pronto para reconstruir, junto com o povo e com todas as forças democráticas, um Brasil melhor e mais justo, como vínhamos fazendo desde a redemocratização e especialmente a partir do governo Lula em 2003. Nossa gente já mostrou que é capaz de superar grandes crises. E a história comprova que isso só é possível quando há liberdade política e democracia plena.
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente de honra do PT

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT
Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados
Humberto Costa, líder do PT no Senado Federal



El País cobra liberação de entrevista com Lula


Em meio ao consenso pela liberdade de expressão no caso Crusoé, o jornal El País publicou artigo dos jornalistas Florestan Fernandes Júnior e Carla Jiménez em que cobram a liberação do STF para a entrevista com o ex-presidente Lula, vetada pelo ministro Dias Toffoli; "Quem ergue a bandeira de defesa do jornalismo o faz de maneira irrestrita. Vale para a liberação da reportagem da Crusoé e para a entrevista de Lula no El País. Ambas estão amparadas na Constituição. Autorizar as duas vai ser um gesto importante para garantir que o Supremo não é refém de nenhuma milícia virtual, mas escravo da democracia", afirma o jornal espanhol
247 - Os jornalistas Florestan Fernandes Júnior e Carla Jiménez avaliam nesta quinta-feira, 18, em artigo no jornal espanhol El País, como o episódio de censura à revista Crusoé, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, conseguiu unir esquerda e direita em defesa da liberdade de expressão. 
Os jornalistas lembram que em meio a este consenso em torno da liberdade jornalística, outra "decisão inexplicável" do STF impede o exercício do jornalismo pelo El País, que é a proibição de entrevista ao ex-presidente Lula. "Por duas vezes, em setembro e outubro do ano passado, esse direito foi conferido em despacho do ministro do STF Ricardo Lewandowski. E, por duas vezes, foi negado pelos também ministros do STF Luiz Fux e Antonio Dias Toffoli. Os dois alegaram, na época, que a entrevista de Lula poderia confundir o processo eleitoral, levando eleitores pouco atentos a acreditar que Lula seria candidato", dizem. 
Florestan Fernandes e Carla Jiménez lembram que o processo do El País sobre a entrevista de Lula já transitou em julgado, e não existe mais liminar questionando a decisã. Agora é uma questão de garantir os direitos constitucionais, liberando a entrevista, que completa, neste mês, sete meses de espera.
"Por que se nega o direito de o jornal El País Brasil entrevistar o ex-presidente Lula? Afinal, quais justificativas estariam por trás dessa atitude, que não se pode interpretar de outra forma, se não censura? Os defensores da liberdade de imprensa podem colocar isso na mesa. Quando houve a proibição da entrevista ai ex-presidente viu-se ali um risco no processo eleitoral", afirmam. "Quem ergue a bandeira de defesa do jornalismo o faz de maneira irrestrita. Vale para a liberação da reportagem da Crusoé e para a entrevista de Lula no EL PAÍS. Ambas estão amparadas na Constituição. Autorizar as duas vai ser um gesto importante para garantir que o Supremo não é refém de nenhuma milícia virtual, mas escravo da democracia". 
Leia a o texto na íntegra no El País

CMTU vai instalar quatro novos radares em Londrina


Motoristas serão orientados sobre novos equipamentos
Futuro radar que ficará no cruzamento da Faria Lima com Avenida Maringá 
(Foto: Leonardo de Paula)

