De acordo com a defesa do presidente, senadores e deputados aliados de Bolsonaro 'queriam impactar o votos dos eleitores'
A defesa do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT), representada pelo escritório Ferraro, Rocha e Novaes
Advogados, afirmou que os parlamentares
bolsonaristas multados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
tinham a pretensão de "ofender a imagem e a honra" do petista,
"com o intuito de impactar o voto dos eleitores".
"Os demais representados deveriam ser
responsabilizados em razão da obrigação existente na legislação eleitoral de se
averiguar a fidedignidade das informações antes de compartilha-las",
sustentaram os advogados.
De acordo com a defesa de Lula, "o ministro Alexandre de
Moraes, em seu voto, afirmou ser evidente que se tratava de uma armação e
destacou que a estratégia utilizada pelos representados para disseminar essa
desinformação foi a mesma promovida pelo chamado 'Gabinete do Ódio', e
mencionou que alguns dos condenados também figuram como investigados nos
Inquéritos das Fake News e dos Atos Antidemocráticos".
A decisão do TSE valeu para os senadores Flávio Bolsonaro
(PL-RJ) e Cleitinho (Republicanos-MG), e para os deputados federais Gustavo
Gayer (PL-GO) e Carla Zambelli (PL-SP). Também serão responsabilizados outros
influenciadores digitais e o cantor Roger (Ultraje a Rigor).
Fonte: Brasil 247
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