O presidente volta ainda
neste sábado para Brasília
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Isac Nóbrega/PR |
O presidente Jair Bolsonaro sobrevoou Brumadinho
(MG) na manhã deste sábado (26). Ele chegou ao aeroporto de Confins às 10h27 e,
de lá, tomou um helicóptero e seguiu para a região que foi devastada pela lama
oriunda do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, da Vale.
O capitão
reformado estava acompanhado do governador de Minas Gerais, Romeo Zema, do
ministro do Gabinete de Segurança Institutcional, General Heleno, e do ministro
do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Jair
Bolsonaro fará uma reunião de trabalho em Belo Horizonte com todas as
autoridades envolvidas na tragédia. Ele volta ainda neste sábado (26) para
Brasília.
Ao
anunciar ontem (25) medidas emergenciais para “minorar” a
tragédia, Bolsonaro afirmou, em um pronunciamento, no Palácio do Planalto,
que vai sobrevoar a região para reavaliar e definir as medidas que
devem ser adotadas.
“Para
que possamos então, mais uma vez reavaliando os danos, tomar todas as medidas
cabíveis para minorar o sofrimento de familiares de possíveis
vítimas, bem como a questão ambiental”, disse.
Ontem o presidente determinou
a ida dos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles; de Minas e Energia,
almirante Beto Albuquerque Júnior; e Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.
No
sobrevôo de hoje estarão os ministros da
Defesa, Fernando Azevedo e Silva; do Gabinete de Segurança Institucional,
general Augusto Heleno; e de Secretaria de Governo, Alberto dos Santos Cruz,
além do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros.
Ainda
não está definido se o presidente Bolsonaro desce em Brumadinho ou apenas
sobrevoará o local. A princípio, o presidente falará com a imprensa em Belo
Horizonte, no aeroporto.
O
porta-voz Otávio do Rêgo Barros disse que a prioridade do governo federal é
atender a população afetada. O trabalho é realizado em parceria com os governos
de Minas Gerais e também do município de Brumadinho.
De acordo com Barros, o Exército disponibilizou três
helicópteros e homens das três Forças Armadas para operar nas ações de busca e
resgate. O governo trabalha com a estimativa de amortecimento do avanço dos
rejeitos na Barragem da Usina Hidrelétrica do Retiro Baixo, a 220 quilômetros
do local do rompimento.
Fonte: Notícias ao Minuto
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