A Prefeitura, por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), iniciou nesta quarta-feira (17), os procedimentos para a implantação de quatro novos radares fixos no perímetro urbano da cidade.
Dois farão o controle de velocidade na região norte, enquanto os outros, instalados na área central e na zona oeste, farão também a fiscalização do avanço de sinal vermelho e parada sobre a faixa de pedestres. Com a novidade, subirão de 18 para 22 os pontos de monitoramento eletrônico fixos em Londrina.
Depois de concluída a colocação das estruturas, os dispositivos passarão a operar na avenida Saul Elkind, na altura do nº 4.735, na direção Cambé-Ibiporã; na Henrique Mansano, na altura do nº 1.559, sentido leste-oeste; no cruzamento da rua Goiás com a Duque de Caxias e entre a Maringá e a Prefeito Faria Lima, no rumo norte-sul.  A velocidade máxima nas avenidas Saul Elkind, Henrique Mansano e Maringá é 50 km/h; na rua Goiás, é 40 km/h.
O objetivo dos novos radares é reduzir o número de acidentes com vítimas. Dados do Placar do Trânsito apontam que, somente no primeiro bimestre deste ano, 11 pessoas morreram nas ruas da cidade e outras 689 se envolveram em ocorrências não fatais.
Henrique Mansano também terá novo radar (Foto: Leonardo de Paula)
A escolha dos novos locais se deu após estudo técnico, com base na resolução 396/2011 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). De acordo com a legislação, a quantidade de acidentes, as características geométricas da via, a existência de curvas, declives e cruzamentos, o excesso de velocidade são os fatores a serem considerados na hora de selecionar as vias.
Para o diretor-presidente da CMTU, Marcelo Cortez, a medida é benéfica à medida que protege vidas e aumenta a sensação de segurança. “O papel do radar é controlar a velocidade desenvolvida pelos condutores, não multar. Só é autuado aquele que desrespeita o limite de circulação estabelecido. O nosso objetivo é preservar a integridade das pessoas”, afirmou.
A expectativa da companhia é que a implementação dos dispositivos leve quatro semanas. A partir daí virão os trabalhos de aferição dos aparelhos pelo Inmetro, execução das sinalizações vertical e horizontal, além das ações educativas e de orientação. Somente então é que os aparelhos devem entrar em funcionamento.
Fonte: 24horas


Bolsonaro tentar faturar com dados de segurança e é desmentido por Ilona Szabó


No Twitter, o presidente comemorou e atribuiu ao seu governo um número que vem apresentando queda constante de acordo com levantamentos de segurança no País: a redução no número de assassinatos; "Os homicídios estão em queda há 15 meses. Semana que vem sairá nossa análise do período", respondeu a cientista social Ilona Szabó, que quase foi nomeada conselheira em seu governo
247 - O presidente Jair Bolsonaro comemorou no Twitter nesta quinta-feira 18 a redução no número de assassinatos em 25% nos dois primeiros meses do ano, atribuindo a um feito de sua gestão. Ele foi desmentido pouco depois pela cientista social Ilona Szabó, especialista em segurança, e que quase chegou a ser nomeada conselheira em um órgão do Ministério da Justiça e Segurança no atual governo, mas foi barrada pela tropa bolsonarista das redes socais e levou o ministro Sergio Moro a recuar do convite.
"Ao contrário do terror espalhado por alguns sobre uma iminente explosão da violência após minha vitória nas eleições, um levantamento baseado em dados oficiais dos estados apontou queda de 25% dos assassinatos no Brasil no primeiro trimestre de 2019 em relação ao ano passado", postou Bolsonaro. "Os homicídios estão em queda há 15 meses. Semana que vem sairá nossa análise do período", respondeu Ilona.
Dados divulgados pelo Monitor da Violência nesta quarta-feira 17 confirmaram a tendência de queda nas taxas de homicídio no Brasil nos dois primeiros meses do ano, movimento que começou ainda em 2018. O Brasil teve 6.856 mortes violentas em janeiro e fevereiro, uma queda de 25%, puxada principalmente pelo Nordeste. No mesmo período de 2018, houve 9.094 assassinatos. Apenas o Paraná não informa os dados. O levantamento é uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.





