Ao ser perguntado por uma repórter do jornal The
Washington Post (WP) sobre o envolvimento de seu filho com milicianos no Rio de
Janeiro, Jair Bolsonaro respondeu: "não é da sua conta"; a
jornalista Lally Weymouth, filha da lendária publisher Katharine Graham,
perguntou sobre "o escândalo envolvendo seu filho", que também teria
"empregado pessoas com laços estreitos com membros de gangues"; pouco
depois da entrevista, outro filho de Bolsonaro, Eduardo (02), festejava no
Twitter o exílio do deputado Jean Wyllys; exílio que WP, Guardian, Bloomberg e
outros veículos internacionais noticiaram sublinhando as "ameaças de
morte" de bolsonaristas ao deputado
247 - Ao ser perguntado
por uma repórter do jornal The Washington Post (WP) sobre o envolvimento de seu
filho com milicianos no Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro respondeu: "não é
da sua conta". A jornalista Lally
Weymouth, filha da lendária publisher Katharine Graham, perguntou sobre "o
escândalo envolvendo seu filho", que também teria "empregado pessoas
com laços estreitos com membros de gangues". Pouco depois da
entrevista, outro filho de Bolsonaro, Eduardo, o 02, festejava no Twitter o
exílio do deputado Jean Wyllys. WP, Guardian, Bloomberg e outros veículos
internacionais noticiaram o exílio de Wyllys sublinhando as "ameaças de
morte" de bolsonaristas.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca
a resposta completa de Bolsonaro à jornalista do Post: "este não é um assunto de governo —ou da sua conta— mas eu
vou dar minha opinião. Seu nome de família, Bolsonaro, é a razão. É resultado
de acusações políticas ao meu governo".
Segundo
a matéria, a repórter Weymouth também perguntou se ele podia "assegurar à
comunidade LGBT que eles têm lugar no seu Brasil". Bolsonaro disse que
"todos têm lugar no nosso Brasil".
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