"Há um criminoso inconteste. Ou o criminoso que cometeu prevaricação ao não denunciar ao país o ‘golpe’ ou o caluniador que o denuncia hoje, não tendo ocorrido", disse o senador
O ex-ministro da Casa
Civil do governo Jair Bolsonaro (PL), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) atacou o
general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, que, de acordo
com o depoimento do ex-chefe da Aeronáutica, brigadeiro Carlos Almeida Baptista
Júnior, teria ameaçado prender o então mandatário caso ele insistisse em levar
adiante o planejamento de um golpe de Estado.
“O general da ativa mais importante do país na ocasião que
ouviu uma ameaça grave à Democracia é o mesmo que agora bate no ex-Comandante
em Chefe que perdeu as eleições da mesma forma que bateria continência para o
mesmo Comandante em Chefe, caso ele tivesse sido reeleito?”, disse Nogueira
nesta segunda-feira (18), de acordo com o jornal O Globo.
“Está absolutamente provado que há um criminoso inconteste. Ou o
criminoso que cometeu prevaricação ao não denunciar ao país o ‘golpe’ ou o
caluniador que o denuncia hoje, não tendo ocorrido”, completou o parlamentar em
seguida.
Mais à frente, Nogueira Ele também sugeriu que o general
teria contado com o apoio da sociedade se tivesse denunciado a suposta
conspiração golpista em dezembro de 2022, e zombou da atitude do militar.
“Borrar-se agora porque não pode fazer as continências que faria é uma vergonha
inominável. Todos os militares têm o dever de honrar sua farda. Alguns deveriam
ter ainda mais compromisso em honrar seus pijamas”, disparou.
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