Mônica Bergamo lembra que Antagonista já aplaudiu censura de Fux à Folha, que tentou entrevistar Lula


A jornalista Mônica Bergamo apontou nesta quinta-feira, 18, a contradição do site O Antagonista, alinhado à extrema-direita, afetado por uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que mandou tirar uma matéria do ar; "O Antagonista @o_antagonista, hoje censurado, aplaudiu a censura à Folha em 2018, quando o ministro Fux proibiu o jornal de entrevistar Lula. E de publicar a conversa, se já tivesse ocorrido. O Antagonista dizia que o magistrado deveria ser HOMENAGEADO", escreveu Bergamo pelo Twitter, compartilhando notícia do site
247 - A jornalista Mônica Bergamo apontou nesta quinta-feira, 18, a contradição do site O Antagonista, alinhado à extrema-direita, ao comentar a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, contra a revista Crusoé, que é ligada ao site. Moraes mandou que a Crusoé tirasse do ar uma reportagem contra o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo. 
"O Antagonista @o_antagonista, hoje censurado, aplaudiu a censura à Folha em 2018, qdo. o ministro Fux proibiu o jornal de entrevistar Lula. E de publicar a conversa, se já tivesse ocorrido. O Antagonista dizia que o magistrado deveria ser HOMENAGEADO", escreveu Bergamo pelo Twitter, compartilhando notícia do site. À época, O Antagonista escreveu que "Fux salvou a Folha de S.Paulo". 


Gleisi encara Bolsonaro: chega de ameaças


Ricardo Stuckert/Agência Brasil
Para a presidente do nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), o discurso do governo Jair Bolsonaro é o mesmo feito por Michel Temer para aprovar a Reforma Trabalhista em que afirmava que o desemprego iria explodir, caso a proposta não fosse aprovada; "Desemprego explodiu depois da Trabalhista e o Brasil está na lona por culpa dessa turma. Chega de ameaças, não convencem", rebateu Gleisi
247 - A presidente do nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), repudiou o que chamou 'ameaças' feitas pelo governo Jair Bolsonaro em sua campanha para aprovar a reforma da Previdência.
"Discurso do governo Bolsonaro nas redes é o mesmo feito por Temer para aprovar a Reforma Trabalhista: desemprego vai explodir. Na previdência o Brasil vai quebrar! Desemprego explodiu depois da Trabalhista e o Brasil está na lona por culpa dessa turma. Chega de ameaças, não convencem", escreveu a deputada em sua página no Twitter.
A reforma da Previdência tramita na Câmara dos Deputados com dificuldade para o governo aprovar. A Comissão de Constituição e Justiça adiou a votação do relatório, empurrando para semana que vem o que representou uma derrota para os planos do governo que queria acelerar a aprovação.





Centro Odontológico encerra mais um grupo de combate ao tabagismo


Dos 26 participantes do grupo, 23 pararam de fumar. Iniciativa visa combater um dos fatores de risco do câncer bucal 
Centro Odontológico encerra mais um grupo de combate ao tabagismo
(Foto: Profeta)
O Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), da Autarquia Municipal de Saúde (AMS) de Apucarana, encerrou nesta semana mais um grupo de Combate ao Tabagismo com resultado muito positivo. Dos 26 participantes do grupo, 23 pararam de fumar.

