O Judiciário de Brasília decidiu que a PF deve continuar a investigar supostas irregularidades na elaboração de um relatório do Coaf sobre transações suspeitas de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro
247 - O juiz Francisco Codevila, da 15ª Vara Criminal, negou o pedido de arquivamento feito pelo Ministério Público Federal e decidiu que a Polícia Federal deve continuar a investigar supostas irregularidades na elaboração de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre transações suspeitas de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro.
O caso foi aberto a pedido do Tribunal Regional Federal da 1ª Região sob a alegação de suspeita de que o relatório tenha sido produzido de forma ilegal. A informação foi publicada pela coluna Painel.
O relatório foi produzido depois da operação que ligou Wassef a Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) foi preso na casa do advogado em Atibaia, interior de São Paulo, em junho do ano passado.
O ex-assessor movimentou R$ 7 milhões de 2014 a 2017, segundo o Coaf.
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