A iniciativa, que está no segundo ano, faz parte das ações saúde municipal voltadas a combater um dos fatores de risco do câncer bucal. O grupo encerrado no final de 2018 também teve grande resultado, já que dos 31 fumantes envolvidos no tratamento, 17 deixaram o vício.
As reuniões, por um período de três meses, começaram no dia 6 de fevereiro, com reuniões semanais no primeiro mês. Depois os encontros, sempre na sala de reuniões da AMS, aconteceram a cada 15 dias. O tratamento é conduzido pelo médico Osvaldo Zardo. Além de palestrante, ele desenvolve um trabalho de orientação, complementado com uso de medicamentos e material fornecido pelo Ministério da Saúde, para ajudar os fumantes a se libertar da nicotina.
Ilda da Conceição Vitória, 69 anos, começou a fumar com 7 anos e, finalmente, mais de seis décadas depois deixou o vício ao freqüentar o grupo de combate ao tabagismo do CEO. “Era tudo que eu precisa para deixar o cigarro depois que fiz exame do pulmão e o médico disse que se não parasse de fumar poderia morrer logo. Fui parando aos poucos e agora três meses depois que comecei no grupo posso dizer com grande alegria que não fumo mais. Estou me sentindo muito melhor, até a canseira no peito passou”, comemora Ilda que mora na localidade rural do Pinhalzinho e mesmo tendo a disposição três horários de circular por dia, se esforçou para completar o tratamento de 3 meses oferecido pelo CEO.
O atendimento, incluindo o fornecimento de medicação, é totalmente sem custo para o paciente. O tratamento no município é desenvolvido dentro do Programa Nacional de Combate ao Tabagismo, ofertado pelo Ministério da Saúde desde 2002, em parceria com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
O programa federal é embasado em quatro cartilhas que são oferecidas para que o fumante conheça a forma de se livrar do hábito de fumar com orientação, bem como no uso de medicamento para combater a ‘fissura’ (síndrome de abstinência), de adesivo de nicotina e goma de mascar de nicotina.



Área central ganha novos semáforos


Os novos equipamentos estão sendo implantados seguindo estudo da engenharia de tráfego do município e também atendendo reivindicações da comunidade
(Foto: Guto Marques)
A Superintendência de Trânsito da Prefeitura de Apucarana está instalando semáforos em mais três cruzamentos da área central. Os dispositivos estão sendo implantados nas esquinas das ruas Clotário Portugal com Osório Ribas de Paula, Gastão Vidigal com a Osvaldo Cruz e Nagib Daher com a Miguel Simião.
Já um quarto semáforo, localizado no acesso ao viaduto que liga ao Núcleo Habitacional João Paulo, está recebendo melhorias. Uma das colunas sofreu avarias e está ganhando um reforço na base, com a colocação de um bloco de concreto.
De acordo com o prefeito Junior da Femac, os novos equipamentos estão sendo implantados seguindo estudo da engenharia de tráfego do município e também atendendo reivindicações da comunidade. “O cruzamento da Rua Clotário Portugal com a Osório Ribas de Paula é um trecho com movimento intenso, especialmente nos horários de pico”, justifica Junior Femac.
O semáforo na esquina da Rua Nagib Daher com a Miguel Simião vai garantir mais segurança, principalmente para as pessoas que acessam um condomínio residencial que fica nas proximidades. “O novo semáforo será integrado à onda verde, que já existe na Rua Nagib Daher, dando fluidez ao trânsito nesta via”, observa Junior da Femac.
No cruzamento da Gastão Vidigal com a Osvaldo Cruz, o prefeito lembra que neste local já foram registrados alguns acidentes. “Além de buscar evitar as colisões, o semáforo também facilitará a circulação dos ônibus que se encaminham ao Terminal Urbano”, salienta Junior da Femac.
SINALIZAÇÃO – A equipe da Superintendência de Trânsito também fez, nos últimos dias, melhorias na sinalização horizontal de alguns trechos. “São vias que recentemente receberam melhorias asfálticas, como a Avenida Irati, a Rua Clevelândia e a Rua Nicolau Kowalski. Esperamos alguns dias para a secagem do pavimento e nesta semana refizemos as pinturas da sinalização”, informa João Victor Scarlatto, que coordenou a execução dos serviços.


Toffoli refuta críticas e diz que liberdade de expressão não deve alimentar ódio


Nelson Jr./SCO/STF
O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou nesta quarta-feira (17) que a liberdade de expressão não deve servir para alimentar o ódio e condenou a "utilização abusiva". As declarações foram feitas dois dias após o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, mandar tirar do ar a reportagem "O amigo do amigo do meu pai" do site O Antagonista e da revista Crusoé, que citava o presidente da Corte
247 - O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou nesta quarta-feira (17) que a liberdade de expressão não deve servir para alimentar o ódio e condenou a "utilização abusiva". As declarações foram feitas dois dias após o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, mandar tirar do ar a reportagem "O amigo do amigo do meu pai" do site O Antagonista e da revista Crusoé, que citava o presidente da Corte
Segundo a reportagem, o "amigo do amigo do meu pai" seria Toffoli, no relato feito pelo empresário Marcelo Odebrecht à Lava Jato.
Toffoli defendeu essas opiniões durangte palestra na Congregação Israelita Paulista (CIP), em São Paulo, nesta quarta-feira (17). Enquanto falava, manifestantes gritavam do lado de fora palavras de ordem como "Fora, Toffoli" e "STF, vergonha nacional".
Leia mais em O Estado de S.Paulo


PRF inicia Operação Semana Santa nas rodovias do Paraná


Atividade começam nesta quinta-feira e seguem até domingo de Páscoa
A operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) começa nesta quinta-feira e vai até às 23h59 de domingo, 21 de abril. Neste período a PRF terá reforço no policiamento ostensivo e preventivo, principalmente em locais de maior incidência de acidentes e criminalidades.
As atividades ocorrem simultaneamente em todas as rodovias do país, já que nos feriados prolongados o fluxo de veículos aumenta, elevando também os riscos de acidentes.
Durante os quatro dias de operação, serão implementadas ações de ‘Educação no Trânsito’ para conscientização dos motoristas. A PRF contará com atividades para conter os acidentes relacionados principalmente ao excesso de velocidade, bebida e direção, uso inadequado do cinto de segurança e às ultrapassagens indevidas.
DICAS PARA UMA VIAGEM SEGURA
Planejamento da viagem – O motorista deve se informar sobre as distâncias que vai percorrer, condições do tempo, pontos de parada, existência de postos de combustíveis e de restaurantes à beira da estrada. Não esquecer documentação pessoal e do veículo.
Revisão preventiva – Providenciar a checagem do automóvel mesmo para pequenas viagens. Faróis acesos para ver e ser visto; pneus calibrados e em bom estado; motor revisado, com óleo e nível da água do radiador em dia. Não esquecer de verificar a presença e estado dos equipamentos de porte obrigatório, principalmente pneu estepe, macaco, triângulo e chave de roda, além dos limpadores de para-brisa e luzes do veículo;
Atenção redobrada – Observar as placas que indicam os limites de velocidade e as condições de ultrapassagem. Elas não foram colocadas naquele ponto da estrada sem motivo. Nos trechos em obras, o motorista deve reduzir a velocidade e obedecer a sinalização local.
Descanso – Durma bem antes de qualquer viagem de automóvel. O sono e o cansaço são grandes inimigos de uma viagem segura.
Cinto de segurança – Use sempre o cinto de segurança, este equipamento é obrigatório para todos os ocupantes do veículo.


Apucarana promove Festa de Santo Expedito nos dias 27 e 28


Evento, que é organizado pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, contará com shows de prêmios, musical, pirotécnico e de talentos, procissão luminosa e missas.
(Foto: Guto Marques)
A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, localizada no Bairro da Igrejinha, promoverá a 15ª Festa de Santo Expedito, nos dias 27 e 28 de abril. Haverá shows de prêmios, musical, pirotécnico e de talentos, procissão luminosa e missas. A programação acontecerá no Parque Ecológico Santo Expedito, que é administrado pela paróquia, e são esperadas caravanas de várias regiões do Paraná e também de outros estados.
O evento conta com diversos apoiadores, entre os quais a Secretaria da Promoção Artística, Cultural e Turística de Apucarana (Promatur). O prefeito de Apucarana, Junior da Femac, afirma ainda que, a exemplo de anos anteriores, a Prefeitura vai atuar na manutenção do parque e em melhorias nas vias de acesso, além de colocar a Guarda Municipal à disposição para disciplinar o trânsito nesta região da cidade durante o evento.
“Estamos contando também com a colaboração de pessoas de fora da paróquia, mas o principal esforço está vindo dos nossos próprios paroquianos, que estão empenhados nesta tarefa de preparar e acolher bem os visitantes”, assinala o padre Domingos Sávio Lazarin, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Conhecido como “santo das causas impossíveis” pelos cristãos católicos, Santo Expedito também é chamado para interceder nas situações que precisam medidas urgentes. O seu dia oficial é 19 de abril. “Neste ano, o dia cai na Sexta Feira Santa. Por isso, resolvemos fazer a festa no final de semana seguinte”, explica padre Sávio.
O evento, conforme o padre Sávio, tem um caráter eminentemente religioso e a parte festiva está restrita às atividades de recepção e acolhimento. “Convidamos as pessoas para que venham nos visitar nos dias 27 e 28. É um momento de fé e nos sentiremos muito felizes em acolher os fiéis de Apucarana e também as caravanas que vêm de outros municípios”, convida.
PROGRAMAÇÃO – A festa inicia sábado à tarde, com a acolhida das caravanas. Às 19 horas, haverá procissão luminosa e missa. Um dos pontos altos da programação é o show musical com a Banda Estância Divina, de Califórnia, que ocorre logo a seguir, às 21 horas. “É uma banda que apresenta canções religiosas no ritmo da música gaúcha”, resume o padre Sávio.
No domingo, estão programadas quatro missas: às 7h30, 9 horas, 14 horas e 16 horas. O show de prêmios está agendado para as 10h30 e o show de talentos para as 17h30. A 15ª Festa de Santo Expedito será encerrada com uma queima de fogos de artifício, às 19 horas.


Governo exonera general Marco Vieira do cargo de secretário do Esporte


A informação foi publicada no Diário oficial da União

Governo exonera general Marco Vieira do cargo de secretário do Esporte
Reprodução 

O Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 18, publica a exoneração do general Marco Aurélio Costa Vieira do cargo de secretário especial do Esporte, área agora vinculada ao Ministério da Cidadania, comandado pelo ministro Osmar Terra. O nome do novo titular não foi publicado no DOU.
Nos bastidores, há especulações de que a saída do general Vieira seria necessária para dar lugar ao MDB, com a nomeação de João Manoel Santos Souza, do Maranhão, que seria ligado ao ex-presidente José Sarney. Santos Souza é filho do ex-senador João Alberto, que hoje preside o MDB maranhense. Osmar Terra também é do MDB.
Na semana passada, o ministro Osmar Terra tentou minimizar as especulações e disse que "por enquanto" não haveria mudança. "Precisamos botar o bloco na rua. Nossa dificuldade é juntar três ministérios em um e fazer funcionar lá na ponta. Não tem de ficar mudando secretários. Tem é de fazer eles trabalharem e todos estão", afirmou, reconhecendo, no entanto, que "há um jogo de interesses, de bastidores", sem especificá-los.
O general Marco Aurélio Vieira esteve reunido com o presidente Jair Bolsonaro no último dia 8, sem a presença do ministro. Osmar Terra, por sua vez, esteve com Bolsonaro no final da tarde do mesmo dia. "Ele tinha uns assuntos dele, específicos, para tratar com o presidente", desconversou o ministro na ocasião.
As mudanças na pasta começaram a ser discutidas no contexto da ampliação da base partidária do governo no Congresso, no momento em que o Palácio do Planalto tenta conseguir os votos necessários para a aprovação da proposta de reforma da Previdência.
Fonte: Notícias ao Minuto

Jair Bolsonaro empregou doadores de campanha do seu filho Carlos


Entre os doadores da campanha de Carlos Bolsonaro em 2016, um já era funcionário da Câmara dos Deputados e outros dois foram contratados no ano seguinte
Bolsonaro corrupção
Pivô da demissão do então ministro Gustavo Bebbiano, Carlos Bolsonaro é vereador desde 2001. Ao contrário dos familiares, sempre concorreu ao mesmo cargo

São Paulo – Os Bolsonaro são mesmo o que se pode chamar de família unida. Além de empregar Nathalia Melo de Queiroz, a filha do ex-PM, ex-assessor e ex-motorista Fabrício Queiroz – que trabalhou para seu filho Flávio, atual senador (PSL-RJ) –, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) empregou doadores de campanha do filho Carlos, vereador no Rio de Janeiro (PSC). Em 2016, quando disputou uma vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro pela quinta vez consecutiva, Carlos recebeu doações de cinco pessoas físicas, além dele próprio, de seu irmão Flávio, do pai Jair, e de seu partido, o PSC.  
Entre as cinco estão Jorge Francisco, que doou R$ 2.500, Alessandra Ramos Cunha, com R$ 1.500, e Helen Cristina Gomes Vieira, com R$ 600 doados.
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De acordo com a Câmara dos Deputados, Jorge trabalhou de fevereiro de 2015 até março de 2018, último ano do mandato de Jair Bolsonaro como deputado federal pelo Rio de Janeiro. Ou seja, já era funcionário do pai quando contribuiu com a campanha do filho.
Alessandra, trabalhou de agosto de 2017 a dezembro de 2018, e Helen, de dezembro de 2017 a dezembro de 2018. Ambas foram contratadas por Jair Bolsonaro após contribuir para Carlos.
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Ao contrário dos irmãos Flávio, senador, eleito pelo PSL do Rio, e Eduardo, deputado federal pelo PSL de São Paulo, Carlos mantém o mandato de vereador no Rio de Janeiro desde 2001. Foi eleito aos 17 anos, em 2000, depois de o pai tê-lo emancipado para poder disputar com a própria mãe, Rogéria Nantes Braga Bolsonaro, na época já separada de Jair.
Outro laço de família foi o emprego, pelo vereador, de Márcio da Silva Gerbatim, ligado a Queiroz. O servidor ficou no gabinete de Carlos de abril de 2008 a abril de 2010, quando foi exonerado para ser nomeado no gabinete do irmão Flávio, que na época era deputado estadual no RJ.
Carlos foi o pivô da exoneração do então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, em fevereiro. O vereador chamou o ministro de mentiroso nas redes sociais.
Fonte: Rede Brasil Atual

Governo trai caminhoneiros e Petrobrás aumenta o diesel entre 4,5% e 5,1%


A Petrobrás anunciou na noite desta quarta-feira (17) um reajuste de R$ 0,10 no litro do diesel; segundo o presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, reajuste varia entre 4,5% e 5,1% no valor do combustível nas bombas, a depender do ponto de venda; medida foi anunciada um dia depois que Jair Bolsonaro foi enquadrado pelo ministro Paulo Guedes por ter suspendido o anúncio anterior de reajuste; os caminhoneiros já avisaram que poderão deflagrar greve nacional e parar o País se o preço do diesel subisse; governo paga para ver
Infomoney - A Petrobras anunciou na noite desta quarta-feira (17) um reajuste de R$ 0,10 no litro do diesel, o que, segundo o CEO da companhia, Roberto Castello Branco, representa uma alta entre 4,5% e 5,1% no valor do combustível nas bombas, a depender do ponto de venda.
Após anunciar um aumento de 5,7% no preço do diesel na última quinta-feira, a estatal voltou atrás no mesmo dia após o presidente Jair Bolsonaro ligar para o CEO da petrolífera, Roberto Castello Branco, e pedir a suspensão do reajuste. Na sexta, as ações da companhia desabaram 8%, levando a empresa a perder R$ 32,4 bilhões de valor de mercado.
Já na última terça, ocorreu uma reunião entre Bolsonaro, ministros e o presidente da Petrobras. Após o encontro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o presidente pensou na dimensão política do reajuste quando ligou para o chefe da estatal.
Além disso, o ministro afirmou que estão em estudo várias alternativas para dar mais transparência à política de reajuste de combustíveis da Petrobras, entre elas indexar o preço do frete ao valor do diesel.
Ele citou que essa é a política utilizada nos Estados Unidos e disse que foram feitas "interrogações" à Petrobras durante a reunião com o presidente Jair Bolsonaro.
"Tudo tem que ser estudado para o futuro, o presidente da Petrobras já estava estudando. Esse episódio precipita a aceleração de estudos", ressaltou Guedes. "O próprio presidente da Petrobras está recalculando quais seriam as melhores práticas".
Leia, abaixo, texto do 247 sobre possível greve dos caminhoneiros:
Caminhoneiros marcam greve para 21 de maio se diesel subir 
Os caminhoneiros estão organizando nova paralisação nacional para 21 de maio, quando se completa um ano da greve que abalou o governo Temer em 2018. O movimento acontecerá se houver qualquer reajuste no óleo diesel e se o piso mínimo do frete continuar a ser desobedecido.
"Se o diesel aumentar um centavo que seja e não houver efetiva fiscalização da aplicação do piso, a gente para no dia 21, quando a greve do ano passado completará um ano", garante o caminhoneiro Wanderlei Alves, o Dedéco, de Curitiba (PR), um dos integrantes da rede de lideranças da categoria, em entrevista à jornalista Leila Souza Lima, do Valor Econômico 
Segundo o caminhoneiro, as representações que atuam hoje em Brasília junto ao governo federal não têm controle sobre caminhoneiros de todo o país. "Há de 20 a 30 lideranças espalhadas por todos os Estados se comunicando em articulação. Eles podem dizer com todas as letras que não vamos parar, mas nós vamos se nada for feito", diz Alves.


Sesa autoriza recursos para Programa de Residência e para obras em Hospitais Municipais


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Para a Residência em Enfermagem Obstétrica, que acontece no Hospital do Trabalhador, foram liberados R$ 116 mil destinados às bolsas para especialização de 5 profissionais da área. O valor é referente ao período de 6 meses de curso.
Para  a residência em Saúde Mental, realizado no Hospital Adauto Botelho, em Pinhais, foram liberados R$ 163 mil, para o pagamento de bolsas para 7 profissionais.
“Seguindo orientação do governador Ratinho Junior, estamos investindo na formação de profissionais  para a melhoria da assistência na rede estadual; formar profissionais qualificados é parte da nossa meta que tem como objetivo final a regionalização da Saúde em todo Paraná, levando atendimento, serviços especializados, equipamentos e obras para todos os municípios; vamos levar a Saúde para perto de todos os paranaenses”, afirmou o secretário Beto Preto.
Programas - Os dois programas de Residência Multiprofissional foram aprovados no início do ano pelo Ministério da Educação para acontecerem no âmbito da SESA. São cursos de pós-graduação na modalidade de residência de ensino em serviço, têm duração de 2 anos e carga horária de 60 horas semanais em atividades práticas e teóricas.
A especialização para enfermagem é a primeira no Brasil a oferecer formação conjunta com médicos obstetras e contempla atividades de assistência pré-natal na Rede de Atenção Básica, planejamento reprodutivo, assistência ao parto e puerpério, com base nos preceitos da humanização do nascimento.
Já no programa de residência em Saúde Mental participam profissionais de enfermagem, psicologia, terapia ocupacional, farmácia e serviço social.
Recursos para Hospitais – O Secretário Beto Preto assinou ainda autorização de repasse de recursos para Hospitais Municipais, via o Fundo Estadual de Saúde.
O Hospital Emílio Alves, de Alvorada do Sul, e o Hospital Santo Antonio, de Manoel Ribas, receberam liberação de R$ 500 mil cada um.
Os valores serão aplicados em obras de ampliação e reforma das duas instituições.
Fonte: Assessoria de Comunicação/SESA